terça-feira, 4 de outubro de 2022

"Lou", na Netflix

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Uma mulher prepara-se para pôr fim à vida.


Queima os seus segredos mais obscuros.


Deixa o seu dinheiro, e a sua casa, a alguém, bem como comida para o seu cão, que ficará sem dona.


Numa noite de tempestade, Lou está sentada numa cadeira, com a arma junto a si, a ganhar coragem para se matar.


 


Mas Hanna, a sua vizinha e inquilina, entra-lhe pela casa, desesperada porque lhe raptaram a filha, e precisa de comunicar com o xerife da região.


E Lou vê os seus planos adiados, ao decidir ajudar Hanna a ir atrás do raptor, e resgatar a menina.


 


O que, cedo, percebemos, é que o homem que raptou a filha de Hanna, e Lou, são velhos conhecidos.


E Lou esconde mais sobre este rapto, do que Hanna possa imaginar. 


Ainda que ambas estejam do mesmo lado, e tenham o mesmo objectivo.


 


Embora Lou esteja a tentar compensar os erros do passado, e a tentar fazer algo de bom na sua vida, ela continua a mostrar-se uma mulher fria, de poucos sentimentos, de parcas palavras.


O seu lado de espia fala mais alto. 


Manter-se viva. 


Escapar a quem quer eliminá-la.


Sacrificar quem tiver que ser...


 


Será Lou capaz de, uma vez na vida, sacrificar-se, também ela, pela vida de alguém?


Ou verá, neste rapto, um aviso para continuar a viver porque a sua missão ainda não terminou?


 


E do lado do raptor, Philip, o que o levou a cometer este acto? A roubar a sua filha da própria mãe, e que vingança pretende, contra todos os que lhe fizeram mal, ou lhe viraram as costas?


 


Um filme que vale a pena ver!


 


 


 

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