segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Alguma alma caridosa me saberá dizer...


 


...que música de fundo passou ontem no programa The Voice Portugal, após a escolha da Milene como vencedora da batalha?


É que já ouvi essa música várias vezes, mas não consegui ainda perceber a letra, para fazer uma pesquisa, nem tão pouco saber como se chama ou quem a canta.

Meet The Blogger-Agradecimento


Obrigada ao Pedro, e ao Sapo Blogs, por este convite inesperado que aceitei com muito prazer.


Obrigada a todos os que deixaram comentários na entrevista (e aos quais respondi lá), e também aqui no blog.


E obrigada a todas as pessoas que fizeram com que o Marta - O meu canto, e os restantes blogs associados chegassem até aqui, e que me fazem querer continuar a escrever dia após dia!

Nunca percam a vossa capacidade de sorrir


 


Dias cansativos, trabalho que nunca mais acaba, stress, correria, casa para arrumar, filhos para cuidar, falta de tempo para aquilo que mais gostaríamos, são vários os motivos que nos fazem viver o dia a dia de forma mais séria, sem alegria ou grande disposição para sorrisos.


Mais ainda, se juntarmos a isso problemas, ou situações mais negativas que, por vezes, acontecem e nos apanham de surpresa.


Mas o que será de nós se, para além de tudo isso, perdermos também a nossa capacidade de sorrir? Podemos até não ter motivos para isso, mas é uma forma de tornarmos menos pesado o fardo que carregamos, de aligeirar uma situação complicada, de criar um momento descontraído numa vida onde tudo está programado ao pormenor.


Rir faz bem! Pode não nos resolver mais nada, mas pelo menos é benéfico para a saúde. E podemos rir do que quisermos.


Não tenham medo de parecer ridiculos. Aqui em casa, a palhaça de serviço sou eu! Não imaginam a quantidade de vídeos que a minha filha tem gravado, comigo a fazer figuras parvas e malucas como Martita (uma personagem que inventámos). O meu marido também colabora de vez em quando. E o que nos rimos depois quando vamos ver as figuras que fizemos!


Mesmo ao longo do dia vou dizendo umas parvoíces e fazendo umas figuras tolas. Se não fosse assim, a nossa vida seria séria demais.


Já basta toda a miséria e tristeza que nos rodeia. E, se temos que envelhecer e ficar com rugas, que seja das nossas risadas, e não de lágrimas derramadas por tristeza, que também não irão mudar o rumo das coisas.


Se conseguirmos sair de casa com um sorriso, nem que seja guardado no bolso ou na mala, para utilizarmos durante o dia, estamos no bom caminho!


Nunca percam a vossa capacidade de sorrir!


sábado, 28 de novembro de 2015

Como começar bem o fim de semana!


 


Haverá algo melhor que começar o fim de semana:


- com a Tica a ir chamar-me à cama, umas 3 ou 4 vezes, a afiar as unhas no colchão, a dar-me com a pata na cara e a puxar-me os cabelos, às 09 horas da manhã, não para lhe dar de comer, ou limpar a casa de banho, mas porque queria que eu a levasse à rua?!


- com as lâmpadas de casa a fundirem-se quando mais precisamos delas, e não ter nenhuma para substituir?


- com a máquina de lavar a não querer trabalhar, com uma luzinha vermelha, que eu não faço ideia do que seja no painel, e não conseguir pô-la a lavar ao fim de umas quantas tentativas, procurar pela casa toda onde pus o raio do livro de instruções, que nunca aparece quando é preciso e perceber, depois de ter revirado tudo, que afinal já tinha passado por ele, e achava que era da antiga televisão, descobrir que afinal a máquina tinha a função de segurança para crianças activada, e era por isso que a máquina não iniciava?


- com o rato do computador a não obedecer a nada do que eu faço?


 


E isto foi só para começar! Nem quero imaginar o que ainda estará por vir!

1º Desafio do Clube de Gatos do Sapo


 


 


O Clube de Gatos do Sapo lançou ontem o seu primeiro desafio, e espera ter muitas participações até ao final do ano. Por isso, aqui fica a divulgação:


 


"Histórias com Gato Dentro"


 


Em que é que consiste este desafio? É muito simples.


Já vos contámos várias histórias sobre os nossos bichanos. Agora, chegou a vossa vez.


 


 


Este desafio é para todos os leitores e visitantes, que tenham uma história para contar sobre os seus gatos, ou sobre outros que conheçam. Gostávamos de ter histórias originais, e reais mas, se quiserem participar e não têm nenhuma história com gatos, podem dar asas à vossa imaginação, e criar a vossa própria história!


As histórias deverão ser enviadas para o email marta.isabel.segao@hotmail.com, com o assunto "Histórias com Gato Dentro", e no email a vossa identificação, e a menção se a história é real ou fictícia. À medida que forem chegando, irão sendo publicadas aqui no blog (com ou sem identificação, conforme o preferirem).


Têm até ao dia 31 de Dezembro para participar. Iremos depois proceder à escolha da melhor história, e oferecer um presente surpresa! 


Mais tarde, vamos juntar as vossas histórias às dos membros do clube e, se tivermos histórias suficientes, talvez possamos tentar editar um livro com o mesmo título do desafio.


O que vos parece? Vamos lá participar?! Ficamos à espera das vossas histórias!"

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O final que eu queria para a série Quantico!


 


Ainda faltam vários episódios para terminar esta série excepcional que passa todas as 2ªs feiras no AXN, de que já falei aqui no blog.


Logo no início, de entre um grupo restrito de recrutas, a Alex é considerada a principal suspeita, embora tudo aponte para que ela foi vítima de uma cilada, de alguém muito próximo a ela, que a quer destruir. No entanto, à medida que vamos avançando, vão sendo feitas novas descobertas, e a cada episódio surge um possível suspeito diferente.


Há muitos segredos escondidos, por revelar. Muita coisa que não é o que parece, e muitas pessoas que são capazes de surpreender, tanto pela positiva, como pela negativa.


Ora, penso que a intenção de quem criou a série é mostrar que, embora suspeita, a Alex não é culpada, e desviar a nossa atenção para cada um dos seus colegas, tentando adivinhar qual teria sido capaz de tal acto terrorista.


Sendo assim, e não fazendo a mais pequena ideia de como tudo irá terminar, o final que eu escolheria seria o menos óbvio (ou o mais óbvio, dependendo da perspectiva).


Não se conseguiria encontrar o verdadeiro culpado, e a Alex seria ilibada por incoerências na investigação e falta de provas. As cenas finais, mostrariam cada um dos recrutas no pós término da investigação, com um ar suspeito para plantar a dúvida. E, os últimos segundos mostrariam a Alex integrada, novamente, na equipa a que pertencia, com a missão de defender o seu país, mas com uma intenção completamente diferente - sim, seria mesmo ela a culpada pelo ataque terrorista, e a preparar-se para mais um!


Outro dos finais que eu gostava, embora não tanto como o anterior, era que fosse a Miranda - a mais alta patente do FBI! 



 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Não desistam dos vossos sonhos


 


Por muito que os nossos sonhos possam parecer inalcançáveis ou impossíveis de realizar, não devemos desistir deles.


Primeiro, porque sonhar faz-nos bem. Leva-nos a abstrair deste mundo louco e injusto em que vivemos, e viajar para outras paragens, onde tudo pode ser diferente, mais simples e mais feliz. Onde os nossos sonhos se tornam reais e nos sentimos realizados.


Depois porque, de entre todos esses sonhos que temos, existem mesmo alguns que podemos vir a concretizar. No entanto, para que isso aconteça, é preciso acreditar nesses sonhos. Porque, se nós próprios não acreditarmos neles, mais ninguém acreditará.


Acreditar é o primeiro passo. O segundo é fazer do nosso sonho um objectivo, e ir à luta para o alcançar. Nesse processo, pode acontecer batermos a várias portas, e haver muitas que permanecem fechadas sem qualquer resposta, e outras que nos abrem mas nos batem com elas na cara logo em seguida. Mas, em todas essas portas, pode haver uma que se abre e nos convida a entrar! E, a partir daí, tudo pode mudar. E mais portas se poderão abrir. Só precisamos de estabelecer o primeiro elo, quebrar a primeira barreira.


Nessa altura, pensamos no que teríamos perdido se a nossa atitude tivesse sido outra. E felicitamo-nos por ter conseguido alcançar os objectivos a que nos propusemos.


Ora, isto é tudo muito bonito de se dizer, quando se está na "mó de cima". Quando se tem ajuda ou conhecimentos. Quando já tivemos a sorte de concretizar aquilo com que sonhámos. Para quem está sozinho, a começar do zero, é bem mais difícil pôr em prática. 


Mas não é impossível. Não podemos é ficar à espera que as coisas nos caiam no colo. Há que ser persistente, perseverante, paciente, agarrar as oportunidades certas, embora por mais pequeninas ou insignificantes que possam parecer, lutar, e não desistir nem à primeira, nem à segunda, nem à terceira.  


Afinal, são os sonhos que comandam a vida!

Reconhecer um pessoa fora do seu ambiente


 


Já vos aconteceu conhecerem bem uma pessoa de tanto a verem num determinado local ou situação e, depois, quando se deparam com a mesma noutro ambiente, não a reconhecerem?!


 


 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Medicamentos genéricos versus medicamentos de marca

generico-igual-marca-farmaw-99.jpg


 


 


Estamos a optar cada vez mais pela compra de medicamentos genéricos que, como afirmam, fazem o mesmo efeito que os de marca e custam muito menos.


Esta tem sido, de facto, a regra, e eu confirmo. Mas, como em tudo na vida, também há a excepção à regra. 


E a prova é que, ao tomar um medicamento genérico (porque na farmácia onde fui não tinham, naquele dia, o da marca que sempre utilizei), sofri efeitos secundários, efeitos que nunca tinha sentido com o medicamento de marca.


Por isso, podem até ser mais baratos, e actuarem da mesma forma mas, neste caso, alguma diferença deve existir para isto ter acontecido.


Pelo sim, pelo não, da próxima vez que precisar, ou compro os que já estou habituada, ou prefiro não tomar e aguentar as dores! 


 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Parece que vai haver mesmo novidades!


 


Não querendo falar muito, para não agoirar, parece que vai haver mesmo novidades aqui neste cantinho.


Já ando a preparar tudo e, se correr bem, vou seguir em frente com a rubrica "À Conversa com...".


Para começar, espero ter como convidadas duas veterinárias e autoras do Livro Cool Dog, que mencionei no post anterior, a banda Candymoon, o cantor Colton Benjamin e a vocalista da banda Silence 4, e autora do livro Nunca Desistas de Viver, Sofia Lisboa.


Desejem-me sorte!

Apresentação do livro Cool Dog

9789897413827_cool_dog_dicas_e_conselhos (1).jpg


 


COOL DOG é um guia completo para quem tem ou quer ter um cão, dividido em 10 capítulos, que vai permitir aos donos acompanhar de modo informado as diversas fases da vida do seu cão e ajudar a disfrutar do maravilhoso privilégio que é ter um cão como amigo e companheiro. 


Desde a medicina preventiva ao guia de primeiros socorros, enumerando muitos dos perigos que podem colocar a vida do seu cão em risco, CoolDog é uma ajuda preciosa para todos aqueles que têm ou pensam ter um cão.


 


Nele poderão encontrar informação e dicas sobre:


Alimentação
Higiene
Exercício físico
Obesidade
Reprodução


Geriatria


Viagens


Neonatologia


Medicina preventiva


Guia de Primeiros Socorros


 


Tudo para que os cães cresçam de forma saudável, felizes e em plena harmonia. Cool Dog pretende, igualmente, demonstrar que a entrada de um cão para a família é um momento empolgante mas também bastante importante. A relação que mantemos com os nossos companheiros ao longo da sua vida é essencial, indo para além de festas e carinhos. Este livro vai ajudar, de uma forma genuína e preocupada, a compreender melhor todas as etapas da vida do cão e os cuidados a ter em cada uma delas, assim como algumas curiosidades e perigos que o podem afetar ou ainda questões do dia-a-dia.


“Cool Dog” tem ainda um papel de responsabilidade social, uma vez que, por cada exemplar vendido, 1€ reverte para a Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual, uma Instituição Particular de Solidariedade Social, que tem por objetivo promover por todos os meios ao seu alcance, em cooperação com entidades públicas e privadas, o apoio e a integração social, cultural e profissional do deficiente visual e que tem como principal resposta social a Educação de Cães-guia para Cegos.


 


colldog_convite_lisboa.jpg


 


As autoras são Sónia Miranda e Inês Fonseca, ambas veterinárias. O prefácio, esse ficou a cargo do conhecido ator Ruy de carvalho e de Paula Carvalho.


A apresentação do livro é já esta 5ª feira, dia 26 de novembro, às 18h30 na livraria Leya na Buchholz, em Lisboa.


Não percam! 


 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A melhor, a pior e a mais injusta das batalhas!

Estou a referir-me, claro, às batalhas do The Voice Portugal!


 


A melhor batalha



Pedro, Vanessa e Alex - estiveram os três muito bem, com o Alex em vantagem mas com uma atitude muito egocêntrica, o Pedro a dar luta, e a Vanessa a não se deixar apagar no meio deles. 


 


A pior batalha



Entre estes dois, venha o diabo e escolha! Estragaram completamente a música do Agir, cada um à sua maneira, o que foi mau de se ver, e um atentado aos ouvidos. 


 


A mais injusta


QB7A8999


Injusta, porque dificilmente alguém conseguiria bater a Deolinda, independentemente de quem travasse a batalha com ela. Já era uma batalha ganha, ainda antes de entrar no ringue.


A Deolinda é, para mim, uma potencial vencedora do programa, uma das melhores vozes e intérpretes que lá estão. E de uma grande humildade!


Para ela, salvarem a Ana foi um peso que lhe tiraram de cima.  


 


 


Imagens The Voice Portugal | RTP

Taken 3 não me desiludiu


 


Vi-o este fim de semana e, ao contrário do que tinha ouvido falar sobre o terceiro filme da saga, Taken 3 não me desiludiu.


É verdade que há uma parte da história que não é, propriamente, um seguimento do seu antecessor, mas tem bastante acção, algumas cenas que não estaríamos, certamente, à espera, e muita intriga.


Um inspector da polícia que persegue Bryan, não se percebe bem, se porque realmente acredita que ele é culpado (ou pelo menos, o único suspeito), ou porque está frustrado por ele estar sempre um passo à sua frente na busca pelo verdadeiro assassino.


Para completar o cenário, temos a filha de Bryan, Kim, grávida, e a correr o risco de ter o mesmo destino da sua mãe.


Mais uma vez, o amor e confiança entre pai e filha é evidenciado neste filme. Para quem já viu e gostou dos dois primeiros, eu aconselho a ver o final. Embora, com jeitinho, pudessemos ter um Taken 4, desta vez com o neto ou neta de Bryan como protagonista!


 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Quando a distância vence a proximidade

 



 


Imaginem que estas duas falésias, agora distantes, já outrora formaram uma só.


Que já houve um tempo em que a força da natureza não conseguia actuar neste rochedo. Mas, com o tempo, a fenda abriu e, aos poucos, foi penetrando cada vez mais fundo até o separar em dois.


Imaginem que, quando isso aconteceu, cada uma das partes tentou manter-se o mais próximo possível uma da outra.


No entanto, o mar colocou-se entre elas e não deu tréguas. Por cada pequena aproximação bem sucedida, uma onda revolta provocava um afastamento maior.


Imaginem que, com o tempo, as duas falésias já estão, de tal forma, habituadas à separação e à distância, que já nem a estranham, nem se incomodam. Nem tão pouco se esforçam por vencer a força da natureza e voltar a juntar-se, a unir-se como um só rochedo, que um dia foram.


Esse será o dia em que a distância vencerá a proximidade...


 

Nova rubrica ou novo blog?

 


 



 


O que acham de uma nova rubrica aqui no Marta - O meu canto, intitulada "À Conversa com...", dedicada exclusivamente a entrevistas?


Ou gostariam mais de vê-las num outro blog com esse mesmo nome?


Digam de vossa justiça!


 


(Isto é o que me dá para pôr a pensar, nas horas vagas!)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Uma questão de economia


 


Fui atendida por um médico, no Serviço de Atendimento Permamente de Mafra, que usava uma bata de um hospital da Guarda!


A isto se chama economia de dinheiro e roupa. Porquê ter uma bata diferente para cada um dos serviços, quando pode aproveitar a mesma?!


Mandou-me recolher a urina, para verificar se se comprovava o meu diagnóstico mas, ainda não tinha visto o resultado, e já tinha a receita impressa! A isto se chama economia de tempo (embora tenha passado mais tempo a conversar com uma enfermeira do que a atender-me).


Receitou-me um antibiótico de apenas duas tomas (não sou muito apreciadora de antibióticos deste género, cuja eficácia nem sempre é a melhor), por economia de medicamentos talvez! 


E, por economia de palavras, se não fosse eu a perguntar-lhe se sempre tinha uma infecção, tinha-me dado apenas a receita e mandado embora!


Foi uma consulta, no mínimo, estranha. 

Quarta-feira agridoce


 


Ontem foi assim - um dia com boas surpresas!


Afinal, não é todos os dias que vou ao email, e me deparo com vários "press release", de vários artistas/ bandas, e uma proposta para entrevista aos mesmos!


Mas também houve supresas com um sabor mais amargo, e que eu dispensava! À custa delas, ainda tive que ir ao médico à hora a que devia ir para a cama, para me receitar o milagroso antibiótico.


 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Frio, muito frio!


 


Estou neste momento com 3 camisolas e 1 casaco vestidos, tenho o ar condicionado ligado à temperatura de 24º graus e, ainda assim, estou cheia de frio!


Aposto que na rua, ao sol, está-se bem melhor! 


 


terça-feira, 17 de novembro de 2015

De onde vem a inspiração?


 


A inspiração pode vir de tudo o que nos rodeia, até das coisas mais insignificantes e que podem, muitas vezes, passar despercebidas.


Ela pode vir de uma música, de um filme, de um livro, de uma frase, de uma palavra, de uma atitude, de uma notícia, de um acontecimento, de uma imagem.


Pode estar num simples objecto, numa flor, num animal, num desconhecido, num amigo, num familiar.


Pode vir dos nossos pensamentos, dos nossos sonhos, dos nossos desejos.


Mas nem sempre a conseguimos encontrar. Ela continua presente, mas nós não a vemos.


Há dias assim, em que por mais que queiramos escrever, não nos surge nenhuma ideia, nenhum tema, nada de nada. Sabemos que ainda há muito para escrever, que temos muito mais para escrever e desenvolver, mas falta a peça principal - a chave para desbloquear a nossa escrita - a inspiração.


Onde e como a conseguimos encontrar? Não faço ideia!


Mas sei que, quanto mais a procuramos, menos a encontramos. A maior parte das vezes, o "click" na nossa mente surge quando menos esperamos!


É uma questão de continuarmos a viver o nosso dia a dia com o espírito aberto, e esperar que a nossa mente se ilumine!


 


 


 


 


 

Discussão doméstica


Vou:


 


estender a roupa?


 


ou 


 


pôr a roupa a estender?


 


Dois teimosos, marido e mulher teimam que a forma como cada um diz está correcta. Um deles diz que só a primeira está bem. O outro, diz que se pode utilizar as duas. Mas será que têm razão?

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A missão de um verdadeiro líder

large.jpg


 


 


Nem toda a gente tem perfil para liderar, e eu confesso já aqui que devo ser uma dessas pessoas. Ou então é, simplesmente, pouca vontade de "pegar no touro pelos cornos", como se costuma dizer, e pouca vontade de assumir responsabilidades que me trarão, provavelmente, mais dores de cabeça que alegrias!


Mas admiro quem tem essa coragem e toma as rédeas, sem medos, de alma e coração. Não aquelas pessoas que correm a ocupar a cadeira que ainda mal acabaram de deixar livre, como se estivessem há muito a aguardar por isso, mas aquelas que lá chegaram naturalmente, por vocação ou por escolha de todos os envolvidos. No entanto, nenhum líder o é, se estiver sozinho, se não tiver quem liderar. E é aqui que as coisas se complicam.


Porque um líder deve estar lá para apoiar a sua equipa, para ajudar no que for preciso, para mostrar a sua disponibilidade, para incentivar os seus colaboradores a fazer mais e melhor, para alertar para o que está errado e tentar resolver. Um líder orienta, entusiasma, torna o trabalho interessante, ajuda, acompanha, moraliza, e é o primeiro a puxar por todos os seus colaboradores. Há um espírito de cooperação. Um líder sabe transmitir a sua mensagem sem agressividade, sem se tornar autoritário, sem exigir. Tenta tomar sempre as decisões mais acertadas, que os restantes membros respeitam e acatam. 


Mas é muito fácil desviar deste caminho, e agir de uma forma mais ríspida, que só vai afastar os membros da equipa, fazê-los trabalhar de má vontade, ou querer afastar-se do projecto que, em vez de prazeiroso, se torna irritante. É muito fácil começar a mandar, em vez de orientar. É muito fácil achar que somos os donos da razão e que só da forma como dizemos e queremos é que as coisas andam para a frente. 


Há que haver respeito, cedências, tolerância e cumprimento das orientações tanto por parte de quem está na liderança, como pela restante equipa. E, principalmente, muita comunicação entre as partes. É meio caminho andado para o sucesso de um projecto, e para a satisfação de todos os envolvidos.


 


 


 


 


 

Reencontro com o passado, de Nora Roberts


 


Sinopse

"Ninguém pode fugir para sempre. Filha de uma mãe controladora e possessiva, Elizabeth deixa-se levar pelas loucuras de uma noite, bebendo e permitindo que um estranho sedutor, com sotaque russo, a leve até uma casa isolada. O que aconteceu a seguir mudou a sua vida para sempre. Doze anos mais tarde, a mulher conhecida como Abigail Lowery vive nos subúrbios de uma pequena cidade. Programadora informática, desenha sistemas de segurança e complementa a sua própria segurança com um cão feroz e algumas armas de fogo. É reservada e nada revela da sua vida. Mas essa reserva apenas intriga Brooks Gleason, o chefe de polícia. A lucidez e opiniões frias e sem romantismo da jovem deixam-no fascinado… e um pouco frustrado. Ele suspeita que Abigail esteja a esconder-se de alguém, e as táticas de defesa dela ocultam uma história que urge ser revelada."

 

 

Elizabeth não era bem uma filha, mas um projecto. Nunca teve pai, apenas um dador meticulosamente escolhido por aquela que é sua mãe. Embora não se possa propriamente apelidar esta mulher de mãe, mas antes de criadora.

Durante 16 anos, Elizabeth viveu de acordo com as regras desta mulher, seguindo as decisões dela sem reclamar. Estudos, roupa, alimentação, tudo na vida de Elizabeth era programado ao mais ínfimo pormenor.

Mas isso estava prestes a mudar.

Como qualquer adolescente a quem lhe sejam feitas demasiadas imposições sem qualquer hipótese de argumentar, sem ninguém que realmente a oiça ou compreenda, ou pense naquilo que ela própria gostaria, a revolta e a transgressão das regras é o caminho para a liberdade.

No fim de semana em que a mãe se ausenta, Elizabeth transforma-se em Liz, e vive experiências que todas as adolescentes normais vivem, como ir às compras, divertir-se com as amigas, falar de rapazes, e até ir a uma discoteca, fazendo-se passar por mais velha.

O que ela estava longe de imaginar, era que essa rebeldia lhe ia custar muito caro. A sinopse já antevê que algo aconteceu a Liz naquela casa isolada.

De facto, ela e a recém amiga Julie bebem demais na discoteca e vão com um dos rapazes que lá conheceram para uma casa no lago, já que o outro ficou retido a tratar de alguns assuntos pendentes.

E se já estão a adivinhar o que poderá ter acontecido, aviso-vos que não foi isso que estarão a pensar.

Na verdade, Liz escapa por um triz, de ser assassinada pela máfia russa e, a partir desse momento, vai andar em fuga constante e lutar pela sua sobrevivência, ficando entregue a si própria quando os policiais que a protegiam são, também eles, assassinados. 

Será que, 12 anos depois, ela continua a ser um alvo a abater? Será que, apesar da sua nova vida e identidade, poderá vir a ser reconhecida e correr perigo de vida?

Poderá Brooks, o chefe da polícia, ajudá-la?

 

Terão que descobrir quando lerem esta empolgante história que, a mim, me cativou logo na primeira página! Livros assim, dão gosto ler!

 

 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Por vezes é só isto que precisamos

silence-need-1024x683.png


 


De um pouco de silêncio, paz, sossego...


 

Como me dividir em três ao mesmo tempo


 


Nunca vos aconteceu terem que fazer várias coisas, ou solicitarem a vossa presença em mais que um sítio ao mesmo tempo?


Pois a mim acontece-me frequentemente! 


Ainda no outro dia estava a segurar o telemóvel ao meu marido, que tinha as mãos ocupadas, para ele falar com um colega, a minha filha a chamar-me noutra divisão para eu ir ver qualquer coisa no PC, e a Tica, à porta, a miar para eu largar tudo, e lhe ir limpar a casa de banho!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Porque é que temos tendência para pensar sempre o pior?

 



 


Quem me conhece já sabe que não costumo ser uma pessoa muito positiva dependendo, obviamente, da situação em si, e das circunstâncias. 


Há quem considere que isso é um grave defeito, mas eu prefiro ser "realista" e ter os pés bem assentes na terra, do que sonhadora e viver num mundo que só existe nos nossos sonhos.


Claro que, quando as coisas acontecem aos outros, tento sempre puxar pelo meu positivismo, ou desvalorizar a gravidade das situações. Mas quando me diz respeito, ou mais precisamente, à minha filha, vejo-me várias vezes a pensar o pior.


O episódio de ontem só veio comprovar esta teoria.


A minha filha tem o hábito de me ligar quando sai da escola, e quando chega a casa, para eu ficar mais descansada. Ontem, como sempre, ligou quando estava a sair. Como estava entretida com o trabalho, nem reparei nas horas, até porque algumas vezes ela liga um bom bocado depois de chegar a casa.


Entretanto, recebo uma chamada do meu pai a perguntar pela minha filha, porque ainda não tinha chegado a casa. Activou-me logo o botão "alerta vermelho"!


Já tinha passado mais do dobro do tempo que ela leva no caminho da escola a casa. Liguei logo para ela. Tinha o telemóvel desligado! 


Ainda com algum poder de discernimento, lembro-me de ligar para o meu marido, para saber se por acaso ela estaria com ele. Não me atendeu.


A esta altura já eu estava numa pilha de nervos, a pensar o pior!


Felizmente, ao fim de uns minutos, a minha filha ligou-me a dizer que estava a chegar a casa. Afinal demorou porque esteve à espera de uma colega de turma, para ver se vinha com ela e com a mãe para casa de carro, mas acabou por não ter boleia. Não passou de um valente susto.


Mas porque é que o ser humano tem tendência para pensar ou esperar sempre o pior? Será um mecanismo de defesa? Querer estar mentalizado ou preparado para a pior das hipóteses, para não ter surpresas? Não se iludir para não se decepcionar? Não criar muitas expectactivas para não correr o risco de vê-las cair por terra? Será o pessimismo uma característica enraizada na personalidade de algumas pessoas?


Talvez um pouco de tudo isso. E daquilo que nos rodeia, do mundo em que vivemos, daquilo que presenciamos, ouvimos ou conhecemos. 


Mas tenho para mim que até as pessoas mais positivas sentem, de vez em quando, medo, dúvida e apreensão, e vêem-se, algumas vezes, confrontadas com o seu lado mais negativo, ainda que jurem a pés juntos que isso nunca acontece. E, da mesma forma, embora o possam negar, as pessoas mais negativas também têm esperança, sonhos e expectativas, e conseguem pôr o pessimismo de parte em algumas ocasiões!  


 


 

Já conhecem este filme?!


 


Acredito que sim!


 


Sempre me disseram que sou uma pessoa paciente. Sempre apontei como um defeito meu, precisamente, o contrário!


No entanto, nos últimos tempos, a pouca paciência que ainda pudesse ter, foi à sua vida e deixou-me sozinha. E, quando a paciência nos abandona, é um cabo dos trabalhos.


Porque nos obriga a respirar fundo o triplo das vezes, a contar até 100 em vez de 10, a desenvolver ainda mais a capacidade de contenção, e o poder de assimilar e ignorar. 


Porque nos força a manter um sorriso no rosto, e pôr para trás das costas a nossa irritação. Porque nos obriga, pelo bem de todos os que estão à volta, a treinar a nossa capacidade de viver em modo "panela de pressão", sem que o vapor saia disparado, assim que se retira a válvula.


É pena não se vender paciência ao quilo nos supermercados, nem embalagens familiares numa qualquer farmácia, porque daria imenso jeito.


Mas parece-me que, se isso acontecesse, já teria esgotado o stock há muito tempo!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

O regresso de Adele


 


19, 21 e 25 são os álbuns gravados, até hoje, por esta cantora britânica, nascida há 27 anos em Tottenham, Londres.


Três idades diferentes, três fases distintas da sua vida, três álbuns com histórias e momentos distintos para contar. 


Influenciada, numa primeira fase, pelas Spice Girls e, mais tarde, por artistas como Mary J. Blige, Lauryn Hill ou as Destiny's Child, Adele começou a escrever o seu primeiro álbum aos 19 anos.


Depois de colocar algumas demos das suas músicas no My Space, conseguiu chamar a atenção da gravadora XL Recordings, com a qual assinou contrato para o lançamento deste seu primeiro álbum - 19, em 2008


21 é também uma referência à idade que tinha quando começou a escrever o álbum, que nos deu a conhecer melhor esta cantora, com hits como Rolling in The Deep, Someone Like You, Set Fire to The Rain ou Turning Tables, embora este só tenha sido lançado em 2011.


Adele fez, então, uma pausa, durante a qual foi submetida a uma cirurgia às cordas vocais, iniciou um novo relacionamento e experienciou a maternidade. Nestes quase 4 anos, Adele mudou o seu estilo de vida radicalmente, tendo emagrecido 30kg após enveredar por uma alimentação mais saudável, pondo a sua promissora carreira em segundo plano e dedicando-se ao seu companheiro e ao filho de ambos. 


O primeiro single do seu último álbum - 25, intitulado Hello, chegou este ano, tendo sido lançado em Outubro. Em entrevista a Rádio BBC, a cantora revelou que demorou tanto tempo para lançar este terceiro álbum porque, após ter feito um álbum sobre ser mãe, achou-o "chato", descartou-o por completo, e recomeçou do zero. Por outro lado, a falta de disponibilidade e de tempo livre também não ajudaram.


Mas Adele recuperou, aos poucos, o hábito de compor e nasceu, então, o álbum 25, que fala sobre conhecer a pessoa que ela se tornou sem o perceber, e sobre aquilo que ela quer ser daqui em diante. 


Devo dizer que adoro este primeiro single dela, mas acho-o com um estilo muito semelhante àquilo que ela fez no seu segundo álbum, com a mesma saudade, melancolia, tristeza...


Vamos ver como serão as restantes músicas mas, para já, gostei muito deste regresso da Adele!


 


 


 


 

 


 

Na vida, nem sempre há objectividade ou clareza


 


Nem tudo é sempre, e apenas, preto ou branco.


Nem sempre não tomar o partido de alguém, significa estar contra esse alguém.


Nem sempre somos totalmente bons e honestos, nem irremediavelmente maus e vigaristas. 


Na vida, nem tudo é claro como a água, nem tão objectivo e inquestionável como 2 + 2 ser igual a 4.


 


Entre dois caminhos, existe uma infinita variedade de atalhos, pelos quais podemos enveredar, e que tornam o ser humano, um ser mais complexo, com uma personalidade nem sempre fácil de compreender...

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como planeio as minhas compras de Natal


 


Está a chegar aquela época do ano em que, por norma, gastamos mais dinheiro que o habitual.


A culpa é do Natal, que nos contagia com generosidade, alegria, e muita vontade de celebrar com festas caseiras, e presentes para a família e amigos.


Por isso, sempre que o mês de Novembro se aproxima, o meu pensamento é - este ano vou ter que cortar em algumas coisas, gastar menos e oferecer presentes só a meia dúzia de pessoas mais chegadas. Puro engano!


Mais de metade da família faz anos antes ou depois do Natal, o que significa festas e presentes a duplicar (ou então um único mas com um valor maior).


Como sou organizada, e não gosto de surpresas, sigo sempre o mesmo método todos os anos:


 


1 - O primeiro passo é, então, estipular uma parte do subsídio de natal que poderei gastar, tentar dividi-la da melhor forma possível, e tentar poupar ainda no que puder!


2 - O segundo passo, é fazer uma lista das pessoas a quem tenciono oferecer presentes, e de coisas/ produtos onde irei gastar (pastelaria/ cabeleireira/ restaurante).


3 - Em seguida, estipulo um valor para cada uma dessas pessoas/ coisas.


4 - Relativamente aos presentes, costumo colocar à frente algumas ideias de presentes. À família mais chegada, por vezes pergunto o que faz falta.


5 - O quinto passo é ir às compras! Algumas coisas, compro com antecedência. Outras, mais perto da data.


 


E pronto! Tenho 50% de possibilidades de seguir o meu plano à risca e, com sorte, ainda poupar uns trocos daqui e dali, com promoções que venha a usufruir, ou despesas que irão sair menos dispendiosas, e 50% de hipóteses de, a determinada altura, me dar aquela vontade incontrolável de comprar isto e aquilo, e aperceber-me que não cumpri nada daquilo que tinha planeado, e que o orçamento terá que ser revisto!

Por apenas 3 euros, eu já devia desconfiar...


 


...que não iam oferecer nada daquilo que eu tinha imaginado!


Numa ida às compras, no verão, enquanto escolhíamos alguns produtos para levar para um dia na praia, deparámo-nos com esta promoção: na compra de 2 embalabens de Pringles + € 3, oferta de um Kit de Karaoke. No desenho, aparecia um microfone e uma coluna.


E nós, entusiasmados com tamanha oferta por tão baixo preço, comprámos as batatas, enviámos os códigos e pagámos os 3 euros.


Demorou algum tempo a chegar. Ainda pedi ao meu marido para confirmar se realmente tinham descontado o dinheiro, mas acabei por ver no site que podiam levar até 90 dias para enviar.


Não foi preciso esperar tanto tempo. Chegou ontem!


E nós ficámos a olhar para aquilo com cara de parvos! Afinal, o que eles enviam é, se assim se pode chamar, "a cabeça" do microfone e um altifalante ou coluna, que se encaixam na própria embalagem (que a esta hora já foi reciclada).


Estava eu à espera do último modelo de microfone, e afinal sai-me isto! Alguma vez eu pensei que ia ter que guardar a lata das batatas para servir de corpo do microfone?


Pois, nunca! Mas, por apenas 3 euros, eu devia ter desconfiado.  

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Sou eu que não sou normal...


 


...ou é este tempo que anda maluco?!


É que depois de ter andado, na semana passada, com 2 camisolas e casaco de inverno, por conta do frio, vejo-me agora, novamente, regressar à manga curta em pleno Novembro!


 


Desapontada...

 



 


Sim, penso que será mesmo esse o termo certo.


Fomos ontem levantar o book da minha filha à agência e, como podem imaginar, estávamos ansiosos para ver o resultado.


O meu marido gostou! Diz que nem parece ela.


A Inês pareceu satisfeita. 


Já eu, senti-me defraudada, desapontada. Tem fotografias bonitas, é verdade. E é certo que não percebo muito de fotografia a nível profissional. Mas esperava mais.


Em primeiro lugar, o penteado que lhe fizeram não a favoreceu. Ela fica melhor com o cabelo liso, do que ondulado. Principalmente, porque ficou com um aspecto despenteado (com aquele efeito como se tivesse levado com humidade e vento).


Depois, no dia do casting, tinham-me dito que era melhor ir a mãe com ela, até para ajudar a mudar de roupa. Mas no dia da sessão, teve que se desenrascar sozinha, e como ninguém se deu ao trabalho de ajeitar nada, acabou por não dar o melhor aspecto.


Por último, as fotografias parecem-me "artificiais". Não me parece que tenham captado a Inês, a sua naturalidade, a sua descontração, o seu sorriso (não há uma única foto dela a sorrir). Parece-me tudo muito forçado.


Frisando mais uma vez que destes assuntos de books, fotografias e preferências de quem escolhe alguém para um trabalho não percebo muito, atrevo-me a dizer que eu, leiga nesses assuntos, tenho fotografias da Inês, tiradas por mim, que estão muito melhores que muitas destas da agência.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Crianças em risco


Imagem lusonoticias


 


 


“Ruth era a professora. Daniel, o aluno. Um dia, ele adormeceu na aula. Os colegas começaram a gozar com ele. A professora impôs-se, e avisou que não o iria admitir. Ela viu para além do que estava visível. Corajosa e determinada, Ruth foi falar com o irmão de Daniel, que vivia em péssimas condições, e ofereceu-se para ajudar o menino. Não foram apenas aulas depois do horário de aulas. Foram vários os dias passados a dar a Daniel a educação que mais ninguém lhe deu, roupa, comida, uma casa e, acima de tudo, o amor de uma verdadeira família. Ruth nunca tivera filhos. Daniel era como um filho. E para os filhos, quer-se sempre o melhor. Foi por isso que sempre lhe disse que, quando crescesse, Daniel poderia ser o que quisesse, e que deveria lutar pelo seu futuro e pelos seus sonhos. Infelizmente, o irmão de Daniel exigiu que Ruth lhe entregasse de volta o seu irmão. Foi uma separação dolorosa, ainda mais sabendo que o pequeno iria voltar a sofrer às mãos daquela gente. Mas nada se podia fazer…No entanto, soube-se mais tarde que Daniel que tornou professor, tal como Ruth!”


 


Esta é apenas uma história, com um final feliz. Mas poderia ser a realidade de muitas crianças. E cada um de nós pode fazer a diferença na vida de uma criança, se assim o desejarmos.


Crianças em risco sempre existiram mas, felizmente, existem hoje mais meios e formas de prevenir, ou intervir, de modo a ajudar essas crianças.


É óbvio que existem entidades próprias que atuam na prevenção e intervenção, mas cabe também a cada um de nós, enquanto cidadão(ã), dar o nosso contributo, antes que seja tarde demais.


Como?


Oferecendo a nossa ajuda das mais variadas formas, consoante os casos e as necessidades das crianças em risco.


Quantas crianças não tomam as suas refeições em casa da família de amigos ou vizinhos. Mas o apoio pode vir através de fornecimento de material escolar, vestuário ou medicamentos, por exemplo.


Denunciando situações de risco - para além de um dever cívico, a comunicação de situações que ponham em risco a vida, e a integridade física ou psíquica da criança, constitui uma obrigação de todos os cidadãos, de acordo com a Lei de Proteção de Crianças de Crianças e Jovens em Perigo.


As comunicações ou denúncias poderão ser feitas junto da CPCJ (Comissão de Proteção de Crianças e Jovens) da área de residência, junto de entidades policiais como a GNR ou PSP, ou ainda junto dos tribunais.


 


O artigo foi escrito para a Blogazine, e poderá ser lido na íntegra aqui (pág. 16/17).

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Pedir algo em troca de ajuda é ajudar?


imagem visao.sapo.pt


 


Esta semana fui à escola da minha filha entregar as facturas dos livros e material escolar, com vista ao reembolso de uma parte do valor, de acordo com o escalão. 


Para o 2º ciclo, e escalão B, tenho direito a 59 euros de reembolso em livros, e 8 euros em material escolar. Não é muito, tendo em conta o valor total que gastei, mas é uma pequena ajuda, à qual tenho direito e, por isso mesmo, é bem vinda.


Já o ano passado tinha feito o mesmo, e devolveram-me ao fim de alguns dias o valor. Nunca, em momento algum, pediram algo em troca.


Este ano, a funcionária avisa-me que, no final do ano lectivo, terei de entregar dois livros do 6º ano à escola, que constituem o valor que me irão reembolsar!


Será que sou eu que estou a fazer um filme, que não tem razão de ser, com esta "obrigação"  ou isto é completamente descabido?


Então nós compramos os livros, temos direito a uma ajuda para compensar o custo dos mesmos, mas depois, para poder usufruir desse direito, temos que ficar sem os livros no final do ano? É quase como se a escola nos estivesse a comprar os livros.


Então e se os livros não estiverem em bom estado, ficam com eles na mesma? E se não entregarmos, não nos concedem a ajuda no ano seguinte? E se os livros não servirem para os alunos que forem para esse ano, devolvem-nos?


Eu sei que sou muito picuinhas com as minhas coisas e, por norma, gosto de guardar os livros todos. Talvez por isso esteja a ser difícil assimilar esta norma. Mas não podiam encontrar outra maneira de sustentar o Banco de Livros?


É que eu gosto de ajudar de livre vontade, e não porque me obrigam a fazê-lo. 


 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Vamos todos ser refugiados?!


 


Não querendo minimizar a situação complicada que os refugiados estarão a viver, não deixa de ser triste quando os problemas dos outros se conseguem sobrepor aos que se vivem no nosso país. E quando é manifesta a facilidade e rapidez com que os resolvem, por comparação às lutas que temos que travar por direitos fundamentais, e que quase sempre perdemos, com justificações que já não convencem ninguém.


A última notícia, que caiu como uma bomba entre nós, diz respeito à saúde. Ao que parece, os refugiados vão ter direito, no prazo de uma semana, a um médico de família! O meu marido, está à espera da atribuição de um médico de família há meses! Como ele, estão muitos outros portugueses.


E, adivinhem, vão ficar isentos do pagamento de taxas moderadoras!


Por outro lado, 4500 refugiados "não representam um número importante de pressão para os serviços", diz Francisco Jorge, responsável para a Saúde do Grupo de Trabalho para a Agenda Europeia para as Migrações. Mas basta haver um surto de gripe ou outro problema, para os serviços de saúde ficarem caóticos.


Aos portugueses, que se vêem de um momento para o outro numa situação financeira complicada, retiram-lhes as casas que não conseguiram pagar ao Banco. Essas mesmas casas, servem agora para alojar os refugiados que precisam de abrigo! E isto são apenas alguns exemplos.


Então e nós? O que somos aqui em Portugal? Que consideração é que mostram por nós?


Se calhar, temos todos que passar a ser refugiados... 


 


 

As ofertas do Intermarché

 


 



 


No fim de semana fui às compras ao Intermarché. O meu marido também. 


Descobrimos que está em vigor uma campanha de Natal.


Por cada 30 euros de compras, o Intermarché dá presentes, em forma de um pequeno envelope fechado para descobrir o que nos calhou na sorte.


Pois entre 500 euros de compras em cartão, tablets e smartfones, ao meu marido calharam-lhe dois brindes surpresa de Natal, que nada mais são que pequenos bonecos de plástico, a levantar no balcão central.


Já a mim, em quatro envelopes, 4 "experiências gourmet"! Logo a mim, que não sou muito dada a coisas gourmet. Estas ofertas consistiam, então, em degustação de vinhos, provas de queijos ou enchidos, workshops de chocolate, etc.


Vou ao site consultar os parceiros para efectuar a marcação mas, sinceramente, estes prémios não me cativam mesmo nada.


Em último caso, o que ainda me agrada é provar o bolo de chocolate mais feio de Lisboa e o chocolate quente, no restaurante vegetariano Bem Me Quer, em Lisboa. Mas o mais certo é irem todas parar ao lixo, sem qualquer uso.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ambição sim, mas humildade também se usa!


Imagem www.darcanal.pt


 


Estava tudo a correr tão bem com a actuação deste concorrente, e ele tinha que estragar tudo.


O Romeu pareceu-me um jovem muito simples, com um timbre muito bonito e com muitas hipóteses de singrar no mundo da música. E conseguiu virar as cadeiras da Marisa, da Áurea e do Anselmo. 


Mas, depois de ouvidos os elogios e na hora de escolher o mentor, "caiu-lhe a ficha", e desapontou todos com o seu método de escolha.


Como disse a Áurea, e muito bem, o que ele deveria pensar era com qual daqueles mentores ele teria mais possibilidades de aprender, e qual deles o poderia ajudar a vencer.


Que ele queira fazer da música profissão e sonhe em fazer a primeira parte dos concertos de músicos como os mentores, é legítimo. Ambição, se comedida, nunca fez mal a ninguém.


Agora dizer que escolheria aquele que o convidasse para fazer uma primeira parte, assim do nada, já é demais.


Ainda que fosse apenas uma brincadeira (que não me parece o caso), essa atitude caiu muito mal aos jurados, e penso que a muitos espectadores também.


Humildade também se usa, e pode muitas vezes levar mais longe que a ambição desmedida.

Venham conhecer a Maria!

Imagem Cultura 1.jpg


 


Maria é a forma como se apresenta, e gosta de ser conhecida pelo público. Simplesmente, Maria!


 


Foi no passado mês de setembro que ouvi, pela primeira vez, a Maria, e posso-te dizer que fiquei rendida.


Ela veio atuar na primeira parte do concerto do Anselmo Ralph e era-me, até essa altura, completamente desconhecida.


No entanto, é impossível não gostar da incrível voz da Maria que, para além de cantar muito bem, também dança. A verdade é que, por onde tem passado, não tem deixado ninguém indiferente.


 


Imagem Cultura 3.jpg


 


De norte a sul do país, a Maria tem atuado com nomes bem conhecidos da música portuguesa, como convidada, na primeira parte de diversos concertos. Para isso terá contribuído, certamente, a preciosa ajuda do seu manager Rui Almeida.


A sua estreia aconteceu a 6 de junho, na Arena de Portimão, na abertura do espetáculo de Mickael Carreira com a tour “Sem Olhar Para Trás”.


Desde então, atuou na primeira parte do concerto do Agir, no Festival Agitagente, em Monforte, em vários espetáculos de David Antunes & Midnight Band, e abriu o concerto do Anselmo Ralph, em Mafra.


Em Julho, esteve também no programa Alô Portugal, da Sic Internacional, para dar a conhecer o seu projeto e a sua música.


Mais recentemente, atuou também nas primeiras partes do Mickael Carreira, em Castro Daire e Gândara dos Olivais


 


Imagem Cultura 4.jpg


 


A acompanhá-la, estão quatro bailarinos – Igor Lima, Daniel Soares, Gabriel Vieira e Tiago Fernandes. Uma banda, para já, ainda não é possível, embora seja esse o seu desejo a longo prazo. Primeiro, é preciso dar-se a conhecer.


E é por isso que a Maria está a apresentar o seu projeto de originais ao vivo. Neste momento, conta já com três músicas, cantadas em inglês – “Crash”, “Junction” e “Precipitation”, sendo que a primeira é, sem dúvida, a minha preferida.


Entretanto, Maria está a gravar novos temas, dentro do Pop, R&B e Reggae, quem sabe também em português, para o seu primeiro álbum, que poderá sair no início do próximo ano.


Com a colaboração do coreógrafo Filipe Rico, do diretor musical Nuno Junqueira e da letrista Paula Costa, e um enorme talento natural para a música, adivinha-se um grande futuro para Maria no mundo da música. Atrevo-me a dizer que ela é, sem dúvida, a artista/cantora revelação de 2015!


 


Imagem Cultura 5.jpg


 


Mas, afinal, quem é a Maria?! Não haverá ninguém melhor que a própria Maria para falar um pouco mais sobre si. Com a simpatia, simplicidade e humildade que lhe são características, a Maria concedeu, gentilmente, um pouco do seu tempo para responder a algumas perguntas, e o resultado foi esta pequena entrevista que aqui partilho:


 


Marta: Maria, agradeço uma vez mais, em meu nome e em nome da Blogazine, a tua disponibilidade para esta pequena entrevista! Em primeiro lugar, e penso que todos devem perguntar o mesmo, quem é a Maria?


Maria: A Maria é uma adolescente normal que está a tentar seguir o seu sonho, que é singrar na música e, como todas as adolescentes, estuda, tem aquelas paranoias próprias da idade, sai com os amigos…Mas com o acréscimo de estar a viver experiências espetaculares que muitas raparigas da minha idade gostavam de viver. Sou uma rapariga com a sorte de viver o melhor de dois mundos!


 


Marta: Como surgiu a música na tua vida?


Maria: Eu acho que a música não surgiu na minha vida, a música sempre fez parte dela. Não me lembro de não ouvir música! Ela é sem dúvida a minha zona de conforto.


 


Marta: Como tem sido o teu percurso até aqui?


Maria: O meu percurso tem sido muito variado. Comecei, como muita gente, no karaoke e nas festas das terras dos meus avós a fazer covers e foi aí que, através dos comentários e da experiência por si só, eu percebi “é isto que eu quero fazer, é isto que eu quero para a minha vida”.


A partir daí comecei a atuar com alguns artistas conhecidos, gravei três originais que irão ser lançados em breve e montei o meu próprio espetáculo, com base na performance, com o qual abri concertos de alguns artistas este ano.


 


Marta: Tens atuado com nomes bem conhecidos do panorama musical português, como Mickael Carreira, David Antunes, Agir ou Anselmo Ralph. Como tem sido essa experiência? Qual tem sido a reação do público?


Maria: Tem sido algo incrível! Em primeiro lugar fazer a abertura destes artistas é um orgulho para mim, pois aprendi muita coisa com eles e com as suas equipas.


A experiência de cantar para milhares de pessoas é alucinante,…depois de se experimentar torna-se um vício.


A reação do público tem sido muito boa, todo o apoio que tenho recebido tanto nos concertos como nas redes sociais tem sido fabuloso. Aproveito desde já para agradecer a todas essas pessoas porque sem elas nada disto era possível.


 


Marta: Nestas atuações, tens estado a divulgar 3 temas originais – Crash, Precipitation e Junction. Quando é que podemos esperar o primeiro álbum de originais?


Maria: Estamos a trabalhar nele, no entanto ainda não tenho uma data definida para o lançamento, mas espero lançá-lo em 2016. Para já estamos a tratar das gravações para o primeiro videoclip do tema “Crash”, que sairá brevemente.


 


Marta: Estes primeiros temas são cantados em inglês. Haverá também temas em português?


Maria: Sim, o meu objetivo é, precisamente, cantar nestas duas línguas.


 


Marta: Quais são os teus planos para o futuro?


Maria: Em simultâneo, com a música pretendo tirar o curso de Medicina.


 


Marta: Onde vamos poder ouvir a Maria, até ao final do ano?


Maria: Brevemente anunciarei novas datas, para já ainda não posso falar sobre isso.


 


Marta: Resta-me desejar-te muito sucesso na tua carreira, e que continues a surpreender o público português como o tens feito ao longo deste ano!


Maria: Muito obrigada, e obrigada pelo convite, foi um gosto!


 


 


Artigo e entrevista na edição de novembro da BLOGAZINE 

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Porque é que gosto da telenovela "Coração d'Ouro"?

 


Imagem sic.sapo.pt


 


Porque, até agora, conseguiu prender-me todos os dias, com um acontecimento ou reviravolta em cada um dos episódios que exibiu!


O que é muito raro, porque existem muitas em que os principais acontecimentos são apenas no início, e depois passam o resto do tempo em "banho maria".


Penso que esse é o grande segredo para o sucesso de uma telenovela, e para as audiências se manterem - uma boa história, excelentes actores, a expectativa e acção constante e, claro, um horário acessível.


Que continue sempre assim!


Curiosamente, está a passar durante a tarde a repetição da telenovela Dancin Days, que foi uma das poucas que gostei e acompanhei do início ao fim.

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!