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terça-feira, 22 de abril de 2025

"Ransom Canyon"

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Passada no Texas, esta é uma daquelas histórias que deve (assim o sucesso o permita) durar várias temporadas.


Pelo menos, uma segunda, fará falta, depois do final totalmente em aberto, ou não valeria a pena sequer ter começado a ver a primeira.


Conflitos familiares, perdas, guerras entre rancheiros e romances complicados são parte do menu.


 


Staten perdeu a mulher, e acabou de perder o filho.


É um homem casmurro, aparentemente insensível e fechado ao amor, de poucas palavras e demonstrações de afectos.


Mas é apaixonado por Quinn.


 


Quinn, por sua vez, sempre amou Staten, mas nunca foi (ou acreditava ela) correspondida.


Por isso, acaba por se envolver com o rival, e cunhado, de Staten, Davis, o que vai aumentar ainda mais os problemas entre ambos.


 


Mas o que mais me cativou nesta primeira temporada, foi o enredo entre Ellie e Yancy Grey.


A forma como Yancy se vai transformando (pelo menos, assim parece) num homem diferente, melhor.


A determinado momento, ele faz este comentário, referindo-se a si mesmo, e a Ellie:


"Os homens aprendem devagar. Às vezes, temos de cometer o mesmo erro vezes sem conta até que aparece uma mulher que nos faz querer ser melhores."


Mas será mesmo assim? Ou acabará, o passado, por levar a melhor?


 


 


quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Do progresso e das novas tecnologias

Imagem relacionada


 


O progresso, e a tecnologia, só podem ser encarados como negativos se, à medida que acompanharmos a actualidade e a modernização, adquirindo novas competências, nos esquecermos de tudo aquilo que adquirimos até aí, e as competências consideradas, agora, obsoletas, forem totalmente apagadas da nossa memória.


 


É isso que vemos hoje acontecer.


O progresso é necessário e positivo. 


Se não fosse ele, tudo continuaria como há milhares de anos atrás. Teríamos ficado na idade da pedra. Seríamos seres primitivos.


Com a evolução, fomos fazendo descobertas, criando invenções, inovando, melhorando as técnicas, utilizando tudo o que pudessemos a nosso favor, melhorando a nossa vida.


 


O que acontece é que, como se tivessemos pouco espaço na memória e não coubesse lá tudo dentro, por cada competência nova que adquirimos, eliminamos uma antiga, como se já não nos fizesse falta.


E, às tantas, se alguma coisa na actualidade falha, não temos como voltar atrás e recuperar as competências antigas, que nos desenrasquem e sejam úteis nesse momento.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Fábricas de bebés


 


Quando se pretende lucrar e progredir num determinado negócio, não se pode apenas esperar que a natureza cumpra a sua parte, não se pode deixar ao acaso, e aproveitar as escassas oportunidades que surgem, quando surgem. 


Há que assumir o controlo, criar as oportunidades, produzir em grandes quantidades e colher o fruto do sucesso.


É assim que começa a funcionar o tráfico de bebés. Porquê esperar que alguém dê à luz um bebé não desejado, ou que não consegue criar, para o traficar. Porquê raptar este ou aquele, quando se podem "produzir" quantos bebés forem necessários para o negócio prosperar, sem grandes riscos? 


Mas a verdade é que algumas "fábricas de bebés" começam a ser descobertas, como aconteceu na Nigéria, onde o tráfico de seres humanos é o terceiro crime mais comum, depois da fraude e do tráfico de droga.


De forma voluntária ou forçadas, as raparigas encontravam-se lá para terem os filhos, que depois seriam vendidos por milhares de euros, sendo os rapazes mais caros que as raparigas. Já as "mães", essas pouco mais recebiam que 150 euros.


Claro que, por esta altura, já nem notícias como esta me espantam. Embora os livros tenham muita ficção, a verdade é que muitos deles descrevem cenários que são bem possíveis de se concretizar na vida real. Esta é a prova!

A semana numa imagem #16

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