A discoteca Ouriço, na Ericeira, é conhecida pelas diferentes fachadas que vai exibindo ao longo dos anos.
Esta, é a actual, pintada de fresco!
Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!
A discoteca Ouriço, na Ericeira, é conhecida pelas diferentes fachadas que vai exibindo ao longo dos anos.
Esta, é a actual, pintada de fresco!
Na sequência de "A Mulher do Camarote 10" chega, agora, este novo livro da autora.
Com a maioria das personagens a transitar para esta nova história, Lo vai ter uma espécie de regresso a um passado ao qual, quase, não sobreviveu.
Mas, desta vez, o seu futuro é ameaçado de outra forma.
E ela tem muito mais a perder: um marido e dois filhos que ama.
Numa altura em que Lo está a tentar regressar ao nundo do trabalho, recebe um convite inesperado para uma estadia num hotel que irá ser inaugurado.
Um convite que pode relançar a sua carreira, sobretudo se conseguir uma entrevista exclusiva.
É lá que Lo reencontrará velhos conhecidos, que espetava nunca mais ver.
E quando a mulher da suite 11 lhe pede ajuda, Lo vê-se envolvida num homicídio do qual poderá vir a ser acusada, e passar o resto da vida na prisão.
Mas, será que a mulher da suite 11 a traiu?
Ou haverá ainda esperança de que tudo tenha sido apenas um erro? Um mal entendido?
Certo é que essa mulher é a causa, a chave, e a salvação de Lo.
Só que fugiu. E ninguém sabe dela.
Posso dizer que gostei muito mais deste livro, que do anterior.
Cativa mais, tem mais ritmo, flui muito melhor.
E levanta questões como confiança, instinto, consciência, dever.
O que fazer quando alguém nos pede ajuda para salvar a sua vida, ainda que isso possa acabar por pôr a nossa própria vida em perigo?
Principalmente, quando já vivemos algo parecido antes, que quase nos matou?
Vale a pena ler!
Quase dois anos depois, permanecia só.
Em parte, por escolha. Por opção.
Em parte, pelas circunstâncias.
E, em parte, pela constatação de que dificilmente se entregaria de novo a uma relação.
Pelo menos, não com a entrega que deveria.
Se, por vezes, pensava em como lhe saberia bem ter alguém ao seu lado, logo esse pensamento era apagado por outro, que lhe dizia que, para aproveitar apenas alguns momentos, não valia a pena mudar a vida toda.
Diziam-lhe que, quando surgisse de novo o amor, todas essas resoluções seriam deitadas ao lixo.
Talvez...
Mas duvidava, até, que ele aparecesse.
Não que andasse à procura. Mas também parecia difícil que viesse bater à sua porta.
Por isso, mantinha a sua vida tranquila e solitária, sob o seu próprio comando.
Quem sabe com satisfação.
Quem sabe com resignação.
Ou, quem sabe, com uma ínfima esperança...
Mais um mês que agora chega.
Estamos a mais de metade do ano. Os meses vão-se sucedendo no calendário demasiado rápido.
Mês de férias, para muitos. O pico do verão.
Mês de calmaria na grande cidade. E de confusão nos destinos turísticos.
Um dos meus (senão o) meses preferidos do ano.
Que traga com ele coisas boas!
Quem nunca lidou com pessoas assim? Que retiram prazer de ver os outros irritados ou desestabilizados? Que se alimentam das reacções que g...