sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Desta semana

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Em modo "sobrevivência às constipações"


 


Não bastava a dor de cabeça e de garganta, tinha que vir a tosse.


Uma constipação à moda antiga, portanto.


Daquelas que já não tinha desde antes do Covid.


 


Isto é chás de manhã e à noite.


É pastilhas e rebuçados.


É comprimidos para a tosse.


 


É dormir com 4 almofadas (e um torcicolo). Dormir, como quem diz, tentar. Porque as primeiras horas são a tossir. Até as gatas se assustam, e fogem da cama! Pudera.


É acordar com dores nas costas e abdominais. E em modo zombie.


É pôr qualquer coisa na garganta e senti-la a arder, de tão inflamada que está.


É tentar controlar os ataques de tosse no trabalho, sem sucesso.


É querer falar e a voz sair rouca, e aos bocados.


E melhoras? Nem vê-las.


 


Mas até evito ir ao médico.


Ainda na semana passada fui lá, por causa da garganta, e disse-me que estava normal! Um pouco inflamada e inchada, mas nada de mais. Para beber chás e continuar com as partilhas.


Receitou-me uns comprimidos que, afinal, à garganta, segundo a farmacêutica, pouco ou nada faziam: eram para dor de cabeça. Acabei por não comprar.


 


No entanto, numa coisa tinha razão: consumir mel.


Já o meu marido me diz a mesma coisa.


Só que eu não gosto de mel. Só de pensar...


Mas pronto, rendo-me às evidências: após duas doses, a tosse abrandou.


Fiquei mal disposta, e enjoada. Mas a tosse deu-me umas tréguas temporárias.


 


E é isto.


Em semana de Carnaval e Dia dos Namorados, pouca disposição houve para brincar ou para romance.


Mas um dia em casa soube bem!


 


 


 


 

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