sexta-feira, 31 de março de 2017

The Lodge - a série mais rápida e curta que já vi!

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A série The Lodge estreou no Disney Channel a 20 de Março, e terminou ontem!


A primeira temporada foi constituída por 10 episódios, emitidos de 2ª a 5ª, tendo dado 2 episódios na estreia, e 2 no último dia.


Cada episódio tem o máximo de 25 minutos, que incluem o que deu no episódio anterior, e o que irá dar no próximo, o que significa que, na totalidade, vimos uma série de cerca de 3 horas e meia, em duas semanas!


Querem mais rapidez que isto?!


E ainda eu me queixo que não tenho paciência para enrolar, quando escrevo. Ao que parece, ainda há quem queira despachar as coisas mais depressa. É que mal uma pessoa estava a entrar no espírito, já o final estava à porta.


Falta muito para a próxima temporada?


 


 


The Lodge conta a história de Skye, uma miúda de 15 anos que se muda, após a morte da mãe, da cidade grande para uma cidade do interior da Irlanda, onde vai ter como missão impedir a venda do hotel da família, até aí gerido pelo avô, e passar a gerir ela própria o hotel.


Pelo caminho, faz amigos, alguns inimigos, descobre segredos e fica dividida entre dois amores. No ar, a criar expectativa, fica a dúvida sobre qual dos dois ela escolheu, e o que vai a sua inimiga fazer com o mapa do tesouro, que a mãe de Skye tinha escondido, e que pode ajudar a salvar o hotel. 


 


 


Da série destaco ainda as músicas, que são muito giras!


 


 



 


 

Sugestões para o fim-de-semana


(cliquem na imagem)


 


 


As sugestões deste semana do Fantastic ameaçam arruinar a vossa dieta!
Ora vejam:


Festival Hamburger
Festa do Chocolate
Feira de Doçaria Conventual
Festival de Sopas e Condutos



Mas, depois, podem sempre dar um saltinho à Zumba Flower Power Party, ou dançar ao som de Diogo Piçarra e Filipe Pinto.


E não se esqueçam d' "Os 39 Degraus",com actuação de Rita Pereira.


Há ainda espaço para uma noite na biblioteca, um regresso ao passado com uma feira medieval, circo e danças orientais.


Para ficar a conhecer todas as propostas para a semana de 30 de março a 5 de abril, espreitem as propostas que escolhemos!


quinta-feira, 30 de março de 2017

Que resposta se dá a isto?!

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Ah e tal, eu compreendo perfeitamente.


Faz muito bem em proceder assim, é a forma mais correcta.


Está certíssimo e, no seu lugar, faria o mesmo.


 


Mas...


 


Será que não pode abrir uma excepção, e fazer precisamente o contrário, só para mim?!

Histórias soltas #11

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- Deve o passado ficar no passado?


- Eu diria que sim. Se é passado, para quê pensar nele?


- E se esse passado não for assim tão passado, e se repetir no presente?


- É isso que está a acontecer?


- Não sei…


- Então porque colocas essa hipótese?


- Sinais. Por vezes, recebo sinais.


- Sinais?


- Sim. Sabes quando duas coisas não fazem sentido, isoladamente, mas começam a fazer quando as juntamos?


- Como se fosse um puzzle?


- Sim. O problema é que só tenho duas peças, uma do passado, outra do presente. Não são suficientes para chegar a uma conclusão.


- Existe alguma forma de saberes a verdade?


- Duvido. Mesmo que confrontasse a pessoa em causa, ela poderia mentir-me, e eu continuaria na dúvida.


- Mas gostavas de saber a verdade?


- Gostar, gostava. Mas, ao mesmo tempo, tenho receio do que ela possa revelar, e de como possa afectar o presente.


- Achas que iria afectar o teu presente?


- Da minha parte, penso que não. A não ser que o que julgo ser passado seja, afinal, presente.


- Mas não tens forma de o saber.


- Não…


 - Se é assim tão importante para ti, o que tens a fazer é confrontar a pessoa, e ouvir o que ela tem a dizer.


- E se isso destruir o que temos?


- É um risco que terás que correr. O preço da verdade, da desconfiança, da dúvida e da certeza. Mas podes, em alternativa, empurrar tudo de volta para o passado.


- E conseguirei viver nesta eterna dúvida?


- Se for essa a tua decisão, terás que pôr as dúvidas para trás das costas, e seguir em frente, ou não conseguirás viver plenamente a tua vida.  


 

quarta-feira, 29 de março de 2017

Semana de aulas sem aulas

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Terminou ontem a maratona de testes da minha filha.


Como já tinha referido, os testes do mês de Março tiveram que ser marcados quase em cima uns dos outros, devido à viagem que parte da turma iria fazer na última semana de aulas.


As viagens escolares, consideradas visitas de estudo em âmbito escolar, têm que ser realizadas em tempo de aulas, devido ao seguro escolar. Para além dos alunos, claro, vão também diversos professores como responsáveis. Partiram hoje de madrugada, e só voltam no último dia de aulas.


 


O que é que isso significa?


Que, quem fica, vai ter uma semana de aulas sem aulas!


Não podem dar matéria, porque não estão todos presentes. Vão passar o tempo a ver filmes e noutras actividades, para ocupar o tempo. E algumas aulas, nem sequer as têm, porque os professores foram na viagem.


Significa que se andaram a matar a estudar para tudo ao mesmo tempo, para agora se desperdiçarem todos estes dias.


 


A minha filha, mesmo não tendo ido, agradece esta "meia folga". Pode ir mais tarde para a escola, sai mais cedo, e desanuvia um bocadinho, até às férias.


 


Mas é por estas e por outras que eu cada vez me revolto mais com o sistema de ensino.


 

terça-feira, 28 de março de 2017

Também fomos "atacados" pela Via Livre

Vialivre


 


A recepção da carta


Na nossa caixa de correio encontro hoje um aviso para levantar nos CTT uma carta, cujo remetente era a Via Livre, destinada ao meu marido. Nunca tinha ouvido falar da mesma, e não fazia a mínima ideia do que poderia ser.


O meu marido foi pesquisar na net, e percebeu que tinha a ver com cobranças ilegais de portagens, nas quais a maioria dos visados nunca tinha passado!


De qualquer forma, disse-lhe que o melhor era ele ir levantar a carta e ver do que se tratava.


E, lá está, era o que ele suspeitava! Uma carta para cobrança de portagem, ocorrida em setembro de 2016, com entrada em Faro!


Ora, escusado será dizer que nunca estivemos em Faro, logo esta cobrança é indevida.


Na dita carta, era-nos dado um prazo para pagamento, sob pena de a cobrança se converter num processo judicial. Era também mencionado que, caso não recebessemos a carta, seria enviada uma nova, desta vez, simples, e que o prazo se contaria a partir da recepção dessa, considerando-se entregue.


Pedia também, na eventualidade de não ser o meu marido o condutor da viatura nessa altura, que identificássemos o mesmo. Ora, não tendo emprestado o carro a ninguém, e já estando em nosso poder nessa altura, só poderia ser o meu marido o condutor.


 


O que fazer, então?


Não pagar, e reclamar?


Gastar para não pagar, ou pagar para não gastar?


O valor era de pouco mais de 3 euros. 


Enviar uma carta registada com aviso de recepção ficaria por esse valor. Compensaria?


O meu marido decidiu pagar, para não ter mais problemas, e porque o valor era pequeno. Mas se o valor fosse maior, já pensava duas vezes.


Ainda assim, estamos a ponderar se não valerá a pena responder e pedir a devolução. 


 


Mais alguém por aí foi atingido?


Ao que parece, e pelo que vimos na net, já é uma prática recorrente, e são várias as vítimas que se queixam destas cartinhas, e de burlas que as mesmas envolvem, a maior parte delas com referência à A22.


Quando feitos pedidos de esclarecimento, recusam-se a dar informação que, segundo dizem, não são obrigados a dar.


Outras vezes, as respostas tardam a chegar, ou nem sequer vêm.


Já passaram por alguma situação destas?

A facilidade com que levantamos a mão para bater

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Não é de hoje que vemos pais darem umas boas palmadas aos filhos quando fazem birra ou se portam mal, e dão cabo da paciência aos pais.


Antigamente, bem ou mal, era prática corrente e ninguém contestava. Nos últimos tempos, tem sido constantemente reprovado este método de resolução de um problema, castigo, repreensão ou chamada de atenção à criança.


Passámos do 8 ao 80.


 


 


É verdade que bater não resolve nada, não educa, não faz os nossos filhos perceberem o que fizeram de errado. Mas confesso que já dei umas palmadas à minha filha quando era pequena, e que ainda hoje, por vezes, quando começa a aparvar, me dá vontade de lhe dar umas lambadas!


Sim, dá vontade. Mas daí a fazê-lo ainda vai uma longa distância. A maioria das vezes, fico-me pela vontade, e a coisa passa. Mas é preciso ela aprontar das boas, e eu estar mesmo com os nervos em franja.


 


 


No entanto, algo que tenho reparado é que, actualmente, ainda se vêem muitas pessoas bater nos filhos, independentemente do local onde estejam, ou de quem esteja a ver.


Aliás, é incrível a facilidade com que nos vemos impelidos a levantar a mão, para bater. À mínima coisa, lá está ela no ar, pronta para atingir o alvo.


E no outro dia assisti a uma cena que me fez (e penso que a mais pessoas que calharam ver) alguma confusão, pelo contexto em que ocorreu.


Pelo que percebi, estavam mãe e filha no McDonald's, a fazer o pedido na máquina. A filha estaria a fazer o pedido, mas deve ter-se enganado, algo perfeitamente normal, que já me aconteceu tantas vezes. De repente, a mãe começa a reclamar com ela e a dar-lhe estalos na cabeça, só descansando quando a filha a deixou tratar do assunto. 


Pôs a miúda a chorar, à frente de todos, e revoltada com a mãe, por a estar a tratar assim.


 


 


Não sei se já se tinha passado alguma coisa antes, que justificasse tal atitude, mas era escusada. 


 


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Aquele momento em que a torradeira não dispara...

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...e quando chego à cozinha só vejo fumo por todo o lado, porque as torradas não saltaram e estão a esturricar!


Desligada a torradeira, e retiradas as torradas, que se resumem a dois pedaços de carvão, resta-me fechar a porta que dá para o corredor, para evitar que o fumo se propague (ainda mais) para outras divisões e fiquemos todos intoxicados, e abrir a janela da entrada, mesmo a chover, para tentar que saia a maior parte do fumo.


Ainda hoje, passados 3 dias, se nota o cheiro a queimado mal se entra em casa! 


Desde então, tem trabalhado normalmente. 

segunda-feira, 27 de março de 2017

Sortilégios, de Manuel Soares Traquina

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Terminei hoje de ler "Sortilégios", de Manuel Soares Traquina.


Este livro antecedeu "Desamores", e também ele fala de amores e desamores na adolescência, e de como estes podem sobreviver a todas as adversidades ou, simplesmente, morrer à primeira contrariedade.


 


"Sortilégios" está dividido em duas partes.


Na primeira, temos toda uma história passada na Brunheta, sobretudo na Casa Grande, que pertence aos avós de Jacinto.


 


 


A história começa com a matança do porco, que reune na Casa Grande toda a família, amigos, vizinhos e trabalhadores, num ritual de festa que, a Jacinto, lhe causa uma certa repugnância pela forma como tratam os pobres porcos nestes dias.


Não tive a sorte de conhecer os meus avós, mas consegui vislumbrar todo aquele ambiente através das magníficas descrições com as quais Manuel Soares Traquina nos brinda, e que nos consegue transmitir tudo o que ali se vivia, como se também nós fizessemos parte daquela história! 


É quase como se estivéssemos a ver através de pinturas, todas aquelas cenas que são descritas.



Se tivesse que escolher algumas palavras para descrever o que se vivia na casa Grande seriam, talvez, "família", "festa", "união", "cumplicidade", "simplicidade" e "alegria".



A família junta, nos poucos momentos em que ainda se reunem todos naquele local onde nasceram e foram criados, e do qual há muito partiram. A festa que é, tanto para os adultos, que para além do ritual da matança do porco e do que se lhe segue, ainda comem, bebem e jogam às cartas, como para as crianças, que aproveitam estes dias para brincar, correr, conviver de perto com os animais e as tarefas do campo. A união entre todos, e a entreajuda que vemos, para um propósito comum, e que só é possível de ver neste meios mais pequenos, onde toda a gente se conhece e quase forma uma família. A cumplicidade entre avô e neto. A simplicidade como as pessoas por ali vivem, e a alegria que reina por todo o Casal.


 


 


A Casa Grande, e a Brunheta são como um paraíso, que Jacinto sempre adorou mas no qual, nos últimos tempos, tem vindo a perder o interesse de outrora. Em breve ele irá estudar para Coimbra, e nada será como antes.



Isto faz-me lembrar como nós, inconscientemente, começamos a sofrer por antecipação perante a iminência de vivermos algo pela última vez, ou pela mera possibilidade de um determinado momento não se vir a repetir.


Ao invés de desfrutarmos, de vivermos e sentirmos ainda mais, sem receios, acabamos muitas vezes por nos contrair, por nublar a nossa mente de pensamentos negativos, e de passar esses momentos de forma mediana, amargurada, sem tirar proveito do que deveria ser, a verificar-se, uma despedida para nunca mais esquecermos. Algo dentro de nós nos impede de usufruir do presente e do que de melhor ele tem para nos dar, fazendo-nos viver ensombrados por um futuro que ainda está por vir.



 


Mas, quando Jacinto começava a desligar-se da Brunheta, algo o fez voltar a desejar como nunca ali estar! 


E aqui temos o primeiro vislumbre dos sortilégios que ocorreram a Jacinto. Cecília, afilhada dos seus avós e menina do campo, conseguiu encantá-lo, enfeitiçá-lo, seduzi-lo. E, ao mesmo tempo, também ela foi acometida pelo mesmo amor por Jacinto.


Só havia algo com que ambos não contavam: que Silvério, amigo de Jacinto, também estivesse interessado em Cecília e tencionasse pedir-lhe namoro. Nem tão pouco que Silvério descobrisse por que motivo foi rejeitado, e fosse capaz de recorrer a sortilégios, para acabar com o romance de Jacinto e Cecília, como forma de vingança.


 


 


A segunda parte do livro ocorre vários anos depois.


Jacinto está em Tomar. Os seus avós morreram. A Casa Grande foi vendida. A maior parte dos habitantes da Brunheta já tinha partido para outro mundo, ou emigrado, deixando aquele local abandonado, e sem o encanto que o caracterizou durante anos.



A vida vai passando e tudo vai mudando sem conseguirmos fazer nada para o impedir. Também nós vamos mudando. As cicatrizes vão-nos tornando mais fortes, mais resistentes, mais calejados, mas também mais soturnos, menos crentes, mais conformados... 



Afinal, o que se pode fazer quando não se sabe o que fazer, nem por onde começar. Quando não se tem a mínima ideia de como começar, ou onde procurar. Quando não se consegue perceber o que terá levado àquela situação? Depois da revolta, da inquietação, do desespero, da tristeza, da impotência, apenas conformar. Muitas vezes, guardando mágoa, mas também saudade, e um desejo profundo que, um dia, tudo mude. 


 


A primeira parte foi marcada pelo enlevo, pelo encanto, pelo amor puro, pela esperança. E terminou com a separação de Jacinto e Cecília, tendo ela emigrado com o pai e a irmã para o estrangeiro, sem qualquer despedida, justificação, notícia, nada...


 


E na segunda parte, como iremos encontrar Jacinto, na sua nova vida?


Terá encontrado, de novo, o amor?


E o que terá acontecido, verdadeiramente, a Cecília?


 


Descubram tudo em "Sortilégios", um romance que nos vai prendendo, e nos leva a querer saber como vai terminar, revelando se, de facto, se trata de uma história de amor, ou de desamor!


 


 

O "não" está sempre garantido!

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Se não lutarmos por aquilo que queremos, quem o fará?


Sempre fui mulher para ficar quieta no meu canto, e não me aventurar em certas coisas porque o mais provável era não resultar, o mais certo era ouvir um "não" como resposta.


Mas, de há uns tempos para cá, tenho agido de forma diferente. 


É verdade que o "não" está sempre garantido. Mas também pode vir um talvez ou, quem sabe, um sim. E nunca saberemos se isso acontecerá se não arriscarmos, se não tentarmos. Quem não arrisca, não petisca!


Afinal, o que temos a perder? Nada.


Mas podemos vir a ganhar!


 


Sim, por vezes (muitas vezes) é mesmo o tão esperado "não" que chega, isto quando chega alguma coisa. E sim, desanimo. Queria que tivesse dado certo. Não consegui. E dá vontade de voltar a ficar quietinha e não perder tempo com mais nada.


Mas a vida é mesmo assim. Ouvimos muitos "nãos", e ainda havemos de ouvir muitos mais.


Passado o desânimo, está na hora de levantar novamente os braços e continuar a lutar pelos objectivos. 


Se der, melhor. Se não der, paciência!


 


 


 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Joãozinho em mais uma aula de físico-química

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Joãozinho, dê um exemplo de um material de origem vegetal.


Não sei, professora.


 


Vou-lhe dar uma ajuda: de que material são feitas as suas cuecas?


Depois de pensar, Joãozinho responde: de plástico!


 


De plástico?!


Oh menino Joãozinho, que disparate. Vou dar mais uma ajuda: começa por "a" e é parecido com o linho.


 


O menino Joãozinho pensa mais um pouco e, como se tivesse acabado de chegar a uma brilhante conclusão, responde:


Já sei, senhora professora! São de alumínio!


 


 

Um agradecimento especial a Manuel SoaresTraquina

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Há uns dias atrás, através da minha parceria com a Chiado Editora, tive oportunidade de ler o livro "Desamores", do autor Manuel Soares Traquina.


Tive também oportunidade de entrevistar o autor para a minha rubrica, uma entrevista que me deu muito prazer fazer.


Como forma de agradecimento, Manuel Soares Traquina presenteou-me com a sua outra obra "Sortilégios".


 Muito obrigada!


Comecei a lê-lo ontem, e estou curiosa para saber o que virá :)

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


 


HMB, Cuca Roseta, União das Tribos, The Black Mamba e Os Aurora são algumas das sugestões musicais do Fantastic para a semana de 23 a 29 de março.
A gastronomia, o teatro infantil e de marionetas e a quinzena da juventude também estão presentes. Confiram tudo na rubrica Fora de Casa!

quinta-feira, 23 de março de 2017

O Gnomo Elias: Elias e o Medalhão Perdido

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Há dias recebi este livro, e consegui finalmente lê-lo!


É uma história elaborada para as crianças, que junta seres míticos e encantados como gnomos e fadas, aos animais da floresta, acrescentando ainda uma pitada de magia.


Tudo começa quando o tio Hipólito avisa o seu sobrinho Elias que o vai visitar em breve, e precisa do medalhão da família.


Só que Elias não faz ideia de onde o pôs, e sabe que vai estar em maus lençóis se não o encontrar, e se o tio descobrir que ele o perdeu.


A fada Bianca percebe que o gnomo Elias anda mais rezingão e estranho que o habitual, e tenta perceber o que se passa com o amigo. Nesta história, a fada Bianca representa a personagem cómica, tagarela, cusca e extrovertida, mas ainda assim, amiga e eficaz, apesar de um pouco desastrada.


 


Depois de Bianca comentar com a sua amiga cerva, também esta fica preocupada, e decide ajudar o seu amigo. E, qual não é o meu espanto, quando Bianca chama pela sua amiga. "Amora!".


Sim, a cerva chama-se, imaginem, Amora Silvestre! O mesmo nome da nossa gata!


Aqui, esta Amora representa a racionalidade, a ponderação.


 


Cada uma à sua maneira, Bianca e Amora vão tentar ajudar Elias a encontrar o medalhão perdido, de que tanto ouviram falar, e que julgam ter poderes mágicos que, caindo nas mãos erradas,podem pôr em perigo toda a floresta.


Será que vão conseguir fazê-lo a tempo, antes da chegada de Hipólito?


 


Destaco ainda uma outra curiosidade pessoal: eu costumo chamar à nossa Becas "o nosso guaxinim".


E não é que ela tem mesmo a cauda igual aos guaxinins desta história!


 


 


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Para quem tem filhos pequenos, que gostem deste género de histórias, eu aconselho.


É um livro pequenino, que se lê bem em poucos minutos, e que fará, com certeza, a delícia dos mais novos!


 


 


 


 


 

quarta-feira, 22 de março de 2017

O blog não é um painel de publicidade

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Ainda esta semana recebi um email de uma empresa, a dizer que queria "comprar" um espaço no meu blog, para publicitar a dita empresa.


 


Em primeiro lugar, esses emails costumam ir logo em seguida para o lixo, sem sequer me dar ao trabalho de consultar as ditas empresas, até porque a maioria é trafulhice certa.


 


Em segundo lugar, mesmo que pudesse, eventualmente, fazer uma troca de divulgações, de ambas as partes, a maioria nem sequer se enquadra no espírito do blog, pelo que seria totalmente descabido.


 


Em terceiro lugar, e mais importante, lamento informar mas este é o meu blog!


É pessoal, sou eu que escrevo nele, sobre aquilo que me apetecer. Não é um painel publicitário, como esses que encontramos nas ruas, onde se coloca publicidade a promover empresas e serviços.


Aqui não há espaços à venda para promoção ou publicidade. Nem tão pouco tenho o blog para facturar com ele.


 


Por isso, futuros anunciantes, podem poupar o vosso tempo porque o meu blog não está à venda nem para arrendamento, no que toca a publicidade.


Qualquer divulgação ou promoção que possa fazer, será sempre de forma gratuita, se se inserir nos temas do blog. E, de preferência, feita com base na minha experiência pessoal.


 

Ai a minha vida - a lista continua a aumentar!

A Rapariga de Antes


 


SINOPSE


«Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»

O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.

EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz…

JANE:Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz.
Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes.



 


 


Escrito na Água


 


Já vos falei dele há dias


 


 


 


Encontras-me no Fim do Mundo


 


SINOPSE


Jean-Luc Champollion é aquilo a que os franceses chamam um homme à femmes. O encantador proprietário de uma galeria bem-sucedida ama a arte e a vida, é muito sensível ao encanto das mulheres, que de bom grado lho retribuem, e vive num dos bairros da moda de Paris, em perfeita harmonia com o seu fiel dálmata Cézanne. Tudo corre bem até que, uma da manhã, Jean-Luc encontra no correio um envelope azul, e a sua vida muda para sempre.

A missiva é uma carta de amor, ou melhor, uma das declarações de amor mais apaixonadas que o galerista já viu, mas não vem assinada: a misteriosa autora decidiu esconder-se e convida-o a descobrir quem é. Jean-Luc fica inicialmente confuso, mas decide alinhar. A remetente anónima forneceu-lhe um endereço de e-mail e desafia-o a responder. Mas a tarefa não é fácil. Em breve, Jean-Luc tem apenas um objetivo: descobrir a identidade da caprichosa desconhecida, que parece conhecer muito bem os seus hábitos e gosta de o provocar incessantemente.

Assombrado pelas suas palavras, Jean-Luc segue as pistas dispersas na correspondência, cada vez mais incapaz de resistir à mais doce das armadilhas. O objeto da sua paixão existe apenas no papel e na sua imaginação, mas ele sente conhecer melhor esta mulher do que os quadros expostos na sua galeria, mesmo que nunca tenha visto o seu rosto. Ou será que viu?



 


 


 


Desaparecidas


 


SINOPSE


Uma mulher sem identificação parece ser apenas mais um corpo a aguardar a autópsia no Instituto de Medicina Legal de Boston — até ao momento em que a doutora Maura Isles vê o cadáver abrir os olhos. A desconhecida, completamente em pânico, é levada de imediato para o hospital, onde acaba por matar um segurança e fazer vários reféns, incluindo a detetive Jane Rizzoli, que fora internada nessa manhã para dar à luz o seu filho.
No exterior do hospital, o marido de Jane, o agente do FBI Gabriel Dean, desespera ao ver as horas passarem sem que a polícia consiga resolver aquilo que tudo indica ser um vulgar sequestro de vários reféns. Contudo, depressa o caso começa a revelar-se bem mais complicado e com implicações mais profundas quando um segundo sequestrador entra em cena. E momentos antes de o grupo de resgate tomar o hospital de assalto para libertar os reféns, a mulher avisa Jane: «A Mila sabe.»
Quem é Mila? Qual o terrível segredo que esconde? E por que razão os serviços secretos estão tão empenhados em ocultar todas as provas que poderiam ajudar a resolver o caso? Numa corrida contra o tempo, Jane e Gabriel partem em busca da misteriosa Mila, que detém a chave que poderá desvendar o tenebroso mistério. Mas há mais alguém desesperado para a encontrar, e disposto a tudo para a silenciar…



 


 


 


As Desaparecidas


 


SINOPSE


Um thriller arrepiante, inteligente e cheio de suspense. Com excelentes críticas da imprensa internacional, é um livro perfeito para os fãs de A Rapariga no Comboio.



 


Destroços


 


SINOPSE


Lillian Linder é uma mentirosa. À superfície, aparenta ser a sobrevivente corajosa de um acidente de avião. Mas tem vindo a mentir à sua família e ao resto do mundo desde que os helicópteros de salvamento a resgataram a si e a Dave, outro sobrevivente, de uma ilha deserta no Pacífico Sul. Desaparecidos durante dois anos, tornaram-se estrelas e recebem as atenções de toda a imprensa. Mas nunca poderão contar a verdadeira história…

O público está fascinado por ambos, mas Lillian e Dave têm de regressar às suas vidas e esposos. Genevieve Randall, uma jornalista experiente e obstinada, suspeita que a história pode ser falsa e está determinada a desvendar a verdade a qualquer custo, mesmo que implique destruir as vidas de Lillian e Dave. Uma história eletrizante que nos faz questionar a importância da sobrevivência, tanto no meio da natureza selvagem como sob os holofotes da imprensa implacável.


 


 


Não há carteira para tantos livros!


 


Alguém por aí já leu algum deles?


terça-feira, 21 de março de 2017

A estreia do Got Talent Portugal

Foto de Got Talent Portugal.


 


Estreou ontem mais um Got Talent Portugal.


E, mais uma vez, um programa que abrange vários talentos diversificados, tende a valorizar aqueles, para os quais existem outros programas mais direccionados.


A culpa não é de quem se inscreve, nem de quem escolhe - é das regras.


Pelo pouco que vi, gostei da postura dos apresentadores.


 


 


Sobre os jurados


Foto de Got Talent Portugal.


Valha-nos o Pedro Tochas!


O Manuel, é o Manuel.


A Cuca, dispenso. Tragam de volta a Sofia Escobar :)


Deixei de simpatizar com a Cuca numa participação que ela fez, penso que numa das edições do Ídolos em que ela, ao invés de deixar brilhar o concorrente, ou pelo menos partilhar o brilho, ocupou-se de grande parte da música, deixando pouco para quem devia fazer mais.


E pelo que vi no domingo, a minha antipatia por ela mantém-se.


 


 


Sobre os concorrentes


Foto de Got Talent Portugal.


"Qual foi a parte da tua actuação, em que imitaste a Shakira?!"


Pergunto-me o mesmo!


E ela disse mesmo "youtuve"?!


Por momentos, confesso, pensei que fosse um travesti. Acho que, mal por mal, prefiro a Maria Leal!


 


 


 


Foto de Got Talent Portugal.


O Pedro Freitas surpreendeu-me. Quando ele disse que ia declamar poesia, pensei: "ui, já foste".


Mas a verdade é que foi espectacular! Do melhor que tenho visto no género. 


Poderoso, emotivo, expressivo. Só não sei até onde poderá chegar neste programa, que tende a valorizar sempre o mesmo.


 


 


 


Foto de Got Talent Portugal.


Mais uma "Micaela"? Sim, cantou muito bem, tem um dom incrível, mas pareceu-me que houve ali qualquer coisa (nervos, voz tremida?). Mas foi um momento marcante no programa. E teve direito ao botão dourado!


 


 


De resto, houve bons talentos a ser mostrados, e mais música e dança. 


Aliás, há concorrentes persistentes, e que já vamos conhecendo de outros programas. Foi o caso da Inês Gameiro na edição passada, e do Vadim, nesta. O que me faz alguma confusão é como bailarinos como estes, professores e habituados a competições, até a nível internacional, chegam a um programa e fazem uma atuação que levou os jurados a considerar apenas "suficiente", e com a Cuca a dar um "não".


 


Vamos aguardar pelos próximos capítulos!


 


Imagens Got Talent Portugal

segunda-feira, 20 de março de 2017

Mestres da Ilusão


Vi ontem o filme, e adorei!


Já tínhamos visto, em tempos, o trailer. Nessa altura estava para alugar. 


Há dias, passou na RTP, e gravei.


 


 


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Finalmente, um filme diferente!


Um filme que nos chama a atenção, que nos prende, que nos faz ficar de boca aberta com aqueles truques de ilusionismo, que não passam disso mesmo, truques e ilusão. Como sabemos, tudo tem uma explicação lógica. E alguns dos segredos vão mesmo sendo explicados ao longo do filme.


Tudo começa com 4 ilusionistas que recebem uma carta, e se apresentam mais tarde num mesmo local. O objectivo é que trabalhem juntos, formando os 4 Cavaleiros.


Um ano depois, em pleno espectáculo, apresentam um número nunca antes visto: um roubo de um banco em Paris, sem sair do palco!


O FBI ainda tenta mantê-los detidos mas, sem provas, tem que os soltar.


E eles preparam um novo truque. Desta vez, roubando o seu próprio patrocinador, colocando o seu dinheiro nas mãos de várias pessoas do público. Mas tudo isto foi uma "manobra de distracção" para algo maior que está por vir.


 


 


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Este homem está habituado a desmascarar todos os truques de ilusionismo, e arruinar algumas carreiras. Vai tentar fazer o mesmo aos 4 cavaleiros. No entanto, sofre um percalço pelo caminho. E ele até sabe como aconteceu. Só não sabe a razão por que aconteceu...


 


 


Resultado de imagem para mestres da ilusão alma


O que mais me cativou neste filme foi o facto de os 4 cavaleiros estarem sempre vários passos à frente dos agentes do FBI, e lhes dar um grande baile. Sobretudo, ao agente Dylan Hobbs. Alma, a agente destacada para o ajudar no caso, é mais de observar e estudar, tentar perceber como tudo funciona. Dylan só quer vê-los presos, mas está continuamente a ser ridicularizado, pelas situações em que os ilusionistas o colocam, enganando-o a cada instante.


 


 


Como é que o filme termina? 


Com a revelação mais inesperada que poderíamos ouvir, e que tornou o filme ainda melhor e mais espectacular!


Quem por aí já viu?


 


 


 


 

Da ida à TV, em representação do Clube de Gatos

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Não vai acontecer.


Irá acontecer?


É possível que aconteça.


Vai mesmo acontecer!


Está quase...


Está a acontecer!


Já passou.


Aconteceu mesmo!


Aconteceu mesmo?


Já foi há tanto tempo!


 


Por coincidência, à saída de cena, encontrei uma antiga colega de liceu, a Inês (beijinho Inês, e se estiveres a ler este post, já sabes que te queremos a ti e ao teu bichano no clube)! Diz ela que, quando percebeu que eu ia lá, disse aos colegas para me porem a falar porque, daquilo que se lembrava de mim, eu era muito caladinha. É verdade. 


Sempre fui mais de estar no meu cantinho, e não ter que falar em público, porque corava, bloqueava, ficava cheia de nervos, era uma tortura. Ainda hoje sou assim. 


Mas uma pessoa tem que enfrentar desafios, tentar superar os seus receios, fobias e lutar pelo que quer.


 


Não vai acontecer.


Quando enviei o email à Sic, pensei que o "não" estava sempre garantido, mas até podia dar certo. No entanto, o meu pensamento era de que não daria em nada, até porque o programa da tarde iria acabar.


 


Irá acontecer?


Foi com surpresa que recebi o contacto deles, para participar na rubrica do programa novo, que iria estrear, com mais alguns membros do Clube. Falei com alguns membros, sobre essa possibilidade, mas ainda era algo incerto.


 


É possível que aconteça.


Depois tivemos a questão da incompatibilidade de horários, de trazer os gatos, de haver membros suficientes, e estivemos naquela - iremos, não iremos? Será que vai mesmo acontecer? É possível, mas sem grande euforia.


 


Vai mesmo acontecer!


E foi então que a Inês Dias nos confirmou que conseguiu fazer uma troca, e nos colocar no programa de dia 17, dia em que dava para todos irmos. Ia mesmo acontecer. Mas só na própria semana partilhámos a notícia com todos!


 


Está quase...


Os nervos a fazerem-se sentir pela espera, pelas pessoas que nos iriam estar a ver, por imaginar como seria e o que aconteceria lá, e os dias a passar e a aproximar-se cada vez mais a hora.


 


Está a acontecer!


Quando lá chegamos, acho que passa tudo. Não há volta a dar nem nada a fazer. É cabelos, maquilhagem, preparar tudo, pôr microfones, entrar no intervalo, pôr tudo a jeito, contagem decrescente e estamos no ar, em directo, para milhões de espectadores. Sair de fininho enquanto as câmaras focam o outro lado, e de volta aos bastidores.


 


Já passou.


Ok, já está. Já podemos respirar de alívio. Prova superada!


Sim, porque para além do objectivo principal, havia inerente o objectivo de superar a vergonha, o medo do público, os bloqueios de falar em directo e por aí fora. Faz parte da experiência da vida.


 


Aconteceu mesmo!


Passado o momento, chegamos a casa e vemos a gravação e as fotos e ainda estamos em euforia - aconteceu mesmo! Foi real.


 


Aconteceu mesmo?


Mas não criamos falsas expectativas, e sabemos que foi uma oportunidade que poderá ser boa, mas há que regressar à Terra e continuar a trabalhar. Não somos mais famosas por isso. Somos pessoas iguais às que éramos, e daqui a uns tempos vamos olhar para trás e pensar: aconteceu mesmo?


 


Já foi há tanto tempo!


E um dia, esse acontecimento vai fazer parte das nossas boas recordações da vida, e vamos falar dele com saudades!


 


E assim dou por encerrado este capítulo!


 

sexta-feira, 17 de março de 2017

À Conversa com Diana Martinez & The Crib

Foto de Diana Martinez & The Crib.


 


Diana Martinez tem mostrado como se faz com os hits That’s Just How We Do It, Reverie e Put Your Love In Me (feat. The Black Mamba).


Agora, anuncia o álbum de estreia e as primeiras datas de apresentação ao vivo.


"How We Do It",  uma edição da Primeira Linha com o apoio da Sony Music Entertainment, chegou às lojas a 10 de março, dia em que foi apresentado ao vivo, em Braga.


A este concerto seguem-se outros: no dia 30, no Cineteatro Alba em Albergaria-a-Velha, e logo depois na Casa da Música, no Porto, a 6 de abril, e no C.C. Olga Cadaval, em Sintra, no dia 16 de junho.


Para nos falar um pouco mais sobre este projecto e o primeiro álbum, tenho hoje à conversa a Diana Martinez, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!


Aqui fica a entrevista:


 


 


 



 


 


Quem é Diana Martinez & The Crib?


A Diana Martínez é uma vocalista e compositora que nasceu com a música nos genes.


Apaixonada pelo R&B e as grandes canções pop, faz-se acompanhar neste primeiro projeto de originais de uma Crew experiente e talentosa. The Crib é essa equipa, mas também o mote, a filosofia que move o projeto: o nascimento da Diana como artista.


 


 


Como tem sido o teu percurso musical, desde o berço, que culminou com a formação Diana Martinez & The Crib, e deu origem a este primeiro trabalho?



Digamos que nasci com destino marcado para a música, mas o caminho foi-se fazendo pela estrada nacional e não pela autoestrada.



Quero dizer com isto que experimentei muito antes de saber que queria fazer o que estou a fazer agora; passei pelo Conservatório, pelas bandas de garagem, depois pelo Jazz, trabalhei como vocalista de apoio e até considerei deixar a música para segundo plano.


Finalmente com o João André algo encaixou, encontrámos a fórmula para juntar as qualidades dos dois em torno a um objetivo comum. A partir daí (2013, 2014) o meu percurso tem sido consistente e mais célere.


 


 


Quais são as tuas principais referências a nível musical?


Faço questão de mencionar em primeiro lugar os meus pais: eles, também músicos e talentosíssimos, mostraram-me este mundo incrível.



Nunca me censuraram discos, artistas, estilos... cresci a ouvir tudo e aprendi a trazer coisas diferentes para casa também.



Especificamente absorvi muito da cultura pop anglo-saxónica: as divas Mariah e Whitney, os grandes George Michael e Prince; mas ouvi muito hardrock e heavy metal dos anos 89/90, bem como MPB e jazz fusão, e música clássica.


Na adolescência descobri que era o R&B e o HipHop que me movia; então sem dúvida Alicia Keys, Justin Timberlake, Pharrell Williams, Beyoncé. E depois Jill Scott, Erykah Badu, D'Angelo...


 


 


 


Diana Martinez & The Crib


O álbum “How We Do It” chegou no dia 10 às lojas. Como foi todo o trabalho de produção?


Foi praticamente um "Admirável Mundo Novo" para mim.


Eu já tinha trabalhado em estúdio para outros artistas e projetos, mas nunca para o meu próprio. A diferença é que sou eu agora quem segura as rédeas, quem toma as decisões, e isso foi uma adaptação que exigiu muito de mim.



Os momentos mais fixes são ver as canções a tornarem-se maiores do que eu. Os mais desafiantes foram reconhecer as minhas fraquezas, ter que dar o braço a torcer e tentar ver coisas que eu simplesmente não via.



Mas tive o privilégio de estar sempre, sempre com o meu produtor, João André, um veterano e um artista or seu próprio mérito há muitos anos.


 


 


Como definirias o estilo musical presente neste primeiro álbum?


Este é um álbum assumidamente R&B. Tem influências de muitas fases do R&B, desde as harmonias mais 90s, até ao spokenword e a sonoridade super eletrónica que o caracteriza atualmente.


 


 


Todos os temas do álbum são em inglês?


Sim. É a minha primeira língua musical! Sei que pode parecer estranho para muitas pessoas, mas de certeza que para outras faz todo o sentido. A minha geração cresceu a saber inglês quase por instinto, tal foi a injeção cultural que levámos. Por isso é o que faz mais sentido para este disco de estreia.


 


 


Que mensagem pretendes transmitir através das músicas que compõem este álbum?


Nunca idealizei nenhuma mensagem grandiosa enquanto compunha as canções que estão no disco...


Mas há pequenas e variadas mensagens um pouco por todo o disco; mensagens de ousadia e liberdade de expressão, mensagens que remetem para a esfera familiar, que traduzem algumas dores que passei ao crescer, mensagens que relembram de curtir a vida, de nos apaixonarmos loucamente por pessoas e por causas. Porque são estas as mensagens que eu própria recebo do mundo.


 


 


Que feedback tens recebido por parte do público?


Creio estar a ser muito bem recebida, tendo em conta que canto em inglês e que sou mesmo uma artista "nova na praça", como se costuma dizer. Sinto um carinho tremendo, uma curiosidade genuína do público e uma vontade de absorver a música que lhes damos. Parece-me que as pessoas respeitam imenso o facto de eu cantar ao vivo tal como está na gravação, sem playback. Isso vale logo o seu voto de confiança.


 


 


 


Foto de Diana Martinez & The Crib.


 


Dia 10 começou também a apresentação do álbum ao vivo, havendo já vários outros concertos agendados. Quais são as tuas expectativas relativamente a estes concertos?


Naturalmente espero ter muito público! Gosto muito da ideia de fazer alguns concertos mais intimistas, pois permite-me mais tempo com o público e mais proximidade. Como eu canto em inglês, gosto de vez em quando de contextualizar os ouvintes em relação ao que vão ouvir.


 


 


O disco conta com colaborações de André Tentúgal e Pedro Tatanka, entre outros. Como foi trabalhar com estes artistas?


O André tem-me acompanhado desde o início, realizou o meu primeiro vídeo, para a That's Just How We Do It, e é dele a maior parte das fotos oficiais de Diana Martinez & The Crib e que figuram no disco.



Quando o conheci, senti-me intimidada porque ele é uma tripla ameaça, um criativo gigante, com um gosto impecável.



Hoje tenho-lhe um carinho enorme, a We Are The Ones aproximou-nos muito, não só como artistas, mas como indivíduos que até podem vir de mundos diferentes, mas tem muitos pontos essenciais em comum.Curiosamente, vivemos na mesma rua!


Do Tatanka eu era fã há muitos anos, bem antes de conhecer o pessoal da minha agência, a Primeira Linha, que acabou por adotar também The Black Mamba e o Pedro.



Para mim ele é o melhor vocalista português que eu já ouvi; ouvi-lo, vê-lo atuar é tomar uma dose fortíssima da melhor droga do mundo.



Cantar com ele foi uma grande lição e um grande privilégio para mim, e sinto-me a mais sortuda por poder construir esta carreira com a ajuda dele.


 


 


Se pudesses escolher um artista/ banda português(esa) para dividir o palco contigo, quem seria?


Bom... A escolha mais lógica para mim seria Orelha Negra, porque quando eles apareceram eu fiquei aliviada por haver músicos aqui com a mesma paixão pela música urbana que eu. Seria um sonho dar voz aos sons deles. Também gosto muito do trabalho dos Karetus.


 


 


E se te fosse dada oportunidade de partilhar o palco com um artista internacional, sobre quem recairia a tua escolha?


Mmm, difícil! Por um lado acho que iria querer que fosse uma partiha irreverente, o que implica talvez excluir as minhas maiores influências sob o risco de não trazer nada de novo... Por outro, dava tudo para partilhar o palco com um Robert Glasper, um Mark Ronson ou um Bruno Mars.


 


 


Que objetivos gostarias de ver realizados ao longo de 2017?


Quero muito que este disco e os próximos singles ressoem nas pessoas. Eu tenho imenso orgulho nos The Crib e na nossa música, mas só faz sentido perseguir este sonho se houver um propósito exterior a mim e a nós. Estou ansiosa por percorrer o nosso país, conhecer novas cidades, adotar mais público, conhecer mais músicos e artistas. Num um futuro menos imediato gostava de compor um hino.


 


Muito obrigada, Diana!


 


 


Deixo-vos aqui um dos temas da Diana, para que possam conhecer um pouco mais a sua música:



 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da Agência PRIMEIRA LINHA (João Fernandes), que estabeleceu a ponte entre a artista e este cantinho, e a quem desde já agradeço.


 

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


Vem aí um fim-de-semana de grandes concertos e espetáculos, e o Fantastic conta-lhe tudo!
Anselmo Ralph, Original Dengaz, Mickael Carreira e Ute Lemper são alguns dos artistas que poderá ouvir nos próximos dias.
Na área da leitura, porque não viajar até ao Festival Literário da Madeira?
Se preferem teatro, também poderão assistir à estreia de "A Bonequinha Tagarela", com Fernando Terra e Letícia Terra, naquela que será a sua primeira actuação profissional.
Mas há muito mais para descobrir, desde a revista à comédia, passando pelo drama.
E ainda poderá dar um saltinho ao TribaLX.
Espreitem tudo na rubrica Fora de Casa desta semana!

quinta-feira, 16 de março de 2017

Visitas de estudo ou passeios?!

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Hoje em dia, tal como no nosso tempo, é comum os estudantes terem várias visitas de estudo ao longo do ano lectivo.


E eles, por certo, agradecem! 


É um dia sem aulas, sem dar matéria, sem aturar os professores, É um dia de convívio, passeio, diversão, de conhecer novos locais.


De facto, cada vez mais as visitas de estudo são encaradas dessa forma e, mesmo que estejam, de alguma forma, relacionadas com algo que estão a dar ou já deram em aula, penso que isso é algo em que os alunos não pensam, não prestam atenção, e nem estão para aí virados.


 


A propósito da visita de estudo que a minha filha teve ontem, comentava eu com a minha mãe que, de uma forma geral, os professores raramente propõem aos alunos, após a visita, uma espécie de ficha para testar aquilo que aprenderam durante a visita, para falar sobre o que viram e ficaram a conhecer.


Penso que, com a minha filha, isso só aconteceu uma vez, estava ela na primária, e foi acerca de uma peça de teatro que tinham visto, para dar a sua opinião. Também comigo isso apenas aconteceu uma vez ou duas. É algo que ninguém gosta de fazer, e ainda bem que tem escapado.


 


Qual não é o meu espanto quando, à noite, estou a tirar as coisas da mochila dela e me deparo com uma ficha de duas páginas, para a minha filha fazer, relacionada com a visita de estudo do dia! Mais depressa falava nisso, mais depressa o professor se lembrava!


Mas não será caso para admiração. Afinal, embora o sentido que damos às visitas de estudo seja outro, elas não passam de isso mesmo, de visitas de estudo da matéria dada, para consolidação de conhecimentos, para ver no loval aquilo que se aprendeu na teórica. Não são meros passeios desprovidos de outras intenções que não o lazer. Existe um objectivo por detrás das visitas de estudo, relacionado com o estudo.


 


A minha filha disse logo: "eu não sei fazer nada disso!".


Acredito que não! 


Mas vai ter que dar um jeito, até porque parece que terá avaliação nesta ficha.

Ainda as prioridades no atendimento

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Se uma pessoa está na fila de um determinado serviço, e quer exercer prioridade, o que deve fazer?


a) Dirigir-se ao funcionário e dizer que quer exercer, e o funcionário comunica aos restantes que estão na fila, que aquela pessoa irá exercer o direito de prioridade


b) Para além de se dirigir ao funcionário, ainda tem que comunicar ela própria, aos restantes, que pretende exercer esse direito


 


A pessoa que está na fila à espera, tendo direito de prioridade, mas não o reclamando, poderá fazê-lo se entretanto mais alguém o fizer, e estiver atrás de si?


a) Sim


b) Não


 


 


 

quarta-feira, 15 de março de 2017

Deve ser por isso que o meu cérebro não está a funcionar

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Estou cheia de frio. 


Não é que esteja muito mais frio que nos dias anteriores. E eu até estou bem agasalhada: três camisolas, casaco e, para ajudar, o ar condicionado ligado.


Mas continuo cheia de frio. E o frio não me deixa pensar, não me deixa relaxar, não me deixa trabalhar como queria.


"É psicológico!", dizem as pessoas, do frio.


Deve ser por isso que o meu cérebro está a demorar mais tempo a engrenar - o frio afectou o meu psicológico todo!

Levar crianças para os serviços públicos

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Se nós, adultos, não temos muitas vezes paciência para esperar horas a fio a nossa vez de sermos atendidos, o que dizer das crianças?


Se a nós nos incomoda a confusão, o barulho de dezenas de pessoas a conversarem, o ter muitas vezes que esperar em pé, pior ainda será para as crianças. E, consequentemente, pior para nós, porque temos que entretê-las, mantê-las sossegadas e em silêncio, e ouvi-las reclamar com fome, com sede, com sono, com vontade de ir à casa de banho, e por aí fora. Isto, quando não lhes dá para fazer birra, chorar ou gritar, acabando por incomodar as outras pessoas, e afectar o próprio serviço.


 


Eu própria, quando a minha filha tinha cerca de um ano e meio, tive que trazê-la para o meu trabalho, e levá-la comigo aos vários serviços onde tinha que ir. Não correu muito mal, mas também não foi fácil, até porque ela ao fim de 5 ou 10 minutos já queria ir embora, e começava a ficar irrequieta. Mas eu não tive outra hipótese. Foi numa semana em que a minha mãe, que tomava conta dela, foi operada, e eu não tinha com quem a deixar.


 


No entanto, há pais que levam os filhos mesmo que não seja necessário, como se estivessem a ir todos para um passeio. Até pode correr bem, o assunto despechar-se depressa, e irem à sua vida num instante. Mas também pode não ser assim tão simples e rápido.


 


Por isso, sempre que for possível, evitem levar crianças para serviços públicos. Será o melhor para todos.


 


 

terça-feira, 14 de março de 2017

Terá sido obra do Gnomo Elias?!


 


E hoje fui, mais uma vez, surpreendida com um livrinho enviado pela Chiado Editora e pela autora Cátia Araújo!


Terá sido obra do Gnomo Elias, que achou que talvez eu o pudesse ajudar a encontrar o medalhão perdido?!


Nesse aspecto, não sei se terá sorte, mas espero descobrir o mistério depois de ler a história. 


Muito obrigada a ambas, pela surpresa!

A Idade de Adaline

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Haverá muita gente neste mundo que não se importaria de viver eternamente, e/ou manter a sua aparência de jovem enquanto vivesse. Aliás, muito se tem procurado o elixir da eterna juventude, segredos para a longevidade e outras fórmulas milagrosas.


 


Em "A Idade de Adaline", Adaline Bowman ganhará, de forma inesperada, aquele que para a maioria das pessoas seria um dom muito desejado, mas que para ela será mais uma maldição - ficar parada no tempo, sem envelhecer, por mais anos que viva.


 


Para Adaline, ao contrário do que se poderia imaginar, este poder não lhe trouxe nada de bom, ou qualquer felicidade, bem pelo contrário:


- foi obrigada a ver a sua filha crescer longe de si, porque não faria sentido uma mãe parecer filha da própria filha


- foi obrigada a abdicar do amor


- foi obrigada a viver como nómada, sempre a fugir e mudar de identidade a cada década


- viu todos aqueles que lhe eram mais queridos morrer, enquanto ela continuava viva e cada vez mais sozinha


 


A cena que mais me comoveu foi aquela em que ela teve que se despedir do seu companheiro de quatro patas, que já estava velhinho, quando ela pensava que ele a iria acompanhar para sempre. 


 


Adaline não conseguiu encontrar explicação para a sua nova condição, e tão pouco procurou ajuda, porque não queria tornar-se objecto de estudo. Aceitou, e tentou levar a sua vida adiante, o melhor que pode.


Agora, Ellis surge na sua vida de forma inesperada, e fá-la questionar de deverá fugir de novo, e abdicar novamente de uma vida a dois, ou se está disposta a dar uma hipótese ao amor, com todos os riscos que isso acarreta.


Até quando conseguirá ela aguentar esta vida estranha que leva? Quantos mais anos passarão? Haverá alguma forma de se tornar novamente numa pessoa normal, como todas as outras?


 


Um filme que recomendo!


 

segunda-feira, 13 de março de 2017

Ainda há alguém que vê o Let's Dance?

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Eu vejo. E provavelmente, a julgar pela votação, muitos outros portugueses também.


Mas já não é o que era! Ou o que foi programado para ser.


De programa que prometia ser um sucesso, passou a um talent show condenado ao fracasso.


 


 


Para isso terá contribuído o facto de não ter resultado como reality show, ditando a saída dos concorrentes, de uma casa que teria sido especialmente concebida para eles. Estará, também, a contribuir o horário cada vez mais tardio a que passam o programa, fazendo-nos levar com novelas pelo caminho.


E contribui, também, o claro favorecimento de alguns concorrentes, e a tentativa de eliminação de outros, e que acaba por produzir, precisamente, o efeito contrário.


 


 


 


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Senão, vejamos: a Bruna tem sido uma das concorrentes mais nomeadas, uma das que mais tem experimentado estilos diferentes, e uma das que mais críticas tem recebido. Seja pela idade, pela falta de experiência e técnica, por vontade dos jurados a Bruna já não estaria em competição. E eu até gosto muito da Bruna, mas concordo que há concorrentes mais fortes que ela. 


Ontem, mais uma vez, a Bruna foi a votos, desta vez, contra a Daniela. E sim, a Daniela já é uma profissional da dança, pelo menos das danças de salão, e tem muita técnica e atuações mais fortes e poderosas, para além de mostrar toda a emoção enquanto dança. Merecia ter ficado no programa. Mas, mais uma vez, a Bruna foi salva.


Porquê? Talvez pela sua beleza, por ter mais fãs entre o público e, talvez, porque, desde o início, o programa pareceu favorecer a Daniela, oferecendo-lhe estilos a que ela já está habituada, nos quais se sente em casa, sem poder mostrar grande versatilidade. Penso que foi isso que ditou "a morte do artista", como se costuma dizer!


Ainda a respeito de favorecimentos e expulsões, o Cristóvão tem sido outro dos concorrentes mais "castigados", apesar de nem sempre estar tão mal como os jurados fazem crer. Tem mudado de estilos todas as semanas, e tenta sempre dar o seu melhor em todos eles.


Já o Pedro Canilhas, apesar de ser um grande bailarino, não foi o melhor da última gala, o que mostra, mais uma vez, o poder dos jurados no que respeita a favorecer os amigos.


 


 


Quando às duplas/trios, porque não inovar também?


Passaram-se apenas meia dúzia de programas, e já várias duplas foram repetidas. Porque não pôr duas mulheres a dançarem juntas. A dupla de rapazes, da semana anterior, foi uma das melhores da noite.


 


 


E relativamente às expulsões, em vez de estarem a arrastar o programa de semana para semana, porque não expulsar um ou dois em cada programa? 


 


 


Quanto ao facto de os jurados afirmarem que alguns concorrentes devem ir para escolas, para aprender mais, embora compreenda que é um conselho dado de forma positiva, relembro que era suposto o próprio programa ser uma academia de dança, onde eles iriam aprender. E se quem concorresse já tivesse a técnica, experiência e saber total, e fosse exímio, não precisava, certamente, do programa para nada! 


 


 


 


 


 


 


 


 

Sabemos que algo está mal...

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...quando deixamos de fazer determinadas coisas por prazer, e passamos a fazê-las por obrigação.

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!