Não sei se sempre ali esteve, e nunca reparei nele.
Mas lá estava: discreto, disfarçado, quase a passar despercebido.
Um tronco no centro de um banco do parque.
A prova de que, quando queremos, conseguimos conjugar as diferenças.
Complementá-las, entre si.
E o resultado pode ser surpreendente!

E ajuda a dar estabilidade à árvore.
ResponderEliminarTalvez. Mas acredito que se a árvore tombasse nem o banco resistia!
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