quarta-feira, 6 de junho de 2018

À Conversa com os Nowhere To Be Found

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Os Nowhere To Be Found ligam o interruptor em 2014, como “Insch”, nome com que viriam a ser conhecidos pelo grande público.
No final de 2017 decidem assumir uma nova identidade, e renascem como Nowhere To Be Found, agora como
quarteto, com o guitarrista João Quintais.


O lançamento do segundo álbum de originais está previsto para 2018.


 


 


Fiquem a conhecê-los melhor, nesta entrevista!


 


 


 


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Quem são os Nowhere To Be Found?


Somos uma banda que começou há 3 anos sob o nome “Insch”, comigo (Manel Gomes) no baixo, o Tiago Duarte na guitarra e Miguel Rodrigues na bateria. Começámos a tocar porque, embora já tivéssemos tido vários projectos juntos (maioritariamente de covers), voltámos a juntar-nos depois de um “hiatus”, porque pura e simplesmente sentimos saudades de tocar.


Desta vez com uma condição: tocar as nossas próprias músicas.



Depois de uma apresentação para amigos próximos, num bar em Torres Vedras (primeiro concerto), até chegarmos ao palco principal da Concentração Motard de Faro, fomo-nos afirmando como banda, numa evolução que, garantidamente, não estávamos à espera que fosse acontecer no dia do primeiro ensaio.



Quatro anos depois decidimos convidar o João Quintais para a banda, elemento esse que se veio a tornar preponderante para a evolução do nosso som.


 


 


 


Começaram por ser conhecidos como Insch. Em finais de 2017, mudaram o nome para Nowhere To Be Found. Esta mudança reflete, de alguma forma, uma mudança da própria banda, quer em termos de sonoridade, quer em termos de estrutura?


Sim e não!



Continuamos a ser as mesmas pessoas, e amigos, que éramos desde sempre, apenas fomos evoluindo de ano para ano.



O nosso som está de facto mais pesado, mas não se deve a uma mudança de identidade, mas sim a uma evolução que fomos “sofrendo”, pois no último álbum ainda como Insch, as nossas últimas músicas já estavam a ficar mais pesadas, comparativamente às primeiras que compusemos.


 


 


 


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Estão neste momento a trabalhar no segundo álbum da banda. O que pode o público esperar deste novo trabalho?


Sim, estamos a trabalhar num segundo álbum, mas sem grandes pressas para o lançar cá para fora. Com a adição do João, a composição agora passa a ser feita a quatro. O João trouxe uma nova força à banda que queremos trabalhá-la da melhor forma e moldá-la ao nosso novo som, portanto, há que ser pacientes para conseguirmos retirar da nossa sala de ensaios um álbum bem mais maduro e completo do que o primeiro.


 


 


 


Este álbum conta com produção do sueco Henrik Udd, Produtor do Ano 2017 nos Heavy Music Awards. Como está a ser essa experiência?


Um sonho tornado realidade. Quando soubemos que o Henrik tinha aceitado produzir o nosso álbum, foi a realização de algo que nunca esperámos que fosse acontecer. Estamos a trabalhar com o produtor de duas bandas que temos como principais referências (Bring Me The Horizon e Architects) e melhor... É um poço de sabedoria e criatividade que só nos tem ajudado a evoluir ainda mais.


 


 


 


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O single de avanço “Closer” ficou disponível a 18 deste mês, e conta com featuring de Emily Lazar, dos September Mourning. Como surgiu a oportunidade para esta colaboração?


Mais uma vez, foi uma óptima surpresa ter recebido a resposta positiva da Emily em trabalhar connosco na Closer. Ela ouviu a nossa versão e mostrou-se logo entusiasmada em fazer o featuring. Como é óbvio... nós também!


 


 


A Ericeira ainda continua a ter um papel na inspiração para a criação das vossas músicas?


Sempre, até porque foi lá que tudo começou e esperamos que seja lá que tudo acabe, quando estivermos a preparar o último concerto dos NTBF para festejar os 50 anos de carreira!


 


 


De que forma se definiriam através das seguintes palavras:


 


CumplicidadeNoites de ensaio


SaudadeQuem fez parte do início


AmizadeVê-se em palco


SuperaçãoSempre o próximo concerto


MúsicaAlma


PúblicoOxigénio


PalcoCasa


RefúgioSala de ensaio


SilêncioSó daqui a 50 anos


MarContinua a inspirar


 


 


 


 



 


Já têm alguma data prevista para o lançamento no novo álbum?


Ainda não. Tal como referi anteriormente, estamos a prepará-lo com todo o amor e carinho. Não queremos apressar nada.


 


 


Que objetivos gostariam de ver concretizados ao longo de 2018?


Continuar a tocar, conhecer novas pessoas e novos palcos, contactar com fãs, sempre com os pés bem assentes na terra. Como é óbvio vale sonhar, mas um passo de cada vez!


 


Não se esqueçam de nos seguir em todas as nossas redes sociais. Como costumamos dizer... Difícil é não nos encontrar por lá: @ntbfofficial


 


 


Muito obrigada!


 


 



Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.


 

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