quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A Rapariga no Comboio - quando o filme é tão bom como o livro!

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Regra geral, filmes baseados em livros deixam sempre muito a desejar, e desiludem quem já leu a obra.


Não foi o caso deste filme!


Já li o livro há mais de um ano. Recordava-me da história, embora alguns pormenores estivessem já esquecidos. Não me importei de já saber quem era o mau da fita, mas foi engraçado ver outras pessoas ao nosso lado a tentarem adivinhar e comentar sobre isso.


O meu marido também deu os seus palpites, mas eu só lhe respondia "tens que ver o filme para saber se estás certo"! 


A Emily Blunt esteve excepcional na sua interpretação, um exemplo de como um desgosto pode transformar alguém, de onde uma pessoa pode chegar à custa do álcool mas, sobretudo, de como uma pessoa nociva e sem escrúpulos ao nosso lado nos pode manipular e deitar ainda mais abaixo, fazendo-nos acreditar que somos uma pessoa que não somos. 


A Rachel conseguiu reerguer-se e encontrar o seu caminho. E, tenho a certeza, ainda hoje está a percorrê-lo numa qualquer carruagem de comboio, imaginando não só a vida daqueles que observa pela janela, mas pensando principalmente na sua própria vida, que agora recuperou!

2 comentários:

  1. Eu li o livro e adorei, mas ainda não vi o filme. Tenho que ver

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  2. Eu nem sabia que ainda estava no cinema. O meu marido é que comprou os bilhetes e me disse que era para este filme!

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