sexta-feira, 30 de junho de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


 


(clicar na imagem)


 


Esta edição do Fora de Casa traz muita música, com o Sumol Summer Fest, o Nos Alive, o RFM Somnii e o MED'17.
Mas não só. Também se podem divertir com o espetáculo de stand up comedy de Quim Roscas e Zeca Estacionâncio, a Feira de S. Pedro, o Agitágueda, o Mundial de Motocross, e as típicas festas ribatejanas "Colete Encarnado"!



A escolha é vossa!

quinta-feira, 29 de junho de 2017

A reutilização dos manuais escolares é uma utopia?

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Quando fui entregar as facturas dos livros do 6º ano da minha filha, a fim de ter direito ao apoio escolar, fui informada que, no final do ano, teria que devolver 4 livros, dois do 5º ano e dois do 6º, se quisesse ter direito a novo apoio no 7º ano. Parece que fazia parte das regras entregar os livros no final de cada ciclo.


 


Não achei correcto, e nunca entreguei nenhum. Por vários motivos:


 


- em cada ano que a minha filha está, tem muitas vezes que ir consultar os livros dos anos anteriores, para rever matérias e conceitos dados nessa altura, e que agora tem que saber aplicar - se tivesse entregado os livros, não tinha qualquer base de apoio;


 


- salvo algumas excepções, em que os professores prescindem dos manuais, normalmente a disciplinas mais práticas, em que não precisam deles, todos os outros manuais são utilizados para se responder aos exercícios nos mesmos, sublinhar, recortar, preencher, colar, e por aí fora, tornando difícil a sua reutilização;


 


- se é um direito que temos a oferta dos manuais, não faz sentido pedi-los de volta;


 


Não sei se, entretanto, as coisas mudaram mas, quando fui apresentar as facturas, no 7º ano, ninguém pediu nada.


 


Este ano, a questão aplica-se aos manuais fornecidos pelo governo, de forma gratuita, aos alunos do 1º ano. Os pais devem entregar os respectivos livros, sob pena de não terem direito aos livros do 2º ano.


 


No entanto, o que acontece aos livros que são devolvidos?


 


De acordo com o Jornal de Notícias:


"As escolas do primeiro ciclo já estão a receber os manuais do 1.º ano que foram disponibilizados no início do ano lectivo pelo Governo, mas os directores não sabem que destino dar-lhes uma vez que grande parte não será reutilizável. A maioria dos agrupamentos optará por armazená-los enquanto tiver espaço, adiando para já, o envio para o papelão."


 


Será, então, a reutilização dos manuais escolares uma utopia?


E, se os mesmos não vão ser reutilizados, para quê devolvê-los?

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Reflexão do dia

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Existem idades próprias para se exercer determinadas profissões?


 


De uma forma geral, sabemos que a maioria dos empregadores prefere contratar pessoal mais jovem, em detrimento de funcionários na faixa dos 40/ 50 anos.


No entanto, segundo alguns estudos (não sei até que ponto, credíveis), parece que ainda há profissões em que se dá preferência a pessoas mais velhas, por mostrarem maior maturidade e inspirarem mais confiança.


No outro dia, estava a conversar com o meu marido sobre o desejo dele de ir tirar o curso de medicina veterinária, mas recear, no momento em que terminar o mesmo, não ser chamado devido à idade.


 


Para mim, a idade é subjectiva. Até mesmo os critérios em que as entidades empregadoras se baseiam para contratar alguém, podem ser subjectivos.


Mas, por exemplo, entre uma pessoa de 25/26 anos, recém licenciada, e uma pessoa de 39/40 anos, acabada de se licenciar, quem é que as empresas irão preferir?


Entre duas pessoas de 39/40 anos, em que uma, para além da licenciatura ou mestrado, tem outras formações e experiência no currículo, e a outra apenas tem a licenciatura, qual seria a escolhida?


 


A nível de medicina, diz-se que a maioria dos utentes sente mais confiança num médico mais velho, por ter mais experiência. No entanto, a idade pode ser interpretada nos dois sentidos: se for alguém novo, pode ser visto como inexperiente, imaturo, irresponsável, como pode ser visto como tendo conhecimentos mais actualizados. Já de um médico mais velho, podemos pensar que está farto daquilo e quer é despachar, que os seus métodos são retrógados, que só lá está para ganhar o dele ao fim do mês, sem se chatear ou preocupar.


 


Uma coisa é certa: penso que nenhuma empresa irá contratar um funcionário somente com base naquilo que os clientes possam pensar do mesmo.  


 


Da mesma forma, não devemos condicionar as nossas escolhas com base em estudos, opiniões, ou aquilo que achamos que poderá acontecer daqui a uns anos, quando estivermos formados na área escolhida. A idade não deve ser a principal condicionante, para decidirmos o nosso futuro.


E qualquer decisão tomada hoje, é sempre um tiro no escuro do futuro longínquo. Pode acertar, pode errar. Ninguém sabe como pensarão as partes envolvidas - empregadora e empregada - daqui a uns anos.


Mas cabe a nós a decisão de dispará-lo e, a partir daí, deixá-lo seguir o seu rumo, sem receios.


 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Um Pequeno Favor, de Darcey Bell

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Emily e Stephanie são duas mães, de dois rapazes que, por coincidência, estudam na mesma escola e são amigos.


Entre elas estabeleceu-se uma amizade que as leva a vários programas juntas, e com os filhos de ambas. Uma amizade que leva Emily a confiar em Stephanie no que diz respeito a deixar o seu filho com ela, incluindo naquele dia em que desapareceu.


Será mesmo assim? Todas as pessoas têm segredos...


 


Stephanie é viúva. O falecido marido, e pai do seu filho, morreu num acidente de carro, juntamente com o irmão. Para ocupar o seu tempo, ela criou um blog onde fala da sua experiência sobre a maternidade, e partilha ou pede dicas e conselhos a outras mães. Será tudo isto verdade? Todas as pessoas têm segredos, e Stephanie é uma delas...


 


Emily é uma amiga verdadeira, mãe exemplar, mulher trabalhadora que tem um casamento quase perfeito. Num dia como outro qualquer, deixa o seu filho com a amiga, ficando de ir buscá-lo mais tarde. Nada de anormal, apenas um pequeno favor, igual a tantos outros. Só que, desta vez, Emily desaparece. Mais tarde, é encontrado um corpo. Na impossibilidade de reconhecimento presencial, o processo faz-se através do ADN, confirmando as suspeitas. Terá Emily, de facto, morrido? Toda a gente tem segredos, e Emily é uma perita neles...


 


Depois do livro da autora Gillian Flynn "Em Parte Incerta", muitos foram os autores que quiseram igualar ou até superar este thriller que tanto sucesso teve. Até hoje, nenhum o conseguiu. Nesse aspecto, este livro acaba por ser mais uma, de várias tentativas falhadas.


É um livro que prende à medida que vamos avançando na leitura. Numa história contada, maioritariamente, pela Stephanie real, e pela Stephanie blogger, vamos ter, mais à frente, a versão contada pela própria Emily, e pelo marido Sean.


A explicação para tudo o que aconteceu chega pouco depois do meio da história, embora queiramos continuar a ler, só para ver como tudo vai acabar, e quem se irá safar no meio de tantos segredos.


Uma coisa é certa: é feita uma autópsia, é encontrado o anel de Emily no corpo e o ADN coincide. Que dúvidas pode haver de que Emily, efectivamente, morreu? O ADN não mente, e essa é uma verdade incontestável, até mesmo nesta história. Colocando a hipótese de ela estar viva, como se justificaria o relatório da autópsia? Mais, é-nos dado a conhecer que a pessoa que morreu revelou vários danos internos, devido a consumo continuado de drogas e álcool. Emily teve um passado que envolveu drogas e álcool, embora tenha recuperado há muitos anos.


 


Assim, em que é que ficamos? Estará Emily viva, ou morta?


Que segredos esconde esta história, que transforma um pequeno favor em algo totalmente impensável?

Sobre a política de satisfação dos clientes da Meo

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A Meo que não tem qualquer forma de descontar o mísero valor de 3 euros, nem no meu saldo recarregável, nem numa próxima factura, é a mesma que, ao ser avaliada pelo cliente, com "0" a nível de recomendação do serviço a outros, e "0" a satisfação do cliente e problema resolvido, oferece um vale de 25 euros em compras na Fnac, como forma de compensação!


 


PS.: resta saber se esse dito vale não traz "água no bico" ou não é um "presente envenenado"

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Constatações

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Nem toda a gente tem jeito para monólogos, nem para cativar os outros com eles.


Eu não sou apreciadora de monólogos, e isso ficou provado neste domingo, quando fomos ao teatro!


 


Há excepções, claro! De entre uma dezena de artistas, poderá haver (e houve) um que teve piada, que nos fez rir (afinal era uma comédia), e que poderia, bem feitas as coisas, ter interpretado todas as personagens da peça, com muito mais sucesso do que teve.


 


Mas, voltando um pouco atrás, num domingo em que o meu marido não queria ficar fechado em casa, o tempo não convidava a praia ou grandes passeios, e em que o nosso corpo, e a minha cabeça, pediam descanso, entre ficar uma eternidade na fila para assistir a uma recriação histórica no Convento de Mafra, ou ir ao teatro, onde podíamos estar sentadinhos, ver uma comédia, optámos pela segunda opção.


 


Só quando lá chegámos, percebemos que a comédia consistia em vários monólogos, das várias personagens. Tudo à volta de uma noiva que nunca aparece. Na primeira parte, há duas personagens que ainda nos fazem esboçar um sorriso, mas houve uma que quase nos fez dormir! Valeu a tal excepção, que fez jus à classificação da peça - comédia!


 


A segunda parte foi melhor, com mais momentos engraçados mas, claro, sem ninguém conseguir bater o tal artista que, desta vez, fez mais uma personagem, para animar o público. A destoar, só mesmo um senhor que foi ao palco, literalmente, debitar, o texto conforme o tinha decorado, a tentar não enganar-se numa única palavra, para não fazer má figura. Saiu-lhe o tiro pela culatra. Fez péssima figura.


Antes um engano, numa cena natural, que tanta perfeição, sem alma.


 


Como comédia, deixou muito a desejar, embora na parte crítica tenha cumprido o seu propósito. Teria ganho muito mais se houvesse interação entre as diversas personagens, ao invés de estarem a falar com pessoas imaginárias, ainda mais porque algumas das personagens tinham artista para as interpretar.


Mas, também, não se pode pedir muito, tendo em conta que o bilhete custou apenas 3 euros. 

Nem tudo o que parece, é...

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E isto aplica-se também ao mundo dos blogs!


 


Se existem bloggers que são autênticos e transparentes, outros há que mostram a imagem que querem que os leitores/ seguidores tenham deles, ainda que a pessoa por detrás do blog não seja a mesma que dão a conhecer.


 


Mas, até mesmo na convivência presencial com as pessoas, até aquelas que julgávamos conhecer bem, e que consideramos amigas, pode haver uma máscara, pode haver uma transmissão controlada e premeditada de informação, por oposição a omissão daquela que não interessa, pode haver objetivos e planos que vão muito além de uma mera coincidência, afinidade e relação verdadeira.


 


O que leva a outra questão. Haverá alguém neste mundo em quem possamos confiar? Será saudável passar a vida a desconfiar de tudo e de todos?


 


Reflexão inspirada no livro "Um Pequeno Favor", de Darcey Bell.


Em breve, partilharei a minha opinião sobre o mesmo. Para já, deixo-vos com a sinopse.


 


 



Sinopse

 

Ela é a tua melhor amiga.
E conhece todos os teus segredos.
Por isso é tão perigosa.

A vida de uma mãe sozinha desmorona-se quando a sua melhor amiga desaparece, neste thriller arrepiante, na linha de Em Parte Incerta e A Rapariga no Comboio.

Tudo começa com um pequeno favor, um gesto que as mães de bom grado fazem umas pelas outras. Quando Emily pede à melhor amiga que lhe apanhe o filho nas escola, Stephanie nem hesita. Tal como elas, os seus filhos são melhores amigos.

Stephanie é viúva e trabalha a partir de casa, no seu blog. Vivia uma vida solitária até conhecer Emily, uma sofisticada executiva com um trabalho muito exigente em Manhattan.

Só que Emily não regressa. Não atende o telefone nem responde aos sms da amiga. Stephanie sabe que aconteceu algo de terrível e, alarmada, recorre aos leitores do seu blog para pedir ajuda. Contacta também o marido de Stephanie, o belo Sean, para lhe dar apoio emocional. É o mínimo que pode fazer.

Acabam por receber notícias terríveis.

Mas serão verdadeiras? Stephanie não tarda a dar-se conta de que nada é tão simples como parece, nem sequer um pequeno favor.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Parece anedota...

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- Amigo, gostas tanto de animais,porque não adoptas um?


- Eu bem que gostava de ter um cãozinho, mas engravidei a minha namorada...


 


 


 

Será que tenho cara de Madre Teresa de Calcutá?

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É que entre ontem e hoje, não param de me abordar na rua para pedir 1 euro!


 


Ontem, saio para ir aos CTT, e aparece-me um adolescente à frente, muito educado, a perguntar se lhe podia emprestar um 1 euro. Não disse para que o queria, mas também não perguntei. Não fazia ideia de lhe dar nada.


Quando volto dos correios, cruzo-me novamente com ele, e volta a vir ter comigo. Voltei a dizer-lhe o mesmo, que não tinha.


Depois pensei "será que o rapaz precisava de dinheiro para o transporte, ou algo do género?". Mas também podia ser para outra coisa desnecessária, ou algum esquema qualquer.


 


 


Hoje, quando vou para casa ao almoço, cruzo-me com uma senhora idosa, que também me aborda para pedir 1 euro para um bolinho. Digo-lhe que não tenho. Será que era mesmo para um bolinho? Será que realmente precisava?


 


Como saber, nos dias que correm e com tudo o que ouvimos por aí, quando e quem devemos ajudar ou não?

Sugestões para o fim-de-semana


 


 


As sugestões do Fora de casa desta semana quase se podem traduzir numa única palavra: Festa!


Se estão para os lados de Pegões, pode participar nas Festas de S. João. Se ficarem por Lisboa, pode sempre dar um saltinho à Festa do Japão. E em Castro d'Aire, também haverá festa - as Festas de São Pedro!
E porque nem só de praia vive a Ericeira, divirtam-se com a comédia "Quando ela é...ele!".
Não percam ainda a FIA, o Festival Panda, a Gala Oeiras Dance Academy e o concerto de despedida dos Aerosmith!
Espreitem já as sugestões que deixámos para vocês

À Conversa com João Pedreira

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O convidado de hoje da rubrica "À Conversa com..." vem de uma família de músicos, nomeadamente, o pai e os irmãos, com os quais recorda alguns dos seus melhores momentos, não só da infância e adolescência, como também num passado mais recente.


Sete anos após o lançamento do primeiro disco, e do envolvimento noutros projectos musicais, João Pedreira editou este mês o seu segundo trabalho - o EP Encontros, e é sobre ele e o sobre o seu percurso enquanto artista, que nos vai falar hoje.


Aqui fica a entrevista:


 


 


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Quem é o João Pedreira?


João Pedreira é um homem que vem de uma família grande. Adora a natureza, o ar livre, pratica desporto e respira música.


 


Como é que surgiu a paixão pela música?


Sempre encarei a “música” com muito respeito, foi sempre um tema pilar na minha vida, fez parte da minha formação enquanto criança, e enquanto pessoa.



O meu pai pegava sempre na viola e cantava qualquer coisa sem motivo prévio, nesses momentos todos parávamos e participávamos, era bonito, genuíno e tenho muitas saudades desse tempo.



Era criança e não tinha noção da beleza do momento, simplesmente os vivia. Pode dizer-se que “Música” na minha família é quase como religião, todos a encaramos como um ponto de união e convergência ..


Essa foi uma das grandes heranças que meu pai nos deixou (a mim e meus irmãos). Mas acho que tinha 19 para 20 anos quando voltei de Inglaterra e decidi que queria ser profissional.


 


 


Em 2007, o João participou no programa Família Superstar. Cantar em família, e com a família, é algo que gosta de fazer ou foi uma experiência única?


Eu fui educado a cantar com a família. Ainda hoje é habitual na festas de aniversário ou quando nos juntamos todos...



Cresci numa família cheia de músicos e sempre com vários instrumentos espalhados pela casa.



A música “o cantar e tocar todos juntos” sempre fez parte da nossa rotina familiar. Eu adorava esses momentos, proporcionados essencialmente pelo meu pai.


No programa, apenas senti falta de não poder cantar com o resto da família.


Lá em casa, à hora do jantar, a TV ficava sempre desligada e era natural e quase automático alguém ir buscar uma viola antes de sairmos da mesa...


 


O primeiro álbum “Segredos” foi lançado em 2010. No passado dia 2 de junho, apresentou o seu segundo trabalho discográfico “Encontros”. Quais são as principais diferenças entre ambos, lançados com um intervalo de 7 anos entre eles?


Existe uma diferença de 7 anos entre eles, mas não estive completamente parado. Entretanto, desenvolvi e participei noutros projetos musicais. Entre eles, uma banda de world music com fusão em fado à qual dei voz, que se chama “Kilindu”.


Mas as diferenças com o primeiro disco a solo são algumas, no disco “Segredos” quis gravar com uma mini “big-band”, tive também o privilégio de ter a participação de grandes músicos nacionais. Para além dos instrumentos mais convencionais em bandas, como por exemplo guitarra, baixo, bateria, pianos e órgão, tive também quartetos de cordas, sopros, coros etc.. quis pôr em cada música todos os instrumentos que senti que eram necessários, foi uma produção grande e foi um grande trabalho, mas senti que acabei por ficar um pouco camuflado por detrás de tudo isso. Adoro o disco mas desta vez quis experimentar fazer as coisas de forma diferente.



No disco “Encontros” tudo fica resumido a uma viola, a minha voz e as minhas palavras. Mais simples, mais cru e mais direto. Consegui captar a essência do que queria transmitir.



Está um trabalho do qual me orgulho muito. Já me apresentei ao vivo a solo mas toco principalmente acompanhado por um trio, e a banda é “Espetacular” (modéstia a parte). Estou muito ansioso por pode mostrar ao país e ao mundo João Pedreira com esta banda.


 


 


 


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Do que nos fala “Encontros”?


Senti necessidade de ir ao encontro de mim próprio, do João que acorda para ir surfar antes de começar o dia. Do João que fica sentado à beira mar a meditar sobre a vida. Do João que esteve quase um ano sem cantar por ter perdido o pai.


 


O João é o autor e compositor dos quatro temas que compõem o EP. Em que é que se inspira para criar as suas músicas?


Inspiro-me na vida, em tudo o que me rodeia mas, principalmente, no Amor. O Amor é a base de tudo (ou a falta dele).


Normalmente vou para a praia escrever e pode soar a cliché mas é lá que encontro as minhas palavras, é lá que me inspiro verdadeiramente... na poesia das ondas.


 


“Poderes Ficar” é o primeiro single a ser apresentado. Que feedback tem recebido relativamente ao mesmo?


Estou surpreendido com a reacção das pessoas, o feedback é enorme. Já vi pessoas de todas as idades a dançar ao som do “Poderes Ficar”. De facto a “Musica/ o som” tem o poder de unificar.. Vai haver paz no mundo quando todos dançarmos a mesma canção!


 


De que forma completaria estas expressões, baseadas nos títulos dos singles do EP “Encontros”:


Parece Fácil – encontrar amor


Pela Rua – caminhamos e descobrimos a vida


Volta para Mim – snif snif


 


 


Com o EP lançado na plataforma digital, o que se segue?


O futuro não depende totalmente de mim, depende do grande júri, que é publico ..


 


De que forma pode o público acompanhar o João Pedreira, e saber onde o poderá ouvir nos próximos meses?


Podem seguir-me nas redes socias, mas o ponto convergente será o meu site, joaopedreira.com


 


 


Muito obrigada!


 



 



 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeos.


 

À Conversa com João Pedreira

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O convidado de hoje da rubrica "À Conversa com..." vem de uma família de músicos, nomeadamente, o pai e os irmãos, com os quais recorda alguns dos seus melhores momentos, não só da infância e adolescência, como também num passado mais recente.


Sete anos após o lançamento do primeiro disco, e do envolvimento noutros projectos musicais, João Pedreira editou este mês o seu segundo trabalho - o EP Encontros, e é sobre ele e o sobre o seu percurso enquanto artista, que nos vai falar hoje.


Aqui fica a entrevista:


 


 


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Quem é o João Pedreira?


João Pedreira é um homem que vem de uma família grande. Adora a natureza, o ar livre, pratica desporto e respira música.


 


Como é que surgiu a paixão pela música?


Sempre encarei a “música” com muito respeito, foi sempre um tema pilar na minha vida, fez parte da minha formação enquanto criança, e enquanto pessoa.



O meu pai pegava sempre na viola e cantava qualquer coisa sem motivo prévio, nesses momentos todos parávamos e participávamos, era bonito, genuíno e tenho muitas saudades desse tempo.



Era criança e não tinha noção da beleza do momento, simplesmente os vivia. Pode dizer-se que “Música” na minha família é quase como religião, todos a encaramos como um ponto de união e convergência ..


Essa foi uma das grandes heranças que meu pai nos deixou (a mim e meus irmãos). Mas acho que tinha 19 para 20 anos quando voltei de Inglaterra e decidi que queria ser profissional.


 


 


Em 2007, o João participou no programa Família Superstar. Cantar em família, e com a família, é algo que gosta de fazer ou foi uma experiência única?


Eu fui educado a cantar com a família. Ainda hoje é habitual na festas de aniversário ou quando nos juntamos todos...



Cresci numa família cheia de músicos e sempre com vários instrumentos espalhados pela casa.



A música “o cantar e tocar todos juntos” sempre fez parte da nossa rotina familiar. Eu adorava esses momentos, proporcionados essencialmente pelo meu pai.


No programa, apenas senti falta de não poder cantar com o resto da família.


Lá em casa, à hora do jantar, a TV ficava sempre desligada e era natural e quase automático alguém ir buscar uma viola antes de sairmos da mesa...


 


O primeiro álbum “Segredos” foi lançado em 2010. No passado dia 2 de junho, apresentou o seu segundo trabalho discográfico “Encontros”. Quais são as principais diferenças entre ambos, lançados com um intervalo de 7 anos entre eles?


Existe uma diferença de 7 anos entre eles, mas não estive completamente parado. Entretanto, desenvolvi e participei noutros projetos musicais. Entre eles, uma banda de world music com fusão em fado à qual dei voz, que se chama “Kilindu”.


Mas as diferenças com o primeiro disco a solo são algumas, no disco “Segredos” quis gravar com uma mini “big-band”, tive também o privilégio de ter a participação de grandes músicos nacionais. Para além dos instrumentos mais convencionais em bandas, como por exemplo guitarra, baixo, bateria, pianos e órgão, tive também quartetos de cordas, sopros, coros etc.. quis pôr em cada música todos os instrumentos que senti que eram necessários, foi uma produção grande e foi um grande trabalho, mas senti que acabei por ficar um pouco camuflado por detrás de tudo isso. Adoro o disco mas desta vez quis experimentar fazer as coisas de forma diferente.



No disco “Encontros” tudo fica resumido a uma viola, a minha voz e as minhas palavras. Mais simples, mais cru e mais direto. Consegui captar a essência do que queria transmitir.



Está um trabalho do qual me orgulho muito. Já me apresentei ao vivo a solo mas toco principalmente acompanhado por um trio, e a banda é “Espetacular” (modéstia a parte). Estou muito ansioso por pode mostrar ao país e ao mundo João Pedreira com esta banda.


 


 


 


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Do que nos fala “Encontros”?


Senti necessidade de ir ao encontro de mim próprio, do João que acorda para ir surfar antes de começar o dia. Do João que fica sentado à beira mar a meditar sobre a vida. Do João que esteve quase um ano sem cantar por ter perdido o pai.


 


O João é o autor e compositor dos quatro temas que compõem o EP. Em que é que se inspira para criar as suas músicas?


Inspiro-me na vida, em tudo o que me rodeia mas, principalmente, no Amor. O Amor é a base de tudo (ou a falta dele).


Normalmente vou para a praia escrever e pode soar a cliché mas é lá que encontro as minhas palavras, é lá que me inspiro verdadeiramente... na poesia das ondas.


 


“Poderes Ficar” é o primeiro single a ser apresentado. Que feedback tem recebido relativamente ao mesmo?


Estou surpreendido com a reacção das pessoas, o feedback é enorme. Já vi pessoas de todas as idades a dançar ao som do “Poderes Ficar”. De facto a “Musica/ o som” tem o poder de unificar.. Vai haver paz no mundo quando todos dançarmos a mesma canção!


 


De que forma completaria estas expressões, baseadas nos títulos dos singles do EP “Encontros”:


Parece Fácil – encontrar amor


Pela Rua – caminhamos e descobrimos a vida


Volta para Mim – snif snif


 


 


Com o EP lançado na plataforma digital, o que se segue?


O futuro não depende totalmente de mim, depende do grande júri, que é publico ..


 


De que forma pode o público acompanhar o João Pedreira, e saber onde o poderá ouvir nos próximos meses?


Podem seguir-me nas redes socias, mas o ponto convergente será o meu site, joaopedreira.com


 


 


Muito obrigada!


 



 



 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeos.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Juntos por Todos - concerto solidário para com as vítimas dos incêndios


 


O Meo Arena recebe, no próximo dia 27 de junho, pelas 21 horas, o concerto solidário "Juntos por Todos". O concerto terá transmissão ao vivo na RTP, SIC e TVI, e em todas as rádios portuguesas garantindo assim, pela primeira vez, uma cobertura conjunta de um espetáculo.


 

 

Este é um concerto especial, de homenagem às vítimas dos fogos florestais, que continuam a lavrar em Pedrógão Grande e zonas limítrofes, e de angariação de receitas para ajuda às populações afectadas, por aquela que é já considerada uma das maiores tragédias na história do nosso país.

 

"Juntos Por Todos" é uma iniciativa co-produzida pela Sons em Trânsito, Nação Valente, MEO Arena, Blueticket, RTP, SIC e TVI, e une vários artistas portugueses, como Agir, Amor Electro, Ana Moura, Aurea, Camané, Carlos do Carmo, Carminho, D.A.M.A, David Fonseca, Diogo Piçarra, Gisela João, Hélder Moutinho, João Gil, Jorge Palma, Luísa Sobral, Luís Represas, Matias Damásio, Miguel Araújo, Paulo Gonzo, Pedro Abrunhosa, Raquel Tavares, Rita Redshoes, Rui Veloso, Salvador Sobral e Sérgio Godinho.


Os bilhetes, nas modalidades de bilhete geral (15 euros), bilhete geral extra (25 euros) ou bilhete donativo (15 euros),  já se encontram disponíveis em blueticket.pt e nos pontos de venda Fnac, Worten, El Corte Inglês, The Phone House, Pagaqui, ACP e Turismo de Lisboa.

A receita obtida será entregue à União das Misericórdias Portuguesas.

 

O evento conta com o Alto Comissariado da Fundação Calouste Gulbenkian, e o contributo das das editoras Sony Music Portugal, Universal Music Portugal, Valentim de Carvalho e Warner Music Portugal, na sua divulgação artística.

 

 

Artigo elaborado para o http://fantastictvsite.blogspot.pt/

 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Reflexão do dia

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A mão que hoje nos é estendida, e que rejeitamos de forma arrogante, poderá ser aquela que precisaremos no futuro, e não estará mais disponível para nos ajudar...

terça-feira, 20 de junho de 2017

A primeira gala do Just Duet

 



A Gisela que "tentou cantar" com o Martim, foi a mesma que cantou com a Beatriz?


É que, por momentos, pensei: "Meu deus, o que é que a Gisela está a fazer neste programa? Acha que está a dar um show mas só conseguiu parecer ridícula, a dar à perna e a tentar cantar, sem sucesso."


E, depois, canta com a Beatriz e não tem nada a ver! Aqui sim, cantou e encantou.


 


 



Será muito mau dizer que me surpreendi mais com o Agir a cantar, sobretudo a música da Adele, do que com os concorrentes?


Talvez o Bruno tenha algumas dificuldades técnicas, e não seja o melhor cantor do programa. Talvez a Patrícia tenha uma grande instrumento vocal e boa voz. Pessoalmente, não gosto muito de a ouvir cantar. Talbém não acho especial piada ao Bruno, mas o que é certo é que ele e o Agir, como dupla, foram "brutais"!


 


 


 


No tema Amar pelos Dois, a estrela foi a Débora! Dispensava o improviso do Paulo de Carvalho.


Gostei mais de o ouvir com a Sara. Ambas mereciam passar à fase seguinte. A Débora tem imensas qualidades, e adapta-se mais ao estilo do Paulo. A Sara tem outro estilo, que não encaixa tanto com o mentor, embora também dê tudo no palco. Adorei esta música do Agir, que não conhecia.


 


 



Sobre o Héber, não sou propriamente fã da voz dele nem da música que canta, e apesar de gostar da voz da Rebeca, e de até terem combinado, pareceu-me um dueto "sem sal".


Com o Ivo, deram uma de "Men in black". Funcionou melhor, embora também não ache piada à música.


 


Nesta gala, embora algumas saídas tenham sido injustas, porque os concorrentes têm qualidades, pareceu-me justa a votação dos jurados e público.


 


 


Imagens just-duet---o-dueto-perfeito


 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Do fim-de-semana...

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Sexta-feira: a dor de cabeça fez-me ir para a cama às 9 da noite! Enquanto o meu marido estudava, eu acabei por adormecer, acordar perto da meia noite e voltar a dormir, para depois acordar às 7 por conta das gatas, e dormir até às 9 da manhã de sábado!


 


Sábado: depois da manhã na campanha de adopção, fomos à praia ao final do dia. A "minha praia" está cada vez pior. Tivemos que subir os pedregulhos, como se estivessemos em escalada, e descer os mesmos para passar para o outro lado, sem nos matarmos pelo caminho. O cantinho onde tomávamos banho está cercado de rocha. Já não conseguimos ir para lá. Entrámos por outro lado, a tentar aceder a um corredor de areia, que já não é bem um corredor mas um quadrado de pouco mais de um metro. Para sair, foi com muito cuidado, para as ondas não nos atirarem contra as rochas.


 


Domingo: almoço fora com os meus pais, porque eles também merecem, um almoço que andava para pagar desde o ano passado. Ida à praia, desta vez a outra onde podemos nadar à vontade, não fosse o facto de a água estar gelada, e estar mais frio à beira mar do que em Mafra. E um gasto extra, visto que o telemóvel que a filhota tinha comprado pifou. Ao final do dia, novamente má disposição, e despachar tudo o mais rápido possível para me deitar.


 


Hoje, por conta do calor, a dor de cabeça já está a dar sinal...


 

O inferno na Terra

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É difícil descrever o que sentimos perante uma tragédia como a de Pedrógão Grande...


Por isso, deixo aqui um texto que foi partilhado por quem lá esteve, e viu o terror à sua volta:


 


"Sinto necessidade de vos contar o que eu e o Rui Castro vimos, sentimos. Saímos às 2h de Gaia, chegamos às 4h a Pedrogão (madrugada). Os acessos estavam todos cortados. Percorremos centenas de kms e não havia sinal de bombeiros.


As pessoas estavam todas na rua. Todas. Só depois das 5h é que conseguimos andar por estradas que ainda não estavam interditas, mas com fogo por todos os lados. Conseguimos passar. Às 6h começamos a encontrar os primeiros carros incendiados. Uns atrás dos outros. Desfeitos.


6h30, já com luz do dia, descobrimos umas aldeias no meio do fumo que cega de tão denso. Começam a surgir os corpos. Não consigo descrever bem, a partir daqui, o que aconteceu. Uns atrás dos outros. Famílias inteiras no chão, carbonizadas, e não dentro dos carros como alguns jornalistas têm avançado. Casas completamente destruídas pelas chamas.


"São imensos menina, mas não podemos apanhá-los, não temos autorização" disse-me um bombeiro quando lhe perguntei pelos corpos. Falei com moradores de duas aldeias com cerca de 80/100 habitantes que já não diziam coisa, com coisa. Só falavam nas pessoas desaparecidas. "Isto é o inferno na terra, meu amor" disse-me uma idosa em lágrimas.


Certo é que os bombeiros nunca lá foram até agora. Muitos dos que morreram são locais, fugiam de carro quando se despistaram, explodiram, ou simplesmente sufocaram. Nunca vi nada assim."


 


Andreia Novo, RTP


 


 


Imagem Sábado

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


 


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O fim de semana está à porta e, com ele, novas sugestões do Fantastic, na rubrica Fora de Casa:


Amanhã, a campanha da associação Adoromimos - Associação de Defesa e Protecção Animal, para adoção de alguns animais, em Mafra;



Em Silves, para refrescar, o Beer Fest dedicado, como o próprio nome indica, à cerveja;



Se querem passar um serão romântico, há concerto da artista brasileira Ana Carolina, no Porto;



Dança em Montargil, Arraial em Benfica, um novo espetáculo de Filipe La Feria, e exposições são outros programas que poderão escolher. Espreitem já!

O contraste entre a vida e a morte

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Quarta-feira foi dia de passeio para algumas turmas da escola de Mafra, incluindo a da minha filha.


Foram até ao Zoomarine, e regressaram à noite.


Cerca das 22.30 horas, o estacionamento da escola estava cheio, com os pais a irem buscar os filhos acabados de chegar no autocarro. Como seria de esperar, vinham cansados da viagem e do dia preenchido que tiveram, mas muito animados também.


 


Ao lado, na casa mortuária, o ambiente seria o oposto. Velava-se um corpo...


Viemos mais tarde a saber que era o de um bebé, de apenas 4 meses, que faleceu de uma doença rara. 


Nos últimos tempos, foram várias as fotografias que vimos dos pais com o seu menino, no facebook. De repente, vemos uma foto que nos indica que é uma estrelinha, que partiu...


 


 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Reflexão do dia

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Serão dinheiro, poder e riqueza, sinónimos de excentricidade?

Inimigos invisíveis

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De há uns dias para cá tenho aparecido com uma espécie de picadas, nas mãos e braços. 


Não vejo melgas em casa, nem me parece que a picada seja de melga. De qualquer forma, se for, elas sabem atacar, porque nem sequer dou por elas!


Sendo picadas de pulga, também não percebo como, porque as bichanas estão desparasitadas, e nem sinal de pulgas vejo pela casa, nem na cama, que é onde se nota logo que por lá andaram.


 


O que é certo é que estas picadas dão muita comichão, sobretudo à noite, e tendo em conta que eu não sou meiguinha a coçar, já estão a ver o filme.


 


Como se isso não bastasse, ontem ao final da tarde preparei umas tostas e um sumo de laranja para o jantar. sento-me à mesa, e calho a olhar para a palma da mão. Tinha três manchinhas arroxeadas, como se tivesse batido em algum lado e ficasse com nódoas negras. Não foi o caso. Também não era sujo, porque depois de lavar a mão, continuaram. Ao fim de alguns minutos, desapareceram. Como se nunca tivessem existido!


 


É caso para dizer: mistéeeeeeeeerio!


 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Reflexão do dia

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Deve um profissional, no exercício da sua profissão, mostrar abertamente as suas emoções?


 


 


Até que ponto o profissional deve colocar as emoções, provocadas pelo seu próprio trabalho, de lado. Até que ponto essas emoções interferem com o trabalho? 


Mostrar, sem reservas, as emoções que estão a sentir é uma forma de proximidade e compreensão para com quem estão a atender, ou falta de profissionalismo? 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

O que viram as flores, de Julia Heaberlin

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Tessa foi encontrada num campo, junto a um cadáver e algumas ossadas, sem saber como nem porque foi ali parar. Era uma adolescente na altura. Ficou com lapsos de memória, e cegueira temporária. Teve que receber apoio psicológico, até mesmo porque era necessária a preparação para o julgamento do homem que todos consideravam culpado pela morte das restantes jovens, sendo Tessa a única sobrevivente.


 


Vinte anos se passaram e, na actualidade, Tessa tem uma filha pouco mais nova do que ela era na altura em que tudo aconteceu. O homem condenado como homicida está no corredor da morte, em contagem decrescente para a execução.


E Tessa começa a acreditar que talvez o verdadeiro culpado não seja aquele homem,mas alguém que ainda anda por aí, e que poderá vir atrás da sua filha. Para isso contribuem todas as "mensagens" deixadas por alguém que só pode ser o criminoso.


 


O livro apresenta-se dividido entre o passado e o presente. Entre a forma como Tessa viveu e superou tudo na altura, e os acontecimentos que se desenrolam no presente, e que a fazem embarcar numa espécie de "regresso ao passado".


A história está muito boa, e a forma como nos encaminha para quem cometeu aqueles crimes faz-nos não querer parar de ler. No entanto, a autora focou-se tanto no mistério à volta das susanas-de-olhos-negros, e do autor dos crimes, que me passou um pouco ao lado o porquê de tudo aquilo.


Fazia falta uma explicação para tudo o que se passou.


Mas, no fundo, existe, alguma vez, uma explicação plausível ou válida para um serial killer cometer os seus crimes?


 


 


Sinopse

"Sou estrela de cabeçalhos de jornal e de histórias assustadoras à roda da fogueira. Sou uma das quatro raparigas das susanas-de-olhos negros. A que teve sorte. Aos 16 anos, Tessa foi encontrada num campo do Texas, quase morta e só com alguns fragmentos de memória em relação à sua chegada ali. A imprensa chama-lhe a única «rapariga das susanas-de-olhos negros» que sobreviveu a um serial killer. O testemunho de Tessa mandou um homem para o corredor da morte.

Passados 20 anos, Tessa é artista e mãe solteira. Num dia de fevereiro, abre a janela do seu quarto e depara com um magnífico canteiro de susanas-de-olhos-negros diante de si, embora se trate de flores de verão. Será que o homem que espera a morte é inocente? E andará o serial killer atrás dela? Ou, pior ainda, da sua filha?"

 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sugestões para o fim-de-semana


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Sabiam que amanhã é o Aniversário da Mariana - Pelos Patudos? Vai ser uma grande festa solidária, pela causa animal!


Já esta tarde, não podem perder os concertos dos Plan Ahead e dos Insch, bem como de outras bandas, em Mafra.
Se estão no Porto, o destaque vai para o Nos Primavera Sound.



A não perder também, espetáculos ao ar livre, em Sintra, cinema em Óbidos, teatro em Mafra, música na Maia, uma sessão de autógrafos muito especial em Lisboa, e muito mais!


quinta-feira, 8 de junho de 2017

É impressão minha ou...

Wook.pt - A Rapariga no Gelo


 


...anda por aí a moda literária de começar todos os títulos de livros por "A Rapariga..."?


 


Este é o mais recente - A Rapariga no Gelo!


 


Anteriores:


 


A Rapariga de Antes - 2017


A Rapariga Mais Sortuda do Mundo - 2017


A Rapariga de Times Square - 2017


A Rapariga Que Inventou Um Sonho - 2017


A Rapariga do Calendário - 2016


A Rapariga Que Sabia Demais - 2016


A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha - 2015


A Rapariga no Comboio - 2015


A Rapariga Inglesa - 2014


A Rapariga de Olhos Azuis - 2013


A Rapariga dos Lábios Azuis - 2011


A Rapariga Que Roubava Livros - 2008


 


 


Alguém quer acrescentar mais uns títulos?


 


 

Todos precisamos uns dos outros!

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No outro dia, conversava com o meu marido sobre o sentimento de superioridade de boa parte dos licenciados, que se acham mais que os outros só porque andaram numa universidade a estudar não sei quantos anos, e têm agora o título de Dr.


Mas, o que lhes dá esse direito de acharem que, por esse motivo, são mais que os outros? O que são eles a mais que eu, ou que o "zé da esquina"?


Todos precisamos uns dos outros, todos temos a nossa missão, e todos contribuímos com aquilo que melhor sabemos.


E até os "doutores" precisam do homem do lixo, da empregada do supermercado, do eletricista, do canalizador, e por aí fora. Porque sem estas pessoas, e muitas outras, de nada lhes serviria ser "doutor".


O pior, é que esta mania da superioridade está a alastra-se até mesmo àqueles que ainda nem o curso terminaram, ou nem sequer começaram! E a muitos funcionários que, não sendo licenciados, mas tendo cargos administrativos, acham que são mais importantes que o porteiro, a cozinheira, a mulher da limpeza ou o segurança da empresa.


Se querem tirar uma licenciatura, mestrado ou doutoramento, façam-no porque é algo que realmente gostam, e porque sentem que será útil para essas pessoas e para a sociedade. Não pelo simples facto de isso equivaler a um título, e por acharem que isso significa ter direito a tratamento especial.


A sociedade precisa menos de "doutores" e afins que se gabem daquilo que estudaram, daquilo que ganham, dos títulos que adquiriram, e mais de profissionalismo, atitude, ou seja, menos conversa e mais acção.


Porque o melhor profissional, seja em que área for, não é aquele que apenas fala e se gaba, esperando o reconhecimento de todos à sua volta, é aquele que age de imediato, sem esperar nada em troca!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Qual o melhor dia da semana para trabalhar?

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Segunda-feira - ainda com sono e cansados, a tentar entrar novamente no ritmo, com muita calma, depois de um fim de semana a acordar mais tarde e cheio de actividades, não é um bom dia para trabalhar!


 


Terça-feira - o dia em que pensamos que ainda falta tanto tempo para o fim de semana, em que desmoralizamos e nos andamos a arrastar, na esperança que, pelo menos, vejamos o meio da semana chegar


 


Quarta-feira - estamos a meio da semana, já enfrentámos dois dias de trabalho, precisamos de uma pausa para enfrentar o resto da semana


 


Quinta-feira - já está quase a semana a terminar, custa-nos cada vez mais acordar cedo, o cansaço vai-se acumulando, já só queremos que o fim de semana chegue depressa


 


Sexta-feira - estamos já em modo fim de semana, a trabalhar o mínimo, à espera que o tempo passe e o relógio indique a hora de saída! 


 


Posto isto, na vossa opinião e experiência pessoal, qual o melhor dia da semana para trabalhar, e que acaba por ser mais produtivo? Ou não existe um dia específico para isso?

SOY LUNA LIVE chega a Portugal em 2018


 


Mas os bilhetes já estão à venda desde o passado sábado!


 


À semelhança do que aconteceu há uns anos com a Tour Violetta Live, baseada na série Violetta, da Disney, também Soy Luna tem direito a digressão,que começou este ano na América Latina, e virá em 2018 à Europa.


A Portugal,o espetáculo terá lugar no Meo Arena, em Lisboa, no dia 20 de Janeiro, com duas sessões agendadas, respectivamente, para as 15 e para as 19 horas.


 


Embora os bilhetes tenham sido colocados à venda vários meses antes (no caso da Violetta foram cerca de 5), posso-vos dizer que, pouco depois das 10 horas de sábado, momento em que foram disponibilizados, já havia dezenas de bilhetes comprados, para ambas as sessões, incluindo vários pacotes VIP Diamond, que incluem Meet&Greet, pelo valor exorbitante de 500 euros!


 


Por enquanto, não está a ser a mesma loucura que foi, na altura, a compra de bilhetes para a Violetta, que esgotou rapidamente as duas primeiras datas, e que obrigou ao agendamento de uma terceira. Mas ainda falta muito tempo até Janeiro.


 


 



Da minha parte, ainda ponderei cometer a loucura de comprar um desses bilhetes VIP para a minha filha, comprar para os três, comprar para ela esse da primeira fila e,para nós, os mais baratos (ainda assim caros) da segunda fila, ou comprar os bilhetes normais, para a plateia a seguir aos VIP's.


Como demorei muito tempo a decidir, quando fui comprar, já só conseguimos um pouco mais atrás do que eu queria.


Acabei por me virar para os bilhetes normais porque era, de facto, muito dinheiro gasto por uns minutos com os artistas e a foto da praxe. 


Além disso, se vamos todos, é para disfrutarmos e divertirmo-nos juntos, e não um em cada lado.


Por outro lado, não me souberam esclarecer como seria a questão da segurança, tanto na entrada como na saída uma vez que, a comprar só para a minha filha, ela entraria por uma porta diferente da nossa, sozinha, e sairia por aí, sozinha.


Fiquei com pena por não ter conseguido fazer-lhe a vontade de estar cara a cara com os protagonistas, mas também podiam praticar uns preços mais acessíveis. Só que, enquanto houver pessoas a dar esse valor, ninguém os vai baixar.


 


Agora que os bilhetes estão comprados, vamos lá ver se, com tantos meses de espera pela frente, não nos esquecemos da data!

terça-feira, 6 de junho de 2017

As preocupações tecnológicas de duas gerações

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Mãe, com o seu telemóvel novo:


 


Programar os alarmes para durante a semana


Passar os contactos para o telemóvel


Ver as definições de perfil para colocar em modo vibração


Acertar data e horas


Definir o volume e tom de toque de alarme


 


 


 


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Filha, com o seu telemóvel novo:


 


Ligar à net de casa


Ligar à net da escola e de todos os possíveis locais com net que encontre pelo caminho


Instalar todas as aplicações e redes sociais que conseguir


Verificar a rapidez no acesso e utilização das aplicações


Verificar a qualidade das câmaras, para ver se tira selfies de qualidade, e vídeos para os directos do facebook e afins


 


 

Até as pessoas mais sensatas...

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...podem ter os seus momentos de impulsividade!


 


Algumas pessoas, tipo eu, são as chamadas "sensatas" da família, que pensam e ponderam muito as decisões, que medem os prós e os contras, que só gastam o necessário, e por aí fora.


Mas também nós temos direito aos nossos momentos de loucura, de impulsividade! 


 


Nessas alturas, temos que inverter o jogo, e alguém tem que, por uma vez, fazer o nosso papel habitual e chamar-nos à Terra, trazendo-nos de volta à realidade!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Surreal...ou talvez não!

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No outro dia, passei por uma barbearia onde tinha um cartaz a anunciar um Workshop de Barbas!


Barbudos de Portugal, isto deve ser para vós!


Será assim tão complicado tratar uma barba?


 


 


Estava ontem em casa quando um indivíduo me bate à porta, a dizer que me tinham batido no muro de casa!


Ah e tal, a minha mulher estava à janela a estender roupa, e viu o carro a bater no muro. Tirámos a matrícula, se quiser apresentar queixa.


Vou lá fora ver, e tive pena do condutor, porque o carro, tendo em conta a quantidade de plástico caído no chão aos bocados, deve ter ficado em pior estado que o muro!


Quem é que consegue a proeza de bater ali naquela parte do muro? Deve ser à moda de um que bateu no carro do meu marido para se desviar de um gato. Ou então, deve ter sido das imperiais que bebeu na festa!


Expliquei ao senhor que eu não era a dona da casa, que teria que falar com o meu senhorio. E ainda lhe fiz o favor de ir chamar o dito.


Tudo isto, de pantufas nos pés!


 


 


McDonald's em dias especiais, cá por Mafra, é para esquecer!


Ontem, então, quase nem se conseguia entrar para fazer o pedido, nem sair com os tabuleiros. Conseguimos, felizmente, uma mesa na esplanada. O problema é que tivemos que comer rapidamente, porque nos arriscávamos a que voasse tudo pelo chão fora, tal era o vento!


Os caixotes do lixo, ontem, passaram fome porque tudo o que era lixo, no caminho entre a mesa e o mesmo, voava pelo caminho! 

sábado, 3 de junho de 2017

A Marta esquecida!

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Cena um:


 


Pela manhã, enquanto a minha filha se despacha, digo-lhe que vou despejar o lixo.


Pego nos sacos, desço a rua, volto para trás e chego a casa. Nesse momento, penso que não me recordo de ter ido ao lixo. Não me lembro sequer de ter passado na rua, nem ter colocado os sacos no caixote. Já uma vez aconteceu o mesmo, mas a verdade é que fui mesmo, nas duas ocasiões, e esqueci-me disso uns segundos depois.


 


 


Cena dois:


 


Vou às compras, primeiro ao Lidl, depois ao Intermarché. No Intermarché tenho por hábito deixar o saco com as compras do Lidl no cacifo. Coloquei a moeda, fechei o cacifo e guardei a chave na carteira. 


Em seguida, dirijo-me ao café do Inter e, ao abrir a carteira, deparo-me com a chave do cacifo. E penso: "será que tenho aqui esta chave desde a semana passada? Será que deixei lá a areia das gatas, e não chegámos a ir buscar?"


Quando já estou a voltar para trás, lembro-me então de que acabei de colocar um saco no cacifo, e era por isso que a chave ali estava!


 


Agora, imaginem, se já estou assim com 38 anos, como será daqui a uns anos!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

À Conversa com os MAGANA

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Os convidados de hoje da rubrica "À Conversa com..." são os irmãos Romano-Batista!


Naturais de alcácer do Sal, o Nuno, na voz e bateria, e o Jaime, na voz e guitarra, formam os MAGANA, e lançaram, a 12 de Maio, o seu primeiro álbum, intitulado "Na Terra do Sr. Zangão".


Para nos falar um pouco mais sobre eles, e este primeiro trabalho, os MAGANA aceitaram o convite para uma entrevista, que vos deixo aqui:


 


 


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Quem são os Magana?


Os Magana são um projecto criado por dois irmãos do rock’n’roll que decidiram fazer umas músicas que agradassem a pessoas dos 7 aos 77, misturando um pouco de todos os estilos musicais, com umas letras cómicas e que retratassem o quotidiano de forma engraçada. Tudo isto aliado a uma atitude rockeira e bem-disposta.


 


 


Em que momento é que decidiram formar a banda?


Nós estamos sempre em estúdio, seja a ensaiar, gravar, ou criar. Foi numa dessas sessões que, de forma espontânea, surgiram umas músicas que nos fizeram rir, e pensámos que teríamos de escrever umas letras a condizer e, posteriormente, gravá-las. Inicialmente, achámos que isto nem teria potencial para ser editado, que seriam só mais umas músicas que ficariam na gaveta, mas rapidamente mudámos de opinião quando começámos a receber o feedback das pessoas que ouviam, e decidimos arranjar um nome para o projecto e formar a banda.


 


 


A música esteve sempre na vossa vida?



Não nos conseguimos lembrar de um único dia das nossas vidas em que a música não estivesse presente.



O nosso pai é músico profissional e nós fomos criados entre baterias, guitarras e pianos. Estivemos sempre em contacto permanente com a música, fosse em ensaios ou espectáculos. Lembramo-nos perfeitamente de adormecer em sofás de bares enquanto o nosso pai tocava. Por isso, era uma questão de tempo até começarmos a fazer música pelas nossas mãos.


 


 


De que forma é que a vossa relação de irmãos interfere, ou facilita, o trabalho enquanto banda?


Como todos os irmãos que se prezem, temos as nossas discussões feias, mas rapidamente ultrapassamos essas desavenças. Temos muita facilidade em trabalhar juntos, primeiramente porque sempre foi assim e não sabemos fazê-lo de outra forma, e depois porque já trabalhámos imenso com todo o género de músicos, e sinceramente, assim é a melhor maneira de trabalharmos, damo-nos muito bem e somos extremamente apegados um ao outro. Chegamos sempre a um consenso que agrade a ambos.


 


 


Em 2016 participaram no programa “The Voice Portugal”. Como foi essa experiência?


Sim, é verdade. Quando decidimos concorrer ao programa, íamos sem expectativas nenhumas. Decidimos participar porque, caso as coisas corressem bem, sabíamos à partida que esse tipo de programas dão uma grande visibilidade a quem passa por lá, e isso seria bom para nós e para os nossos projectos.


Foi uma experiência agradável, fizemos bons amigos lá dentro e estabelecemos contactos importantes no meio da indústria, que de outra forma seria mais difícil. Mas muito sinceramente, e fugindo um pouco ao politicamente correcto, continuamos com a mesma opinião em relação a este tipo de programas que tínhamos antes de lá entrarmos.



Ao nível da arte propriamente dita, este tipo de programas não acrescenta nada, ali dá-se importância a tudo menos ao que, supostamente, interessa mais, a música.



Aqueles que vão para lá a pensar que lá por estarem no “The Voice”, têm a carreira garantida, estão muito enganados. Basta olhar para outros concorrentes de edições passadas, onde estão eles?



Ou já tens as tuas músicas feitas, ou então, não esperes que vá aparecer alguém que queira pegar em ti, porque isso não vai acontecer.



O nosso conselho é que, mesmo passando por lá, façam as vossas músicas e trabalhem muito em busca do lugar ao sol. Toquem, mostrem as vossas músicas às pessoas, porque elas sim é que interessam. O público é o único júri que realmente importa.


 


 


O público ainda vos identifica como participantes desse programa, ou não costuma fazer essa associação?


Ainda há um ou outro que tem melhor memória e que nos identifica, mas é a minoria, estes programas dão-nos fama descartável, e por um lado ainda bem que assim é.


Não é muito bom para quem quer fazer carreira na música ficar associado a este tipo de concursos. Ao inicio, quando passámos pelo programa, toda a gente nos reconhecia na rua, agora já são muito poucos.


Quando calha em conversa, lá temos de explicar que “fomos aqueles dois irmãos que tocavam bateria e guitarra”, e as pessoas aí dizem: “aaaahh, já me lembro de vocês”.


Só assim associam-nos ao programa.


 


 


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“Na Terra do Sr. Zangão” é o primeiro álbum dos Magana. Que música se ouve “Na Terra do Sr. Zangão”, e que o público poderá descobrir no álbum?


Tentámos fazer um disco que reunisse um pouco de todas as nossas influências musicais, por isso, neste álbum o público pode ouvir pop, rock, folk, bossa-nova, fado, que é o caso do primeiro single, Estória do Zé, uma espécie de fado misturado com música tradicional. Esperamos que as pessoas gostem. Até agora está a ter uma boa aceitação.


 


 


O single de apresentação intitula-se “Estória do Zé”. A história do Nuno e do Jaime também poderia dar uma música?


Sim, claro, toda a gente tem uma história para contar, por isso, toda a história individual daria uma música. Este é um disco onde se contam histórias. Todas as letras foram baseadas em pessoas que conhecemos ou personalidades estereotipadas.



Hoje em dia já não é preciso escrever acerca de temas rebuscados como o amor ou a paz no mundo, pode-se escrever acerca do gajo que come na tasca e usa fio de ouro ao peito, ou das idas à praia na infância com as sandálias do peixe-aranha e as sandes de carne assada cheias de banha!



 


 


Pegando em outros temas do álbum, de que forma completariam as frases ou responderiam às questões:


Ser “Popstar” é…ser fútil, desinformado, e desinteressante.


“Está na Hora” de…relativizarmos os problemas e começarmos a dar-nos todos bem como seres humanos que somos.


Como foi a “Infância nos 80’s”? Extremamente feliz e produtiva. Hoje em dia a infância já não é como foi nos 80’s. É óbvio que tem coisas melhores e outras piores, mas estamos gratos de poder ter vivido a nossa infância nos 80’s.


O vosso “Canto de Luxúria” é… Nem queiram saber! Isso fica na nossa intimidade. Seriamos acusados de promíscuos!


 


 


Como é ser músico em Portugal?


Ser músico no nosso país é daquelas profissões que não são consideradas profissões, é mais vista como um hobby do que outra coisa.


Por este motivo, não é das profissões mais fáceis de se levar. Não existe um sindicato para defender os interesses da classe, e os próprios músicos são culpados pela situação que se encontram, os músicos não são unidos e não se valorizam, não que sejam todos assim, mas uma grande maioria são.


Mesmo assim, ainda é possível viver só da música, é claro que não tens uma vida desafogada, a não ser que sejas um artista de topo, mas mesmo assim vai dando para viver.



Temos vários amigos nossos que se despediram dos seus trabalhos ditos normais, para se dedicarem a 100% à música, mas a maioria continua com empregos paralelos e conciliam com a música.



Nós ainda não demos esse passo, mas esperamos dar em breve, afinal de contas, o objectivo é viver a fazer aquilo que realmente se gosta de fazer.


 


 


Quais são os objetivos dos Magana para este ano de 2017, e a longo prazo?


Lançámos o nosso disco o mês passado pela Farol Música, e estamos gratos de terem acreditado em nós. Era um objectivo importante que andávamos a perseguir há algum tempo.



O próximo passo será conseguir agenciamento, ainda não conseguimos e sabemos que sem um bom agente não consegues mostrar-te em muitos sítios.



Precisamos de chegar às massas através da televisão e das rádios, e isso é um caminho difícil. Temos plena consciência que é um caminho longo e lento e que aos poucos lá chegaremos, estamos a trabalhar nesse sentido.


 


 


Já têm algumas atuações ao vivo agendadas?


Ainda não temos actuações marcadas mas sabemos que vão começar a aparecer. As coisas estão a acontecer devagar mas estão a acontecer.



Sabemos que se chegarmos às massas os espectáculos vão aparecer. Tu não podes vender um espectáculo de uma banda que não conheces, e mesmo que o vendesses não irias ter grande afluência de público.



Uma coisa que temos de bom é que já temos muitos anos disto e sabemos muito bem como funciona o meio, só não podemos é perder a esperança e a vontade de trabalhar. Com calma e persistência tudo se faz. A banda tem de ter divulgação para poder tocar, até porque não é fácil fazer espectáculos pequenos com este projecto, como bares. São dez músicos em palco!


 


Muito obrigada pela disponilidade!


 


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

Chegou a Inominável de Junho!

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(clicar na imagem) 


 


Já chegou a Inominável de Junho, e com ela muitas novidades, novas colaborações e rubricas, e diversas sugestões para o verão que está quase a chegar!


Vão lá espreitar 


 

Sugestões para o fim-de-semana


 


Então o que temos para o fim-de-semana que aí vem?



A 87ª Feira do Livro de Lisboa



Há Festa no Parque Desportivo De Mafra



Um Workshop de pulseiras e colares na Associação Meleca



A Apresentação do livro do Clube de Gatos do Sapo no Animal Fest'17 by Associação CLICK Positivo



 


E muito mais, a descobrir no Fantastic!



 

Quando estamos a contar com o ovo no "cu" da galinha...

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... e ela não os põe!


 


Foi assim no outro dia em que, como habitualmente, fui ao restaurante habitual comprar a minha sopa e o arroz para a minha filha, e deparei-me com ele fechado, com indicação de que iria abrir em breve, com nova gerência!


Não fosse o facto de ter outra coisa em casa para mim, e a minha filha se ter desenrascado com batatas fritas de pacote, tínhamos ficado sem almoço!


 

A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!