quarta-feira, 15 de junho de 2016

Fazer pisca quando se muda de direcção

Costuma fazer pisca quando muda de direcção? é a pergunta colocada hoje na homepage do Sapo, um dia depois de ter sido divulgado um estudo da Prevenção Rodoviária Portuguesa sobre esta questão.


No entanto, se na resposta à pergunta colocada pelo Sapo, são estes os resultados:


 


Sim, sempre: 16209 votos - 75%


Nem sempre: 5119 votos - 24%


Raramente: 388 votos - 2%


 


O estudo vem mostrar o contrário - que quase metade dos condutores não faz "pisca" quando muda de direcção.


Isto lembra-me logo o meu marido, que passa o tempo a reclamar porque os outros condutores não fazem pisca, e ele é que tem que adivinhar para onde é que eles vão virar, se é que vão virar!


De vez em quando, lá dá uma buzinadela e faz sinal a esses condutores, para ver se se lembram de que, se têm pisca, para alguma coisa serve!


Pior que não fazer pisca, só mesmo fazê-lo paraum lado, e virar para o lado inverso!


 


E por aí, costumam fazer pisca? Costumam irritar-se com quem não o faz?


 



 


 

10 comentários:

  1. Ouvi hoje de manhã este estudo e estava incrédula. Porque não utilizam o pisca? É tão simples e facilita tanto!

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  2. Dá trabalho!
    Isso acontece muito nas rotundas. Em estrada,os casos são menores.

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  3. Não fazem mesmo. Tenho aqui um sítio onde atravesso perto de casa (fora da passadeira diga-se de passagem, o que também não é bonito ) mas tenho sempre que esperar que não haja carros porque nunca sei se vêm para cima de mim ou se vão fazer o caminho contrário. É raro o que se define com sinais de luzes.

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  4. Também costumo atravessar algumas vezes fora da passadeira :)
    Curiosamente, a única vez em que um carro me bateu foi ao atravessar na passadeira!
    Como não conduzo, não ligo muito ao pisca, mas ainda este fim de semana o meu marido reclamou com um por esse motivo.

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  5. Foste mesmo atropelada?! Eu acho que se um dia for também será na passadeira.
    Há com cada ave rara a não respeitar as passadeiras. É incrível. A nova é não pararem mas pedirem desculpas com a mão. Se me atropelarem bem valem as desculpas.

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  6. Não foi um atropelamento sério :)
    Ia eu a atravessar para um lado, e um senhor para o outro. Veio uma carrinha daquelas de caixa aberta e, conforme ia, passou por nós sem parar. Ao senhor, bateu-lhe nas pernas. A mim, apanhou-me o braço e a mão, e a mala no chão com a alça rebentada.
    Doeu-me, mas segui o meu caminho. À noite é que foram elas: dores e a mão inchada.
    Agora têm muito essa mania, de pedir desculpas com a mão ao passarem. Como diz o meu marido "as desculpas não se pedem, evitam-se". Andam todos cheios de pressa, fingem que não vêm, e muitos param por obrigação e grande sacrifício.

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  7. Confesso, para virar à direita, às vezes escapa
    Para a esquerda não, faço sempre

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  8. Eu não conduzo, mas se o fizesse, na hora de fazer o pisca, de certeza que me trocava toda com as direitas e as esquerdas!

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  9. Dito parece difícil, mas quando se vai a conduzir não se pensa "direita ou esquerda" é como quando vamos a andar, um bocadinho automático.

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  10. Pois, mas no meu caso, que tenho sempre que parar e pensar de que lado é uma e outra, não seria assim tão automático :) Ainda provocava um acidente!

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