quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ainda a meio do livro?!

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Estou a ler um livro de quase 500 páginas.


Um daqueles livros que, mal li a sinopse, disse logo que ia gostar de certeza!


Comecei a lê-lo ainda antes das férias de verão! O entusiasmo foi-se. A cada página que virava, menos me apetecia ler.


Depois, um pouco por falta de tempo e porque, só de pensar no livro, não me apetecia nada pegar nele, foi ficando na estante.


Há poucos dias, enchi-me de coragem. Voltei a lê-lo, do ponto onde tinha parado.


À semelhança da própria história - uma investigação que parece estagnada, sem qualquer pista, também eu me senti um pouco assim. Lia, e lia, e parecia que estava sempre no mesmo sítio. Ainda nem a meio tinha chegado. Até que, finalmente, lá consegui! 


Agora sim, a história começa a aquecer, e eu a sentir aquela vontade compulsiva de ler a cada bocadinho livre que tenha, para saber como tudo se vai desenrolar até ao fim.


Mas, de qualquer forma, pergunto-me se haveria necessidade de a autora ter esperado tanto tempo para me cativar? É que foi por pouco que não desisti dele de vez.


Assim que o terminar, logo vos digo que livro é, juntamente com a minha opinião final!

Pergunta do dia


Porque é que quando descongelamos pão no microondas (no programa próprio para descongelar), ele sai de lá a escaldar?


À custa disso, numa tentativa de abrir o pão acabado de descongelar, sem me precaver, queimei os dedos!


 


 


 


 


E, já agora, porque será que quando descongelamos bifes, eles saiem de lá meio cozinhados?


 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Os fins justificam mesmo os meios?

Christian Bale 


 


Hollywood nem sempre é o conto de fadas que imaginamos, e a vida dos actores nem sempre é fácil. Muitas vezes, é preciso mais que um cara bonita, um corpo em forma ou um enorme talento. Alguns actores, para interpretarem um determinado papel, vêem-se "obrigados" a passar por enormes transformações, acima de tudo, físicas.


E se há mudanças que em nada afectam a saúde dos actores, outras há que podem colocá-la em perigo.


 


Engordar/ Emagrecer excessivamente


Jared Leto - teve que engordar 30 kg para o seu papel como Mark Chapman - o fã que atirou e matou John Lennon - no filme "Capítulo 27", o que lhe provocou graves problemas de saúde, agravando o seu problema de gota, e provocando uma rápida subida do colestrol.


 


50 Cent - emagraceu 25 kg em 9 semanas, por causa do seu papel em "All Things Fall Apart", através de uma dieta líquida e um rigoroso regime de circulação.


 


Anne Hathaway - para o seu papel de Fantine, no filme "Os Miseráveis", perdeu cerca de 11 kg, sujeitando-se a uma dieta de fome que a obrigava a parar de comer durante 13 dias.


 


Mathew Mcconaughay - perdeu cerca de 20 kg para interpretar um doente com SIDA, no filme "O Clube de Dallas".


 


Christian Bale - engordou 28,5 kg para interpretar um vigarista em "Golpada Americana". Já para o filme "O Maquinista", teve que perder 28 kg, sobrevivendo com pouco mais que água, uma maçã e uma chávena de café por dia.  


 


Exercício em excesso


Jake Gyllenhaal teve que treinar durante sete dias por semana, como um um boxeador profissional, fazendo pelo menos 2.000 flexões por dia, push-ups, mergulhos e levantamento de peso cinco dias por semana, para o seu papel de lutador de boxe em "Southpaw".


 


Ora, se para qualquer pessoa comum é aconselhável uma dieta equilibrada, evitando as chamadas "dietas iô iô", e exercício físico com moderação, de forma a prevenir problemas de saúde e distúrbios alimentares, para os actores, não será diferente.


Então, porque será ainda necessário recorrer a estes métodos extremos, para se obter aquilo que se pretende? Ainda não existe tecnologia ou formas de caracterização dos actores, para tal? Ou será para que tudo se torne mais realista?


Serão os actores "obrigados" a estas transformações, sob pena de verem o seu papel entregue a outros, ou será uma decisão deles seguir adiante? 


E mesmo tomando essa decisão de forma ponderada e, penso eu, com acompanhamento médico, valerá mesmo a pena correr o risco?


Será que, por um excelente papel e, quem sabe, a promessa de um Óscar, vale tudo? E os fins, justificam mesmo os meios?  


 


 


 


 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Já não sou capaz de comer batatas fritas!


 


Pelo menos sem me sentir mal disposta a seguir.


É o que dá estar meses e meses sem comer batatas fritas!


Em casa, opto por batatas cozidas, massa ou arroz, puré de batata ou salada. Se vamos ao McDonald's, como apenas o hamburguer, e deixo as batatas para a minha filha ou para o meu marido. E, sempre que vamos almoçar a um restaurante, prefiro salada a acompanhar a carne, ou então como algum prato que não tem sequer batatas fritas.


Nem no verão, naqueles dias em que levamos comida para a praia ou para a piscina, para o dia inteiro, me apetece comer batatas fritas de pacote! Logo eu, que sempre adorei as Ruffles de presunto!


No outro dia, porque já estavam lá há algum tempo em casa e era mais prático, dividi com a minha filha o resto de um pacote de Pringles. Comi meia dúzia e bastou.


Hoje, a minha mãe fritou batatas para o almoço. Pensei: "também mereço comer um belo bife com batatas fritas de vez em quando". Pois. Mas a verdade é que as comi, e fiquei mesmo mal disposta!


E, tão depressa, não volto a repetir a façanha! É que além de fazer mal, e de me sentir indisposta depois de as comer, ainda tenho que aguentar o resto do dia com o cheiro a óleo e fritos que ficou impregnado no cabelo e na roupa.


Por isso, batatas fritas, nos próximos tempos, só se for bem longe do meu prato!

A nova edição do The Voice Portugal


 


De uma forma geral, gosto dos vários concursos de talentos que os diferentes canais de TV costumam exibir.


No entanto, tal como a Áurea refere, o The Voice acaba por ser o mais justo! Pelo menos na selecção dos concorrentes durante as provas cegas.


Porque o que se está a avaliar ali é a voz, não o aspecto físico. E, infelizmente, ainda julgamos muito as pessoas pela forma como se apresentam, mesmo antes de abrirem a boca. Até eu, ontem, o fiz!


E depois, quando começam a cantar e a mostrar porque ali foram, ficamos de boca aberta, tal como o júri, e a pensar "Wow, que vozeirão! Quem diria!".


De entre os jurados, gostei muito da postura da estreante Áurea, no que respeita aos comentários aos concorrentes. Avalia a prestação, diz o que tem a dizer, se a quiserem escolher para mentora, melhor, se não, não há problema.


Não tenho paciência para os joguinhos e disputas, ainda que na brincadeira e propositados, do Anselmo e do Mickael.


Já a Marisa, tem uma postura, aparentemente, mais séria e responsável. Está ali para trabalhar com as melhores vozes, e que sabe que podem ir além. Penso que foi por isso mesmo que vários concorrentes a escolheram para mentora. Porque vêem nela a oportunidade de trabalhar a sério, aprender e chegar longe. Não que não o consigam com qualquer outro dos mentores.


Nesta primeira prova cega, houve muito talento, alguma irreverência e umas boas risadas. Um serão de domingo bem passado, sem dúvida!



Imagens - http://media.rtp.pt/thevoiceportugal

A semana numa imagem #16

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