quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Ready or Not - O Ritual

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O filme tinha uma boa premissa:


Uma família louca, com uma estranha tradição de integrar os novos membros da família através de uma sessão de jogos de tabuleiro, e com uma crença vincada de que, se não cumprirem o ritual, morrerão.


 


Grace é a noiva, que de um modo subtil é aconselhada a não levar avante o casamento. No entanto, achando que é uma daquelas coisas que todos dizem aos noivos no dia do casamento, ignora, e casa-se com o herdeiro milionário da família.


Como manda a tradição, Grace é obrigada a participar, saindo-lhe a pior de todas as cartas. Agora, ela terá que jogar às escondidas, contra toda a família.


 


Os Le Domas têm até ao nascer do dia seguinte, para a matar, evitando a maldição que poderá cair sobre eles.


Grace, por sua vez, terá até ao nascer do dia para escapar com vida a todos os membros da família, ou morrerá.


 


 


A expectativa:


Ao longo do filme, assistimos a dois irmãos com atitudes distintas.


Alex, o noivo, que agora tenta ajudar a amada a escapar à tradição da família, afastou-se dessa mesma família porque não queria fazer parte destes jogos doentios e mortais, embora compreenda porque o fazem.


Já Daniel, cumpre a sua missão, embora não concordando e, sempre que possível, deixando para os outros os actos que ele não tem por que cometer, enquanto houver quem o faça por ele. 


São várias as vezes em que achamos que Daniel vai ceder, e ajudar a cunhada Grace. Será que ele vai mesmo fazê-lo, ou os laços de sangue, e a vontade de salvar a sua própria pele falará mais alto?


E Alex, conseguirá ele resistir à sua verdadeira natureza, ao legado que a família lhe está a transmitir?


 


 


A surpresa:


Grace dá luta do início ao fim, mas é apenas uma, contra todos.


Ainda assim, o filme reserva-nos duas surpresas, uma positiva e outra negativa. 


É a prova de que nem tudo o que parece, é.


 


 


A desilusão:


Quando se chega ao fim, o final é tão absurdo que acaba por ridicularizar e descredibilizar todo o filme.


E ficamos a pensar: "uau, que treta de filme"! 


Se era para acontecer o que aconteceu, mais valia fazê-lo com garra, com realidade, com luta, não com uma fantasia ultrapassada.

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