sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

A evolução da pandemia em palavras

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No outro dia pus-me a pensar em como tudo isto começou.


No receio que sentimos. Em todas as medidas que começámos a adotar.


A novidade das máscaras. O uso (e abuso) do álcool gel.


As roupas que iam directamente para a máquina mal chegávamos a casa. Os sapatos à porta.


As compras de quarentena e desinfectadas.


As autarquias a desinfectar as ruas.


Parecia um filme. De terror.


 


Depois, começámos a encarar a nova realidade, e a aceitá-la.


Vieram uns termos novos. 


A modernice da App, que se tornou um fiasco.


A chegada das vacinas, e a corrida à salvação.


A adopção de um certificado que incentivou tanta gente, quanta a que limitou.


 


Por entre restrições, estados de tudo e mais alguma coisa, e números atrás de números, chegou a testagem massiva.


E um novo alívio das medidas, que começa a deixar cair por terra tudo aquilo a que quase fomos obrigados a ter sendo que, daqui a uns tempos, se a tendência se mantiver, ninguém mais quererá saber de vacinação, e os certificados, de vacinação e recuperação, servirão apenas para guardar como relíquias. 


 


Esta é uma espécie de evolução da pandemia, desde o início até hoje, em palavras:



  • coronavírus

  • pandemia

  • contágio

  • máscaras

  • álcool gel

  • luvas

  • tapetes desinfectantes

  • câmaras de desinfecção

  • confinamento

  • quarentena

  • estado de emergência, calamidade, alerta

  • app stay away covid

  • vacinas

  • certificado de vacinação

  • restrições

  • matriz de risco

  • índices

  • testes (PCR, antigénio, rápidos)

  • contacto de risco

  • certificado de recuperação

  • endemia


 


Agora, e ainda a lidar com os cacos da pandemia, chegou a vez de uma outra guerra...


 

12 comentários:

  1. app stay away covid

    Esta foi a que menos impacto teve.
    Na minha opinião, e porque eu ainda tenho muitos cuidados, as vacinas foram o melhor.
    E pior que tudo isto, é aquele pequeno homem que de poderoso tem de mais, dar cabo de uma nação.

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  2. Boa cronologia! É caso para dizer primeiro estranha-se depois entranha-se.
    Beijinhos!

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  3. Pois é Marta, era mesmo o que todos estávamos a precisar, uma guerra!

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  4. De repente, aquilo que só víamos em filmes e livros sobre História, é a nossa realidade.

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  5. Há sempre um (ou mais) louco que acha que tem que ser feita a sua vontade, custe o que custar a todos.

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  6. Vamos ter que entranhar mesmo, porque o vírus vai continuar por aí. Esse, e outros mais perigosos.
    Beijinhos e boa semana!

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  7. Infelizmente, se o Covid calhou a todos, o mesmo não se pode dizer da guerra, que só serve para causar sofrimento, dor e morte a quem nunca a quis, nem pediu por ela.

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  8. Que Deus me perdoe, mas podia dar-lhe um AVC que o pusesse completamente sem acção .

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  9. Olá, Marta. Interessante. E também houve algumas palavras e termos a que não estávamos tão habituados: aplanar a curva, distanciamento social, imunidade de grupo (outro fiasco ;)), negacionistas, R0, período de contágio, falso positivo, passeio higiénico, teletrabalho, variante... e a consequente reaprendizagem de parte do alfabeto grego: alfa, delta ómicron...

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  10. Por acaso dei por mim, algumas vezes, a consultar o alfabeto grego
    E sim, os termos e palavras, como os que referes, foram toda uma novidade e aprendizagem, tal como algumas técnicas, como aprender a tirar umas luvas das mãos, sem nos contaminarmos

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  11. gosto destes alinhamentos, sao muito mais fáceis de ler.

    Mas falta uma palavra na reuniao...só nao estou a ver qual.

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