quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Em 2016 vou...


...tentar viver um dia de cada vez, sentir-me grata por poder vivê-lo, e fazê-lo como se fosse o último. E, dia após dia, repetir este ritual...


 


...sonhar mais e ser mais feliz...


 


E depois, claro, tentar:


- ler, escrever e opinar muito,


- dedicar-me ainda mais a todos os projetos em que estou envolvida,


- não gastar mais do que aquilo que realmente preciso;


 


- tentar concretizar o objectivo que já tinha delineado para 2015 "Fazer, pelo menos uma vez em cada mês, algo especial que valha a pena ser recordado como um dos muitos melhores momentos do ano!";


 


- tentar concretizar os objectivos que já tinha estabelecido para 2014 "saude, trabalho, dinheiro para o essencial e algum extra para o supérfluo, um ano positivo para partilharmos aqueles que amamos!";


 


- tentar passar ainda mais tempo com a minha filha, os meus pais, o meu marido e a nossa Tica;


 


- e não me esquecer de brindar à família, à amizade e ao amor!


 


O resto, com o novo ano o dirá...


 


 

À Conversa com Pedro Macedo

  


  


Pedro Macedo, nascido em Mirandela há 36 anos, é o autor dos livros da série Edward White, uma série dentro do género policial e espionagem, da qual fazem parte os livros “Crime na Universidade” e “O Espião Americano” editados, respetivamente, em 2013 e 2014, pela Chiado Editora.


 


 



 


Em dezembro de 2015, foi lançado o terceiro livro da série, intitulado “O Caso Michael Cross”.   



 


Mas não é só à escrita que Pedro Macedo se dedica. De facto, Pedro Macedo é professor de violino no Conservatório de Música e Dança de Bragança.  


Foi em 1991 que iniciou os seus estudos musicais, na Escola Profissional de Arte de Mirandela, tendo ingressado, após a conclusão destes, em 1998, na Academia Nacional Superior de Orquestra. Ingressou, mais tarde, no Instituto Politécnico de Bragança, tendo concluído a Licenciatura em Educação Musical.   


A partir de 2013, trouxe-nos as histórias e aventuras de Edward White e a sua equipa do FBI, que tudo farão para resolver os casos que lhes vão aparecendo pelo caminho, como o homicídio ocorrido numa universidade, onde vai ter a ajuda de uma sensual jornalista, o assassinato de uma agente numa mata de Monsanto, ou uma caça ao suposto assassino Michael Cross, numa perseguição alucinante que o levará até á Suiça e Itália.  


É ele o nosso convidado de hoje, da rubrica “À Conversa com…”, a quem desde já agradeço por ter aceitado este convite.  


 



 


Pedro, como é que um homem desde sempre ligado à música, decidiu aventurar-se no mundo da escrita?  


A escrita esteve sempre presente. No entanto, o estilo e género eram bastante diferentes. Agora acho que encontrei o meu estilo e, estou muito à vontade com o género literário.  


  


Porque é que optou pelo género policial? É algo que o fascina?  


Desde que me conheço que sou um admirador da temática policial e também, da espionagem. Leio vários livros por ano dedicados à espionagem, sou um cliente das muitas séries televisivas dedicadas ao policial, e tenho todos os filmes da saga James Bond. Estas duas temáticas fazem parte de mim desde muito novo.  


  


Quando começou a escrever o primeiro livro “Crime na Universidade”, já planeava integrá-lo como fazendo parte de uma série, ou foi uma ideia que surgiu mais tarde?  


Só mais tarde é que surgiu a ideia. Achei que as personagens ainda tinham mais para dar, havia claramente a possibilidade de evoluírem, por isso, acho que foi um passo natural. Alex Cross, Jack Reacher ou Tomás Noronha são exemplos de sucesso no que toca a séries com as mesmas personagens.  


  


Que feedback tem recebido relativamente aos seus três livros?   


O feedback é composto pelos amigos e pela família. Por vezes alguém comenta nas redes sociais e dá a sua opinião. Pessoalmente tenho tido boas críticas em relação aos livros e espero continuar a crescer como escritor para que as críticas possam ser mais abrangentes.  


  


Esta série termina com “O Caso Michael Cross”?Pretende dar continuidade às histórias de EdwardWhite, ou escrever algo diferente?   


Os projetos que tenho em mente irão dar continuidade às histórias de Edward White, aliás, tenho já os primeiros capítulos escritos. No entanto, tenho também outros projetos que irei revelar no próximo ano.  


  


Como é que concilia a sua carreira de professor com a de escritor?  


Desde que comecei a escrever sempre achei que estava apenas a relaxar a mente depois de um dia de trabalho. Embora pareça confuso, o que é verdade é que a escrita tem em mim um poder de relaxar, de me acalmar, o que é muitas vezes o que necessito depois de um dia cansativo.  


  


Os seus alunos costumam sermuitocríticos em relação à sua escrita?  


Os mais velhos sim. Fazem perguntas, perguntam quando sai o próximo livro, o que vai acontecer com as personagens principais. É um interesse natural.  


  


A nível musical, dedica-se apenas ao ensino, ou está envolvido em outros projetos?  


Neste momento dedico-me apenas ao ensino, mas sempre aberto a outras possibilidades.  


  


Que planos tem, a nível da escrita, para o futuro?  


Continuar a crescer como escritor. Escrever cada vez melhores livros e, continuar com os projetos que tenho em fase de desenvolvimento.  


  


  


Muito obrigada pela sua disponibilidade, e votos de muito sucesso!  


 


*Esta conversa teve o apoio da Chiado Editora, que estabeleceu a ponte entre o autor e este cantinho.


  


  


  


 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Crime na Universidade


 


Opinião:


Edward White tinha acabado de ser promovido a chefe da unidade de homicídios, mas os seus minutos de alegria duraram pouco. Como uma espécie de "presente envenenado", com esta promoção vieram, logo em seguida, as más notícias: um homicídio ocorrido na universidade, ou seja, o primeiro caso a resolver já no novo cargo, e que se viria a revelar o mais complicado de toda a sua carreira enquanto agente do FBI.


A vítima, Jennifer Taylor, de 18 anos, foi encontrada morta na sua cama, seminua, de pés e mãos atados, com uma marca curiosa na perna e sem coração! Sim, o seu coração foi cuidadosamente retirado pelo assassino, o que tornou este crime ainda mais macabro. A forma como o coração foi extraído do corpo da vítima, aponta para alguém com conhecimentos a nível de medicina, e familiarização com material cirúrgico.


E se, no início, se pensou tratar de um caso isolado, logo se percebeu que estavam diante de um assassino em série. A Jennifer, seguiram-se Amy e Tamara, ambas assassinadas na mesma noite, sendo o "modus operandi" em tudo semelhante ao primeiro crime.


Cedo se chega à conclusão que quem anda a cometer estes crimes tem que ser alguém conhecido das vítimas, ou que consiga ter um fácil acesso à universidade sem levantar qualquer suspeita, e quem melhor que Ray, o segurança, para o fazer? Mas Josh, namorado de Jennifer, também pode estar envolvido. Ainda mais porque, por um lado, fica provado que foi visto naquela noite na universidade e, por outro, porque sabe-se que conhece Ray.


Para esta investigação, Edward vai contar com a ajuda crucial dos seus colegas de equipa, e também da jornalista Cameron, a quem ele não ficou indiferente desde o primeiro momento em que a viu, à porta da univerdade, a fazer a cobertura dos acontecimentos e que, mais tarde, o procura com possíveis pistas sobre o criminoso que querem apanhar.


Vai ser difícil a estes agentes descobrir o verdadeiro culpado, uma vez que as pistas são quase nulas, sem erros cometidos, sem impressões digitais, sem um motivo, com o primeiro suspeito ilibado, e os dois suspeitos seguintes a omitir informação constantemente.


Será que, realmente, é um deles o assassino? Será que estão os dois envolvidos? Ou será que estão a proteger mais alguém?


A determinado ponto, tudo parece apontar para uma só pessoa, mas nem tudo o que parece é, e há muitas peças que continuam a não encaixar e que, só após uma investigação mais aprofundada, se irão conseguir colocar no sítio certo e dar a resposta que precisavam.


Posso dizer que este livro - Crime na Universidade - é um livro que se lê bem (li-o em poucas horas), e que começa a prender-nos logo no início, fazendo-nos querer acompanhar a história até chegar ao final, sem paragens!


Eu recomendo!


 


Sinopse


"Quando Edward e a sua equipa do FBI, são chamados à Universidade para resolver um homicídio, nada fazia prever a sucessão de acontecimentos que viriam a acontecer. Com a ajuda de uma bela e sensual jornalista, os agentes precipitam-se numa vertiginosa luta contra o tempo, onde ninguém parece dizer a verdade e todos têm algo a perder."


 


Não percam


Foi uma óptima estreia para Pedro Macedo, que irá estar esta quinta-feira na rubrica "À Conversa com...", para nos falar deste e dos dois livros seguintes, entretanto lançados (o último dos quais este mês), que fazem parte da mesma série. 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Como lidar com uma birra da filha em pleno centro comercial


 


Quando fui ao El Corte Inglés, deparei-me com uma cena pela qual eu própria muitas vezes passei, quando a minha filha era mais pequena, mas que me deixou incomodada pela forma como a mãe a tentou resolver.


Tínhamos acabado de chegar à cafetaria, para lanchar. Sentámo-nos, e oiço uma senhora ao nosso lado a reclamar porque uma menina com os seus 3/4 anos estava a gritar à tanto tempo, e a mãe não fazia nada. De facto, a menina estava a chorar desalmadamente, com uma birra enorme.


Ora, não é fácil para uma mãe estar num local público, com os seus filhos a fazerem birra para todos ouvirem, e saber que tem todos os olhos postos em si. Se ignora, é porque não faz nada, se lhe ralha, é porque devia falar de outra maneira, se lhe dá uma palmada, é porque é agressiva. 


E quanto mais a filha berra, e as pessoas se incomodam, mais a mãe se enerva e pior pode ser o resultado. Foi o caso. A mãe levanta-se da sua cadeira, pega na filha por um braço e, confiante porque ficava tapada com o armário, coloca a menina à força numa cadeira ou banco, não percebi bem, e tapa-lhe a boca com a mão para ninguém a ouvir.


Logo em seguida, talvez tenha caído em si, e largou a miúda que, passado uns minutos, acabou por se calar. E foi a família toda embora, como se nada tivesse acontecido.


 

O meu nome é Alice


 


Já tanto ouvi falar deste filme que, também eu, decidi vê-lo, e comprovar se, de facto, valia a pena.


Pois devo dizer que foi uma total desilusão. Ficou muito aquém das minhas expectactivas, e da forma como eu esperava que fosse retratada a doença de Alzheimer.


Salva-se a actuação de Julianne Moore mas, ainda assim, queria ter visto mais garra, mais luta, mais desespero, mais revolta, mais de todas as emoções próprias de quem passa por situações destas ou semelhantes.


É daqueles filmes que se vê uma vez, pouco passou cá para fora, e passo à frente.


 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Primeira gala recheada de injustiças

Tanto talento desperdiçado, escolhas injustas, e decisões difíceis nesta primeira gala do The Voice Portugal. Nem sempre os jurados fazem as melhores opções, mas o público também nem sempre torna essa tarefa fácil.


 


Equipa da Marisa:



Para mim, tinham passado o Ricardo e o Sérgio, ou o Ricardo e o Pedro, embora continue a achar que este último está a perder a humildade que mostrou no início. Apesar de ter gostado mais de ouvir o Alfredo nesta gala, continuo a achar que ele não deveria ter passado.


O público votou no Sérgio, o que deixou à Marisa a díficil tarefa de escolher entre os restantes três, aquele que levaria à semifinal. Como era de prever, escolheu o Alfredo.


Fica a dúvida se, não havendo intervenção do público, teriam sido estas as suas escolhas...


 


Equipa da Áurea:



Foi a que teve a votação mais justa, com o público a eleger a que melhor cantou, e detentora de um vozeirão - a Patrícia! Depois, embora a Inês e a Nair tenham estado muito melhor que no tira teimas, a Soraia é mais completa, e teve uma óptima actuação. Foi merecida a sua passagem à semifinal. 


 


Equipa do Anselmo:



Nem queria acreditar quando percebi que o público tinha elegido o Pedro! E agora? O que é que o Anselmo faz com aquelas três meninas? Sempre pensei que passassem a Filipa e a Joana. Qualquer escolha entre as duas seria injusta. Calhou à Joana seguir em frente, e deixar a Filipa e a Albina para trás.


 


Equipa do Mikael:



A Deolinda soma e segue, e bem merece ter passado à semifinal! 


Entre os restantes, a Sofia e a Milene estiveram muito equiparadas, com a Sofia talvez numa actuação mais forçada, e a Milene mais à vontade. 


Apesar destas actuações poderosas, foi o Guilherme o escolhido para seguir em frente, talvez por ter apostado num estilo mais calmo e romântico, e ter sobressaído em relação às colegas.


 


Selecionados estes concorrentes, quem é que eu gostava de ver na final:


Sérgio


Patrícia


Joana


Deolinda


 


Imagens The Voice Portugal | RTP

O melhor de 2015


 


Livros:


Reencontro com o Passado, de Nora Roberts


O Último Minuto, de Sandra Brown


 


Filmes:


Divertida Mente


Uma Vida ao Teu Lado


 


Série:


Quantico


 


Música:


Sia - you´re never fully dressed without a smile


Emeli Sandé - read all about it


Maria - Crash


Carolina Deslandes - Carousel e Mountains


Jessie J - Flashlight


e tantas outras...


 


Acontecimentos marcantes:


O concerto da Violetta


O concerto do Anselmo Ralph e da Maria, em Mafra


Fazer parte da Blogazine


O convite para o Meet The Blogger e os vários destaques do Sapo


As parcerias e entrevistas que comecei a fazer para a nova rubrica do blog


O Clube de Gatos do Sapo


A Corrida da Criança


e muitos mais...

sábado, 26 de dezembro de 2015

Sobre o meu Natal...


 


Estive toda a véspera de Natal com um mau humor desgraçado, sem vontade de ir para lado nenhum, mas apenas de ficar em casa sozinha no meu cantinho, com a Tica. A minha filha foi passar a noite com o pai. O meu marido e eu fomos atá ao Alentejo, a casa dos avós dele, jantar. Chegámos a casa já perto da meia-noite e, ontem, foi dia de almoço de natal com os meus pais, irmão e sobrinhos.


Depois do bacalhau com natas e o arroz doce da noite anterior, dei por mim a comer um peixinho grelhado para desintoxicar, e uma sopinha de legumes. Nada de sobremesas nem doces. Nem o meu rico Bolo-Rei que tinha comprado de propósito. Mas estava um bocadinho indisposta e esta comidinha saudável soube-me mesmo bem.


Agora que já passámos esta primeira fase, já voltei ao estado normal, mas prevejo que na próxima semana, ainda por cima de regresso ao trabalho, e com a passagem de ano a aproximar-se, sofra uma nova recaída.


E não me perguntem porque fico assim cada vez que chega a estas alturas, porque não saberia explicar. 

A Blogazine já tem o seu próprio site!


A Blogazine já tem o seu próprio site! Podem lá ver todas as edições da nossa revista, mais sobre nós, e até subscrever e receber regularmente conteúdos exclusivos dos melhores bloggers nacionais e marcas parceiras! Visitem, e digam de vossa justiça!


 















 

 

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Blogmas - Dia 24 - Como preferem passar o Natal?


 


A) Na vossa casa


B) Em casa de familiares ou amigos


 


A) Na vossa terra


B) Viajar para outro destino


 


A) Com a família toda


B) A dois


c) Sozinho(a)


 

À Conversa com Sónia Miranda e Inês Fonseca


 


Sónia Miranda é médica veterinária desde 1998, exercendo desde então clínica de animais de companhia.


É diretora clínica do Hospital Veterinário do Baixo Vouga (HVBV), responsável pela cirurgia de tecidos moles, ecografia e endoscopia, funções que exerce também na Policlínica Veterinária de Aveiro e no Hospital Veterinário Universitário de Coimbra (HVUC).


Com a sua família, vive a sua cadela Goya!


 


Inês Fonseca iniciou a sua atividade profissional como médica veterinária em 2005, no grupo Hospital Veterinário Baixo Vouga, em clínica de animais de companhia, onde se dedicou sobretudo às áreas de medicina interna, diagnóstico por imagem e cardiologia. Integrou, em outubro de 2014, a equipa do Hospital Veterinário Universitário de Coimbra e, mais recentemente, do Centro Veterinário de Berna, em Lisboa. É membro da SPCAV (Sociedade Portuguesa de Cardiologia Veterinária).


 



São elas as autoras do livro Cool Dog, um guia completo para quem tem ou quer ter um cão, dividido em 10 capítulos, que vai permitir aos donos acompanhar de modo informado as diversas fases da vida do seu cão, e ajudar a disfrutar do maravilhoso privilégio que é ter um cão como amigo e companheiro.


 


Sónia e Inês, agradeço desde já a vossa disponibilidade para participar na minha rubrica “À Conversa com…”.


 


 



Começo então por perguntar, como é que surgiu a ideia deste livro?


O convite surgiu da Leya, para elaborarmos um livro com informação clínica organizada e adequada ao público geral. Há muita informação sobre cães, mas o Cool Dog é uma compilação de várias temáticas relacionadas com o cão, na perspetiva de duas médicas veterinárias. Os conteúdos abordados, as opiniões, dicas e conselhos baseiam-se na nossa prática clínica diária, nas


questões colocadas pelos nossos clientes e nas suas dúvidas e inseguranças. Então, porque não reunir todos estes esclarecimentos e organizá-los de maneira a poder ser consultados em casa? Obviamente que sempre numa perspetiva clínica e não substituindo a ida à clínica veterinária. Este livro pretende ajudar o leitor a compreender melhor cada etapa da vida do seu melhor amigo e os cuidados a ter em cada uma delas.


 


Pela vossa experiência, enquanto veterinárias, consideram que as pessoas nem sempre estão bem informadas, ou preparadas para assumir a responsabilidade de ter um animal de estimação?


A falta de informação é um dos principais motivos para uma inadaptação e mesmo desilusão na adoção de um novo cachorro.


Ter um cão como parte integrante da família é uma experiência sensacional! Os cães são incomparáveis no que toca à sua devoção, lealdade e amizade incondicional ao Homem. Mas a decisão de adotar ou adquirir um companheiro de quatro patas deve ser bem ponderada e planeada. Falamos de vidas que merecem todo o nosso respeito e que para além da felicidade que geram em seu redor, exigem também responsabilidades, gastos, tempo e muita dedicação.


Antes de se levar um cão para casa deve-se fazer uma reflexão sobre o tema e deve haver um compromisso de proporcionar-lhe uma vida digna e feliz, tal como ele merece! A informação e a ponderação, em família, de todas as boas razões para querer ter um cão, confrontando-as com outros aspetos menos positivos. É fundamental que exista consenso familiar, que todos os membros da casa estejam motivados a receber o novo elemento e se comprometam a apoiar, contribuindo para a sua educação e bem-estar ao longo do tempo. Neste sentido, oferecer um cão a um amigo ou familiar, sem antes ter a certeza de que estes estão preparados para assumir essa responsabilidade é muito arriscado. A adoção ou aquisição de animais de companhia “por impulso” está totalmente desaconselhada e contribui, de certa forma, para que os casos de abandono se perpetuem. Ter um cão não é apenas um privilégio é uma responsabilidade.


  


Quais são os principais casos que vos costumam chegar às mãos? Doença, maus tratos, negligência?


Como trabalhamos em meio hospitalar, lidamos mais com patologias de animais geriátricos, problemas de medicina interna, acidentes, urgências e também com profilaxia. Mais raramente temos casos declarados de negligência ou maus tratos, temos sim alguns casos que poderiam ser evitados se o dono estivesse mais alertado para poder fazer a sua devida prevenção. No nosso guia por exemplo, são abordadas questões práticas, que visam a segurança dos animais em casa e em viagem, os principais cuidados de medicina preventiva e ainda um guia de primeiros socorros, que pretende alertar e preparar as pessoas, passo-a-passo para os principais perigos do dia-a-dia.


  


Existem pessoas que gostam verdadeiramente de animais e gostariam de ter um animal de estimação, ou já têm, mas nem sempre têm condições financeiras que permitam cuidar deles da melhor forma. Consideram que deveria haver mais incentivos/ benefícios para estas pessoas?


Gostaríamos de ver as entidades públicas com um papel mais efetivo e organizado nesta área. Seria interessante uma parceria eficaz entre municípios, associações de ajuda a animais abandonados e famílias carenciadas com real e desprendido interesse em ter um animal de estimação. Obviamente que os médicos veterinários que exercem na privada, numa situação organizada também poderiam participar, pois a maioria já o faz diretamente com estas associações.


 


É errado considerar um animal de estimação como um amigo, ou mesmo um membro da família?


Não só não é errado, como é natural que quem tenha um animal de estimação e que conviva com ele diariamente no seio da sua família, que desenvolva um afeto que possa ser equiparado a um membro da família, sem perjúrio para


todos os afetos nutridos entre os vários elementos desta família. Há espaço para relações entre pais e filhos e entre donos e animais de estimação.


 


As receitas do vosso livro revertem também para a Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual que tem por objetivo promover o apoio e a integração social, cultural e profissional do deficiente visual, e que tem como principal resposta social a Educação de Cães-guia para Cegos. Os cães guia fazem mesmo a diferença na vida um invisual?


Reconhecendo a importância destes cães na sociedade, a venda do livro contribuirá para apoiar a ABAADV. Um cão de assistência, como é o caso do cão guia para cegos, pode ajudar estas pessoas a ultrapassar as barreiras sociais, mudando a perspetiva que a sociedade tem delas e até a perspetiva que os incapacitados têm sobre si próprios.


 


Como apaixonada por gatos que sou, e autora dos blogs “O Blog da Tica” (a minha gata) e “Clube de Gatos do Sapo Blogs” (dedicado a todos os felinos), não poderia deixar de perguntar: poderemos esperar para breve o livro Cool Cat?


Provavelmente sim. Após esta experiência positiva, temos vários projetos em mente e não podemos negar que o livro Cool Cat é um deles.


 


Mais uma vez, muito obrigada, e muito sucesso nas vossas carreiras!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Amanhã vamos falar de animais!


Estamos na semana de Natal e, por isso mesmo, a rubrica "À Conversa com..." chega mais cedo.


É já amanhã, às 10 horas, que vou estar à conversa com Sónia Miranda e Inês Fonseca, autoras do livro Cool Dog.


Garanto-vos que foi uma das entrevistas que mais prazer me deu fazer, e espero que também gostem!

Não me convidem para o El Corte Inglés!


 


Ontem foi mais um dia bastante ocupado. 


Levantámo-nos cedo, o meu marido para ir fazer exames, e eu para ir à cabeleireira.


Almoçámos e despachámo-nos depressa porque tínhamos que ir ao El Corte Inglés - o meu marido ia lá levantar o dorsal para a corrida de sábado. Pensámos nós que, saindo de casa cedo, também chegaríamos cedo. Até porque ia ajudar o meu marido num trabalho que ele tem que fazer.


Puro engano! Não sei o que se passa neste dias mas as filas de trânsito tem-nos dificultado a vida. Em plena tarde de um dia de semana, e de trabalho, uma viagem que deveria demorar 40 minutos levou cerca de duas horas! Já para não falar da confusão, dos disparates de alguns condutores, e da falta de civismo de outros. Já no estacionamento, e para garantir um lugar, tivemos que ir para o piso -4.


A esta altura já a minha filha e eu tínhamos o estômago a dar horas, o que nos fez ter que gastar dinheiro num lanche não previsto, no 7º piso. Os elevadores estavam a abarrotar, o que nos obrigou a ir encolhidos, que nem sardinha em lata.


Com tudo isto, e já com o dorsal na mão e a barriga aconchegada, regressámos a casa, onde chegámos às 19h, ou seja, uma tarde perdida.


Só lá tinha ido uma vez, há muitos anos, porque estacionámos lá para eu ir fazer um exame numa clínica próxima. Esta foi a segunda vez mas, sinceramente, não me convidem para ir ao El Corte Inglés. Prefiro mil vezes o Colombo, ou o Vasco da Gama, que têm menos confusão!


 

Blogmas - Dia 23 - As campanhas de solidariedade no Natal


 


 


Não acho mal que se façam campanhas de solidariedade no Natal, mas experimentem fazê-las também, com maior frequência, ao longo de todo o ano.


Não é só no Natal que os sem abrigo precisam de uma refeição especial, roupa e calçado.


Não é só no Natal que as crianças precisam de brinquedos, e que as famílias mais carenciadas gostariam de dar presentes aos filhos.


Não é só no Natal que as mães com dificuldades financeiras precisam de apoio para ajudar a cuidar dos seus bebés.


Não é só no Natal que os diversos projectos educativos precisam de financiamento, e as instituições de ajuda.


E por aí fora...


 


Pode até ser que escolham esta altura do ano, pelo espírito solidário que a época evoca, ou pelo facto de as pessoas terem mais dinheiro, e que as angariações feitas agora durem até à mesma altura do ano seguinte, mas a ideia que fica é que só se lembram de quem precisa, e que essas pessoas existem, no Natal.


 


 


 


 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Blogmas - Dia 22 - Os presentes de Natal


 


A tradição pode ter vindo do facto de os três reis magos terem levado o incenso, o ouro e a mirra, ara oferecer ao menino Jesus quando ele nasceu.


Mas, cada vez mais, a tradição tem servido para tornar esta época uma verdadeira galinha dos ovos de ouro para as lojas e comércio em geral, com uma oferta enorme de brinquedos para as crianças, e muitos outros produtos para os mais crescidos, que começam a publicitar logo em Novembro.


Hoje, não se oferecem lembranças como algo simbólico, mas sim aquilo que os outros querem receber ou pedem para lhes dar. Hoje, gastam-se balúrdios em prendas e, muitas vezes, quanto mais caras melhor.


Não sou totalmente contra. Também eu aproveito esta época para mimar um pouco mais aqueles que me estão mais próximos e, desde que possa, compro aquilo que sei que faz falta, e que posso comprar dentro das minhas possibilidades.


Mas, por vezes, existe uma loucura exagerada e muito pouco saudável, que deveria ser travada. 

O primeiro dia das férias de Natal

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Foi muito preenchido e animado, o dia esteve espectacular, e chegámos ao final com a missão cumprida, mas cansados.


O meu marido nunca se fica a rir muito tempo depois do meu aniversário e, uma semana depois, foi a vez de ele somar mais um aninho.


Mas não foi só ele a ser bebé. A minha sobrinha e afilhada fez também ontem 13 aninhos! Por isso mesmo, depois do almoço no restaurante O Barracão, passámos por casa dela para lhe dar a prenda e desejar um feliz aniversário.


Em seguida, fui finalmente conhecer a minha sobrinha e afilhada mais nova, que está prestes a completar os 3 meses.


Ainda houve tempo, pelo meio, para algumas surpresas ao marido, e à noite cantámos os parabéns e partimos o bolo! 


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Ontem tiraram-se as últimas teimas!

Equipa Marisa - Joana Ferreira, Luís Baptista, Ricardo Mestre, Pedro Maceiras


Esta foi, para mim, a equipa mais forte, e a escolha mais difícil.


Confesso que gostava que passasse o Ricardo - concorrente extremamente humilde e com uma excelente voz. O Pedro era outro dos candidatos, mas está com uma atitude mais convencida que antes. A Joana foi uma boa surpresa.


 


 


Da equipa do Anselmo, só poderiam passar a Filipa e a Albina. Ainda assim, a Ana esteve menos mal que nas batalhas. E a Joana é a eterna fadista, mas gostei mais das outras duas meninas.


 



Desta equipa, estava a torcer pelo Guilherme e pela Sofia. A Beatriz cantou muito bem, mas gosto mais do estilo da Sofia. O Pedro nem precisava de cantar, já estava fora da competição. A música não o favoreceu nada, e era o mais fraco dos 4.


 



Finalmente, a equipa da Áurea. Grande destaque para a Patrícia que, sem dúvida, mereceu passar às galas! Depois, entre os restantes, todos muito equiparados, não achei as actuações nada de espectacular. Mas preferia que passasse uma das meninas.


 


Imagens The Voice Portugal | RTP

Blogmas - Dia 21 - Finalmente montámos a Árvore de Natal!

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Finalmente, montámos a árvore de natal! Este ano estava difícil, mas ainda fomos a tempo!

domingo, 20 de dezembro de 2015

Blogmas - Dia 20 - Desafio Natalício do Marta - O meu canto


 


A Mafalda, do blog A Maçã da Mafalda, nomeou-me para este Desafio Natalício. Aqui ficam as minhas respostas:


 


1. Natal com frio ou calor?


Frio, mas com sol e o céu azulinho!


 


2. O Natal deve ser uma época de sentimentos, emoções, amor e harmonia familiar, mas é também indissociável da palavra "presentes". Qual o melhor e o pior presente recebidos até hoje?


Não gosto muito de falar de melhores ou piores, porque isso é muito subjectivo. Cada um dá aquilo que pode, e só por isso já é bom. E se não der nada, também não é por isso que será menos importante. Esta tradição deveria ser para algo simbólico, e não para o disparate que são as compras de presentes de hoje em dia.


Vou antes dizer o presente que sempre quis ter quando era criança e nunca me ofereceram - uma Barbie!


E o presente que não precisam de me oferecer - bombons - porque não gosto de chocolates! 


 


3. Jantar de Natal - Bacalhau, Perú ou outro?


Bacalhau com natas!


 


4. Lareira ou aquecedor?


Aquecedor.


 


5. O filme de Natal?


Dos antigos, Sozinho em Casa. De animação, talvez o Toy Story. Os especiais de Natal da Barbie. E tantos outros da Disney. Não tenho por hábito ver filmes especiais nesta altura.


 


6. Bolo Rei ou Bolo Rainha?


Bolo-Rei, sem dúvida!


 


7. O melhor do Natal?


A família reunida, o espírito, as iluminações, a passagem de ano, a alegria das crianças, os doces, as férias!


 


E as pessoas que desafio são:


http://chicana.blogs.sapo.pt


http://blogdealgo2.blogs.sapo.pt


http://ladyvih.blogs.sapo.pt


http://marrocoseodestino.blogs.sapo.pt


http://aerdna.blogs.sapo.pt


http://omundodaines.blogs.sapo.pt

sábado, 19 de dezembro de 2015

Blogmas - Dia 19 - A Oficina do Pai Natal

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Onde está o Pai Natal?


Deixou a sua oficina abandonada.


Talvez tenha feito uma pausa para almoçar, mas podem sempre deixar uma cartinha para ele no marco do correio, com os vossos pedidos e desejos, que ele há-de ler mais tarde! 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Blogmas - Dia 18 - Figuras do Natal


A Leopoldina, que nos leva todos os anos ao mundo encantado dos brinquedos!


 



A Popota, que tem vindo a ganhar protagonismo de ano para ano, "empurrando" a Leopoldina para o trabalho burocrático, atrás da secretária, enquanto fica com o palco e os ecrãs para si.

À Conversa com os Candymoon

 


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Formada por Célia Ramos (voz), Pedro Leónidas (guitarra), e Alessio Vellotti (piano), os Candymoon lançaram recentemente o seu primeiro álbum, intitulado “Storytales”, com produção, realização e edição de Maria Rita, cujo lançamento digital ocorreu no passado dia 8 de Junho.


Nele poderão encontrar algumas das suas músicas mais conhecidas como Lazy, Take Me, Find Your Voice ou Mark The Question.


 


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Os Candymoon aceitaram participar na rubrica “À Conversa com…” e são os meus convidados de hoje.


Agradeço desde já a vossa disponibilidade. É um prazer poder contar com a vossa presença aqui no meu cantinho!


 


 


 


 


Marta: Começo por vos perguntar, quem são os Candymoon?


Alessio Vellotti (Candymoon): Eu (Alessio), a Célia e o Pedro somos o epicentro dos Candymoon. No entanto, temos a sorte de poder contar com excelentes músicos que contribuem para dar vida à música.


 


Marta: Como é que definem o vosso estilo musical?


Alessio: Os estilos musicais mais presentes são o blues e o folk. Contudo não definimos o estilo previamente. A nossa música é o resultado das nossas sinergias e da nossa forma natural de tocar.


 


Marta: O vosso álbum chama-se Storytales. Que histórias é que ele nos conta?


Alessio: Pode-se dizer que a principal fonte de inspiração é o dia a dia, tentando ao mesmo tempo estimular alguma reflexão nas pessoas.


 


Marta: Quais são as vossas principais referências ou influências musicais?


Alessio: Podemos identificar as nossas principais influências entre nomes como Joni Mitchel, Billie Holiday, Mark Knopfler, Eric Clapton, Tracy Chapman, Eagles.


 


Marta: Já fizeram algumas actuações ao vivo? Qual tem sido a reação do público?


Alessio: O público aderiu com grande entusiasmo. Devo dizer que o nosso público ouve a música com muita atenção e sentido crítico.


 


Marta: Todas as vossas músicas deste primeiro trabalho são em inglês. Poderemos ouvir, em novos trabalhos, alguma música em português, ou o inglês é uma opção a manter?


Alessio: A opção de utilizar a língua inglesa tem surgido naturalmente. Achamos que o inglês nos possa dar uma dimensão mais internacional. Contudo, se um dia nos apetecer escrever uma canção em português – ou noutra língua como por exemplo o italiano (risos…) - não hesitaremos em fazê-lo.


 


Marta: Na minha opinião, o single Mark The Question transmite uma sensação de tranquilidade, faz-nos sonhar. Tive oportunidade de assistir ao videoclip, e também nele os Candymoon surgem numa postura, calma, descontraída e feliz. Como foi gravar este videoclip? Divertiram-se?


Alessio: Divertimo-nos muito! Primeiro gravámos as imagens de nós três a tocar em casa de um amigo meu, o João, a quem aproveito para agradecer. Depois fomos dar uma volta até ao Alentejo. A Maria Rita, a realizadora, teve muita paciência connosco, porque não somos propriamente actores. Por isso houve algumas cenas caricatas em que nos rimos muito.


 


Marta: Quais são as vossas expectativas em relação ao Storytales?


Alessio: Esperamos que a nossa música possa chegar ao maior numero possível de pessoas e que possamos apresentar o nosso trabalho ao vivo em diferentes lugares do pais e eventualmente no estrangeiro.


 


Marta: Para além das plataformas digitais, onde vamos poder ouvir os Candymoon?


Alessio: Vamos tentar apresentar-nos ao vivo, sempre que possível, visto que é ao vivo que a verdadeira essência da música acontece. Costumamos estar no facebook em https://www.facebook.com/CandyMoon.band/, lá poderão acompanhar a banda, inclusive saber datas futuras.


 


Marta: Como podemos adquirir o álbum dos Candymoon?


Alessio: Para já estará disponível directamente nos nossos concertos, ou em algumas Fnacs, por onde iremos passar.


 


Marta: Que mensagem gostariam de deixar ao público?


Alessio: Gostaríamos de deixar uma mensagem positiva às pessoas, nunca deixem de acreditar e concretizar os seus sonhos, mesmo quando existe incerteza.


 


Desejo-vos muito sucesso, e que consigam levar as vossas histórias a um público cada vez mais vasto! Mais uma vez, obrigada pela vossa participação!


 


Deixo-vos aqui o videoclip do tema Mark The Question, e os links onde podem ficar a par de tudo sobre os Candymoon.


 


 



 


https://www.youtube.com/channel/UCxtUTwxbK_IUS28Jby2DG8A


https://www.facebook.com/CandyMoon.band


 


Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 


 


 


 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Não percam amanhã


 


À Conversa com os Candymoon


 


O porta voz da banda, que esteve na passada sexta-feira, dia 10 de dezembro, na Fnac de Cascais, a apresentar o seu Storytales, será o Alessio Vellotti, "un italiano vero"! 

Blogmas - Dia 17 - O que não pode faltar neste Natal


 


Imaginem que tinham que decorar a vossa árvore de Natal, ou mesmo a própria casa, com palavras ou frases alusivas ao que não pode faltar neste Natal. 


Deixo-vos aqui o mote, e estejam à vontade para dizer de vossa justiça!


 


Natal que é Natal tem que ter...

Que tipo de pessoa são?


 


A - Aquela que cumprimenta todos os que por si passam na rua, independentemente de os conhecer ou não, com um educado "bom dia"?


 


B - Aquela que só cumprimenta as pessoas que encontra na rua e que efectivamente conhece?


 


C - Aquela que segue a direito sem olhar para quem passa, e por quem passa, e sem falar a ninguém?


 


D - Aquela que até foge para uma rua deserta, só para não ter que falar a ninguém?


 


 


Eu acho que sou regularmente B. Quando estou distraída, talvez um bocadinho de C. E, confesso, já me tornei uma pessoa D em uma ou duas ocasiões!


 


 


 


 


 


 


 


 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Agora escolham!

Candymoon 



 


ou 


 


 


Ricardo de Sá



 


Qual deles querem ver esta sexta-feira na rubrica "À Conversa com..."?

Blogmas - Dia 16 - O Natal nos Hospitais


 


Para quem vê em casa pode ser apenas mais um programa de televisão, uma espécie de maratona de música onde se encontram anualmente quase todos os artistas de música portuguesa.


Mas, para as pessoas que, infelizmente, lá estão, o Natal dos Hospitais (e todas as festas similares que ocorrem nos diversos hospitais do país), é uma forma de terem um Natal menos triste, de estarem reunidos com a família, de terem momentos de festa, e esquecer os problemas que os mantêm num hospital.

Preconceito, rótulos ou pura realidade?


 


Como disse um dia Albert Einstein "É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito".


Até mesmo aquelas pessoas que afirmam não ser nada preconceituosas têm, por vezes, pensamentos ou atitutes que demonstram que não é bem assim.


Mas, o que será que nos leva a rotular determinados grupos, a demonstrar preconceito por determinadas pessoas? Será pura ignorância, valores errados que lhes foram incutidos, um perfeito absurdo, ou apenas a constatação da realidade?


É verdade que não devemos julgar o todo pela parte. Cada pessoa é como é, diferente de todas as outras, e pessoas boas e más existem em todos os grupos sociais e culturas. Não somos melhores nem piores que ninguém.


No entanto, porque é que, por exemplo, os ciganos, são tão temidos e ninguém gosta deles? Não será porque, frequentemente, vemos os mesmos envolvidos em confusões ou em cenas de violência? O mesmo acontece em relação aos ucranianos. Mas isso acontece com todos, não é só com eles. 


As mulheres brasileiras, por exemplo, foram muitas vezes rotuladas de "destruidoras de lares". Mas será que os homens portugueses só começaram a trair as suas mulheres quando chegaram cá as brasileiras? Duvido muito!


Um outro exemplo são os bairros em que a maioria dos habitantes são pretos. Muitas pessoas evitam frequentar estes bairros com receio de assaltos, violência e outro tipo de crimes. E associam estas pessoas a delinquentes, jovens em risco, gente que não faz nada na vida porque não quer, que anda no mundo da droga.


Eu própria tenho amigas que são negras, com quem me dou bem e, de uma forma geral, não tenho nada contra quaisquer outras raças, mas será que me sentiria segura num bairro destes?


E quando falamos de ex presidiários? Ou pessoas que, um dia, cometeram determinados crimes? O meu marido estava no outro dia a ver um filme em que havia dois jovens - o primeiro, rico mas cego, cujo único problema era sofrer de bullying; o segundo, pobre, já tinha efectuado alguns furtos mas estava a tentar endireitar a sua vida, e ajudava o primeiro nas suas competições. Ficaram amigos. No entanto, quando supostamente desapareceu um relógio de ouro ao primeiro, o seu pensamento foi de que poderia ter sido o seu amigo a roubar-lhe o dito relógio. É um pensamento automático, involuntário ou não, mas que chega antes que o possamos evitar. Afinal, o relógio estava apenas caído no chão. 


E o mesmo acontece a quem já esteve preso por determinado crime. Se o fez uma vez, é provável que faça uma segunda.


Mais recentemente, temos o caso dos refugiados e dos terroristas. Mesmo sabendo, até por todos os casos de que já ouvimos falar na televisão, que um terrorista pode ser um americano que pegou numa arma e se lembrou de matar não sei quantas pessoas só porque sim, um inglês que estava deprimido e resolveu andar à facada a toda a gente, ou até mesmo um português, quem sabe nosso vizinho ou conhecido, que afinal era um violador ou serial killer, ainda assim talvez nos sintamos mais seguros num ambiente onde não estejam vários muçulmanos. Porque, embora não queiramos pensar que em cada muçulmano há um terrorista com uma bomba prestes a explodir escondida, a verdade é que esse pensamento é, muitas vezes, mais forte que nós e damos por nós a querer sair dali depressa.


Ou seja, embora todo e qualquer preconceito seja uma forma de discriminação e violência, existem aqueles que são totalmente infundados e sem cabimento, outros que resultam de rótulos que foram sendo atribuídos ao longo dos anos, talvez por situações que já aconteceram com membros desses grupos sociais ou culturas, e que servem agora para julgar o todo pela parte, e aqueles que se baseiam em factos reais e concretos.


Se é possível erradicar de vez estes preconceitos? Acredito que possamos tentar ser mais tolerantes, compreensivos e evitar julgar as pessoas sem as conhecer, ou formar juízos de valor tomando o todo pela parte. Mas não me parece que seja possível eliminá-lo de vez. Porque, mesmo sem querer, há-de vir sempre aquele pensamento, aquela desconfiança, aquela insegurança que, embora nem sempre resulte em atitudes preconceituosas directamente contra as pessoas em causa, está lá, mesmo que apenas na nossa mente.


 

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Uma vez vítima, para sempre vítima?


 


Vem isto a propósito da concorrente Maria Inês, do programa The Voice Portugal que, num determinado momento, se foi abaixo e ficou frustrada consigo própria por não ter sido capaz de dar aquilo que podia e sabia que conseguia dar.


E foi então que o Anselmo mencionou à Simone o facto de esta concorrente já ter sido vítima de bullying, e da própria concorrente o ter referido, devido ao facto de ter um peso acima do normal, uma estatura baixa e não ser detentora de uma grande beleza, segundo palavras suas.


O meu marido veio em defesa dela, dizendo que compreendia o que ela sentia. Já eu, tenho uma opinião um bocadinho diferente.


Ela até pode ter sofrido por ter sido vítima de bullying e de discriminação, e acredito que isso lhe tenha sido penoso, mas isso foi algo que aconteceu no passado. E se já é passado, é lá que deve ficar. Não deveria ser trazido para o presente, nem tão pouco condicionar o futuro.


E se, eventualmente, ainda é algo que se passa na actualidade, só seria mais uma razão ou motivo extra para que ela quisesse mostrar a todos o que vale, independentemente, do seu aspecto físico.


Vejamos, por exemplo, a Milene- outra concorrente desse mesmo programa que já pensou, inclusive, em suicidar-se. Por muito que ela já tenha tido, e ainda tenha, a autoestima em baixo e ache que não é suficientemente boa, ela chega ao palco e dá tudo o que tem, e com grande garra.


Mas este é só um de muitos casos. Há por aí muito boa gente que ainda vai buscar tudo o que de mau passaram na vida, há vários anos atrás, para justificar determinadas atitudes que agora têm (ou a falta delas). E que se fazem, muitas vezes, de coitadinhas para que os outros fiquem com pena, sejam mais condescendentes, e lhes passem a mão na cabecinha.


Só que, alguém que um dia já foi vítima, não precisa de o ser para sempre.


Se alguém já sofreu de violência doméstica, não quer dizer que toda a sua vida vá sofrer. Alguém que já foi vítima de bullying, não precisa de estar sempre a recordá-lo, nem deixar que isso o afecte no presente. Alguém que já passou pelas mais diversas dificuldades, deve utilizar isso como ensinamento e como força para lutar por uma vida melhor. Alguém que cometeu erros não precisa de ficar parado a lamentar os erros, mas sim a fazer com que, no futuro, não os volte a repetir.


Alguém que já teve más experiências, não deve usar isso como desculpa para não se aventurar em novas experiências, com o pressuposto de que, se correu mal uma vez, vai correr sempre. E, neste aspecto concreto, contra mim falo, porque também sou um pouco assim.


Mas a ideia que me dá é que muitas pessoas utilizam o passado como desculpa para os eventuais fracassos, que muitas vezes não passam de medos infundados que o cérebro constrói, e para justificar acções que em nada estão relacionadas com esses factos passados.


Por isso, e apesar de tudo o que já sofreram e passaram, e que, naturalmente, nunca esquecerão, vamos lá deixar o passado no lugar dele, viver o presente que é real, e tentar que o nosso futuro seja o mais brilhante e sorridente que conseguirmos!


 


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Blogmas - Dia 15 - Tempo de Natal

Como é que gostam de viver a época de Natal?


 


Com chuva



 


Com neve



 


Com sol e frio



 


Com clima tropical


A semana numa imagem

  Chuva, chuva, e mais chuva!