quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Navegar no desconhecido, no mesmo mar de sempre

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Há momentos, na nossa vida, em que nos sentimos a navegar no desconhecido, ainda que no mesmo mar de sempre.


Faz sentido?


Talvez.


Até porque, lá está, o mar pode ser o mesmo de sempre, mas tudo nele pode mudar de um momento para o outro.


As correntes, as marés, a agitação.


O mar não é estático. Ainda que seja sempre mar, água, ondas.


Da mesma forma, por muito que tudo pareça igual, por mais que acreditemos que determinado conhecimento é uma vantagem, nem sempre assim é.


Porque existem sempre condicionantes novas, com as quais nunca antes lidámos.


O desconhecido, no meio daquilo que julgávamos conhecer.


Por outro lado, também nós mudamos.


E, quando tudo, e todos, mudam, o que fica daquilo que, um dia, foi?


E o que nos espera daquilo que nem sabemos o que será?


 


 

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