quinta-feira, 5 de julho de 2018

A ficar sem bateria...

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Como um telemóvel viciado, com algum tempo de uso, acho que já não consigo alcançar a bateria completa, representada pela cor verde. 


Mas há-de ser no laranja que ando desde o regresso das férias do ano anterior, até ao início do ano seguinte, altura pela qual passo a andar ali pelos dois tracinhos de bateria, com tendência a reduzir, à medida que o ano vai avançando.


Quando chega à vespera de ir de férias, ao invés de a energia aumentar, sinto ela a escapulir-se por entre os dedos pelo que, hoje, estou apenas com um traço de bateria, e já a começar a apitar, a avisar que é preciso recarregar brevemente, correndo o risco de chegar amanhã, último dia de trabalho, e desligar-me completamente, logo agora que a primeira semana de férias está à porta.


 


Depois, é tentar que na semana de férias (muito pouco para tantos meses de trabalho) consiga voltar ali à meia carga, para sobreviver a mais um mês de trabalho, até voltar a ter férias, e conseguir a proeza de subir para o estado laranja, e repetir todo o ciclo!

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Constatações

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Tenho que deixar de fazer planos para estas férias.


Percebi que, ultimamente, todos os planos feitos estão a sair gorados, um a um!


 


Era suposto termos, pelo menos, uma semana de férias juntos. Não conseguimos. Tive que tirar a semana antes. Quando eu estou de férias, está ele a trabalhar. Quando eu reentrar ao serviço, vai ele de férias.


Era suposto termos, pelo menos, dois dias juntos, que coincidiam com as minhas férias, e as folgas dele. Não conseguimos. Vai ter que fazer formação para renovar a carteira profissional, que vai ocupar também esses dois dias.


Era suposto ele ter esta sexta e sábado de folga. Não conseguimos. Um colega adoeceu repentinamente, e vai ter que ir trabalhar.


 


E jé nem faço planos para a praia, porque com este tempo, o mais certo é ficar por casa mesmo!

Coisas que me irritam

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Colegas de trabalho que adoecem, subitamente, quando as férias estão a acabar, ou as folgas chegam ao fim, sendo que a doença repentina, normalmente, coincide ou apanha os fins-de-semana, lixando os restantes que iam aproveitar o seu descanso e, assim, não só não têm direito a folga, como ainda têm que fazer o serviço de duas pessoas, enquanto os mesmos de sempre recuperam a saúde (que é como quem diz, aproveitam mais uns dias para não trabalhar).

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Fica Comigo, de Lucie Whitehouse

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Até onde podemos ir para proteger aqueles que amamos? é a pergunta, mas esta história tem muito pouco de amor, e mais de dependência, obsessão, sobrevivência, de uma visão destorcida do que é certo e errado, de desviar as atenções daquilo que não deve ser visto.


Mas, por vezes, quanto mais tentamos salvar a nossa pele, mais colocamos a descoberto os nossos próprios segredos!


 


Quando Marianne aparece morta, Rowan, outrora sua melhor amiga, com quem Marianne já não fala há cerca de 10 anos, é uma das poucas pessoas a suspeitar que não se tratou de um acidente, mas de um homicídio. E que esse crime estará relacionado com um segredo do passado, que ambas guardavam.


Rowan decide, por isso, ficar uns dias na casa da família, para tentar descobrir o que, de facto, aconteceu.


A verdade é que Marianne enviou um postal a Rowan, uns dias antes de morrer, a dizer que precisava de falar comn ela.


Marianne já tinha sofrido uma depressão anteriormente. Estava a ser pintada por um artista cujas musas anteriores haviam morrido. Os seus próprios desenhos retratavam a morte. 


Marianne tinha tudo para estar feliz,tanto na sua vida pessoal, como profissional. Mas carregava também uma grande culpa, e algo que não a deixava viver plenamente.


 


E Rowan, quem é Rowan?


Melhor amiga de Marianne na adolescência, apaixonada pelo irmão desta, Adam, e recebida no seio desta família como se fosse mais uma filha perde, de um momento para o outro, a amizade de Marianne, e afasta-se de todos, até ao dia em que recebe a notícia da sua morte.


O que se passou naquela altura? E de que forma é que o passado está relacionado com o presente?


 


Por muito que se queira, não se pode justificar o injustificável. Nem, tão pouco, usar o amor para atenuar a culpa. Quando se perde totalmente a noção da realidade, e se distorce tudo à nossa medida, para que nos perdoem, então, estamos perdidos...


 


 


SINOPSE


"Marianne Glass é artista e aparece morta, caída do telhado. Toda a gente insiste tratar-se de um acidente, excepto Rowan Winter, em tempos a sua melhor amiga. É que Marianne sempre sofreu de vertigens e nunca se aproximaria da beira de um telhado.
Em tempos, Marianne e a sua família significavam o mundo para Rowan. Para uma adolescente órfã de mãe e com um pai ausente, aquela família intelectual e cheia de vida representava um mundo de glamour e oportunidades.
Mas desde que se afastaram, Rowan sabe de Marianne apenas pelos jornais: a rápida ascensão na cena artística londrina, o romance com o seu galerista. Para descobrir as causas da sua morte, Rowan tem de saber mais. Estaria angustiada com alguma coisa? Em perigo? Começa então a procurar pistas: nas obras mais recentes de Marianne, nas suas relações mais próximas e na amizade recente com um artista.
Mas quanto mais fundo vai na história, mais sinistro tudo se torna. E um segredo do passado faz com que também ela se comece a preocupar com a sua sorte…"



 


 

Os filhotes gamos

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Há uns meses tinha fotografado os gamos do Parque Desportivo de Mafra. Só havia adultos.


Mas, desta vez, tivemos uma surpresa!


 

A semana numa imagem #16

  A discoteca Ouriço, na Ericeira, é conhecida pelas diferentes fachadas que vai exibindo ao longo dos anos. Esta, é a actual, pintada de fr...