terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O ensino do inglês na actualidade

 



 


Preocupa-me o ensino do inglês na actualidade.


Receio que se esteja a enveredar pelo facilitismo.


Receio que se esteja, apenas, a dar a conhecer a forma final, sem aprofundar e explicar as bases.


E que as crianças estejam apenas a memorizar expressões em inglês, sem saber o que realmente significam, ou que estejam a utilizar gramática que nem sabem para que serve, e qual o seu papel naquelas frases.


Vejo, por exemplo, alguns exercícios que a minha filha traz para fazer em casa:


“What colour is the pencil case?”


No meu tempo, respondíamos: “The pencil case is blue”.  Agora, basta-lhes responder “It’s blue.”


Mas saberão eles que o “It’s” é a junção e o mesmo que ” It is”? Que o “It” está a substituir “The pencil case”? E que “is” é o verbo “ser” na frase?


Ou estarão, simplesmente, a responder assim porque foi assim que a professora disse para escreverem, e porque era assim que estava nos exemplos do livro?  


De uma forma geral, a minha filha, nos seus exercícios e no manual, não utiliza “what is”, “where is”, “he is”, e por aí fora, mas sempre as expressões abreviadas, com o apóstrofo.


Nas respostas, as palavras da pergunta são sempre substituídas pelo “It”. Já não se utiliza a expressão “Thank you” mas sim “Thanks”.


E poderia dar muitos outros exemplos. Talvez seja assim o inglês moderno. Talvez até seja mais simples. Mas pergunto-me se, de facto, saberão o que estão a aprender, a escrever, e porque o fazem?


 



 

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