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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Patrulha de Gnomos

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Posso dizer que fui ver este filme, convencida que ia ver outro!


E acho que só percebi isso no final. É o que faz haver tantos filmes sobre gnomos.


Na altura em que fomos ver o filme Coco, vimos um trailer sobre gnomos que até comentei que deveria ser uma espécie de continuação do Gnomeu e Julieta.


Quando andei a pesquisar que filmes de animação estavam agora no cinema, vi este e associei automaticamente ao tal que tinha visto anunciar. Como li apenas sobre o que este se tratava, sem ver o trailer, não percebi o erro.


Só depois de o ver é que conclui que, o que eu pensava que ia ver era o Sherlock Gnomes, e o que acabei por ver, foi Patrulha de Gnomos.


 


Confusões à parte, posso dizer que é um filme fraquinho, sem graça, daqueles nunca perderia tempo (e dinheiro) a ver no cinema. Mas como era para a minha filha e as amigas, e tinha sido este a preferência, paciência.


Tem a sua lição de vida, tanto no que toca à relação entre pais/filhos, como na relação entre amigos, e o que é a verdadeira amizade, e como muitas vezes, consciente ou inconscientemente, temos uma percepção errada do que isso significa e representa.


Mas fora isso, não convence.


 

quinta-feira, 23 de março de 2017

O Gnomo Elias: Elias e o Medalhão Perdido

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Há dias recebi este livro, e consegui finalmente lê-lo!


É uma história elaborada para as crianças, que junta seres míticos e encantados como gnomos e fadas, aos animais da floresta, acrescentando ainda uma pitada de magia.


Tudo começa quando o tio Hipólito avisa o seu sobrinho Elias que o vai visitar em breve, e precisa do medalhão da família.


Só que Elias não faz ideia de onde o pôs, e sabe que vai estar em maus lençóis se não o encontrar, e se o tio descobrir que ele o perdeu.


A fada Bianca percebe que o gnomo Elias anda mais rezingão e estranho que o habitual, e tenta perceber o que se passa com o amigo. Nesta história, a fada Bianca representa a personagem cómica, tagarela, cusca e extrovertida, mas ainda assim, amiga e eficaz, apesar de um pouco desastrada.


 


Depois de Bianca comentar com a sua amiga cerva, também esta fica preocupada, e decide ajudar o seu amigo. E, qual não é o meu espanto, quando Bianca chama pela sua amiga. "Amora!".


Sim, a cerva chama-se, imaginem, Amora Silvestre! O mesmo nome da nossa gata!


Aqui, esta Amora representa a racionalidade, a ponderação.


 


Cada uma à sua maneira, Bianca e Amora vão tentar ajudar Elias a encontrar o medalhão perdido, de que tanto ouviram falar, e que julgam ter poderes mágicos que, caindo nas mãos erradas,podem pôr em perigo toda a floresta.


Será que vão conseguir fazê-lo a tempo, antes da chegada de Hipólito?


 


Destaco ainda uma outra curiosidade pessoal: eu costumo chamar à nossa Becas "o nosso guaxinim".


E não é que ela tem mesmo a cauda igual aos guaxinins desta história!


 


 


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Para quem tem filhos pequenos, que gostem deste género de histórias, eu aconselho.


É um livro pequenino, que se lê bem em poucos minutos, e que fará, com certeza, a delícia dos mais novos!


 


 


 


 


 

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