quarta-feira, 24 de maio de 2017

Quando estamos habituados às pessoas

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É tão bom quando precisamos de algum serviço, e somos bem atendidos;


Quando quem nos atende é atencioso, prestável, e nos explica tudo de forma a compreendermos bem as coisas;


Quando esses profissionais se mostram atentos e preocupados, mas também felizes quando tudo corre bem;


É tão bom ter um desses profissionais que conheça bem a história, e siga todo o percurso ao longo das várias etapas;


 


Quando assim é, ficamos habituados e não queremos outra coisa! Neste caso, e sempre que possível, era sempre para este veterinário - Dr. Daniel - que marcávamos as consultas das nossas meninas. A última vez que falámos com ele, foi para lhe dar a notícia de que a Amora tinha melhorado da incontinência.


 


Agora que tínhamos as vacinas para marcar, liguei para o hospital e, quando me perguntaram se tinha preferência por algum médico, pedi para marcarem para esse médico.


E foi com supresa que, do outro lado, me informam que este médico veterinário tirou uma licença sem vencimento e, como tal, sem previsão de quando, ou se, voltará a trabalhar no hospital.


Habituarmo-nos às pessoas tem destas coisas. Não é que não haja outros bons profissionais no hospital, que os há. Aliás, poucos foram os médicos que não trataram, em alguma ocasião, as nossas bichanas. Mas como toda a gente, também nós tínhamos uma preferência.


 


Assim, tivemos que marcar para outro médico, um novo que está a substituir o Dr. Daniel. E, apesar de tudo, tivemos sorte porque nos pareceu também um excelente médico, com uma forma de lidar com os animais e com os donos muito semelhante ao seu antecessor.


Sendo assim, embora espere não precisar tão cedo, a haver necessidade, está eleito o próximo "doutor" da Becas e da Amora!


 


 


 


 

6 comentários:

  1. Quando no "nosso" veterinário não está, a minha cadelinha Boneca entra em stress na consulta só gosta do médico dela , já o meu Rex entra em stress com todos... é terrível . Bjs, Marina

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  2. Eu então, já passaram quase dois anos e ainda não consigo acreditar. Quando os meus pais se dirigiram ao veterinário habitual (não vamos muitas vezes, só mesmo se for necessário) e perguntaram por ele, ficaram a saber que ele tinha morrido, uns dois meses antes. Ataque cardíaco fulminante aos 40 e tais anos .

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  3. É verdade, custa mudar quando estamos habituados! Passei por isso com a minha dentista, foi a melhor que já tive e fiquei mesmo aborrecida quando ela foi para Espanha.

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  4. Como tudo na vida, em todo o lado existem bons e maus profissionais, e continua haver os excelentes profissionais, espero poder contar sempre com estes, se tiver sorte.

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  5. O veterinário que os meus pequeninos frequentam não têm um médico específico, são atendidos muito bem por todos, a minha pigmeu Nikita com aquele tamanho miniatura tem que pôr ançaime, ninguém lhe consegue pôr a mão, o meu Nani é yorkshire terrier também e cobre os veterinários de beijinhos, agora tiveram bebés estou curiosa com as personalidades deles perante os veterinários, veremos se se habituam a algum em especifico ahaha
    Beijinhos

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  6. Eu tive uma má experiência com um veterinário que acompanhou o meu menino e ele não faz nada de jeito já tem idade avançada levava um dinheirão quando ia com ele às consultas e às vacinas e por causa das coisas que ele dizia o meu menino chegou ao estado em que ficou um pouco por culpa dele , não fazia análises pois achava que não valia a pena e é um médico que só faz coisas simples nem tem equipamentos para fazer radiografias, tem pouca coisa, ele chegou a dizer que pelo facto de o meu menino beber muita água era sinal de diabetes sem fazer nenhuma análise são atitudes sem nenhum sentido e depois foi atendido no hospital veterinário sem conhecer como são os médicos e no final da sua vida os médicos deram-lhe muitas drogas que depois fazem mal a outras coisas. Nunca se sabe como são os médicos é também uma questão de sorte. Beijinhos.

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