terça-feira, 15 de setembro de 2020

Big Brother: A Revolução

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Parece que estreou no passado domingo aquele a que apelidaram de "Big Brother: A Revolução", um programa que pretendia celebrar os 20 anos do primeiro reality show exibido em Portugal.


Pois, para mim, a verdadeira revolução do Big Brother não é este programa, mas sim o anterior.


 


Esse, sim, foi uma verdadeira revolução a vários níveis:


- mudança da casa para a Ericeira (um verdadeiro retiro agora transformado em prisão)


- mudança de apresentador (pode não ter sido a melhor aposta, nem a prestação ter sido a melhor, mas foi diferente)


- uma escolha de concorrentes muito distintos entre si, e como há muito não se via em reality shows, cada um com as suas causas, umas melhor defendidas e debatidas que outras


 


Agora este novo programa, a que lhe chamaram "revolução", talvez por não haver regras ou estas poderem mudar a qualquer instante, e pelo aspecto que quiseram dar à casa, não me parece nada revolucionário. Parece-me mais um "Salve-se Quem Puder", no meio de tanta gente com a mania que é boa, e que sairá dali com um futuro garantido, misturado com um "Bem vindos à Selva".


 


Não se pode dizer que seja um regresso às origens, porque os primeiros Big Brothers não se assemelhavam tanto às "Casas dos Segredos" e aos "Love on Top" que lhe sucederam.


Quanto à Teresa Guilherme, a rainha dos reality shows, não nego o "à vontade" que tem para este tipo de programas, como um peixe na água.


Das primeiras vezes que vi o Cláudio Ramos a apresentar, desejei a Teresa de volta.


No entanto, pelo que vi no último domingo, fiquei com a sensação de que a Teresa fez o melhor ao longo dos últimos anos de apresentação neste tipo de programas, mas deveria ser um capítulo encerrado. 


Penso que nos cansámos da imagem, do discurso. A mim, apeteceu-me ver uma cara nova ali. 


 


Para já, não penso acompanhar este novo Big Brother.


Quem sabe lá mais para a frente.

7 comentários:

  1. Não vi mas sinceramente este tipo de programas já não me vão interessando.
    https://omeumaiorsonho.pt/

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  2. O anterior comecei a ver a mais de meio, e até me cativou por conta de alguns concorrentes.
    Este para já, está muito confuso. Vou esperar uns tempos para ver se melhora, mas o anterior acabou por marcar pela diferença.

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  3. Não vi, nem tenciono ver.
    Vejo "o noivo e que sabe", pele espontaneidade de quem entra nestes desafios.
    Mas gosto de ler as tuas opiniões objectivas.

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  4. Eu vi a gala de domingo, mas de resto não tenho acompanhado.
    O anterior era a novidade, ver como seria o Big Brother 20 anos depois, que pessoas iriam entrar, uma casa nova.
    Neste, de tanto quererem inovar e revolucionar, o programa acabou por ficar um pouco perdido entre as memórias da apresentadora de antes, concorrentes com pouco a dar, e uma mixórdia de divisões dos concorrentes, sem sentido.

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  5. Eu vi a gala de domingo, mas fiquei por aí. Tinha visto o BB2020 e gostei imenso de acompanhar, gostei dos concorrentes (de alguns deles pelo menos) e também achei que este, sendo "a revolução", fosse algo diferente. Mas acho que me fiquei mesmo pelo BB2020.

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  6. Também foi a única coisa que vi deste novo
    A minha filha estava habituada a ver-me em frente à TV para ver os diários das 19, quando era o BB2020, que até estranhou quando lhe disse que não ia ver este.

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  7. Nunca fui fã de reality-shows e nunca acompanhei nenhum desses programas mesmo a sério, realmente, nada disso faz o meu género. Prefiro a RTP1 em tudo, praticamente. Tenho já imensas saudades da Praça e da Nossa Tarde, costumo ver o concurso Quem Quer Ser Milionário-Alta Pressão que é óptimo para quem quer descobrir mais coisas àcerca das diversas perguntas que a Filomena Cautela vai apresentando. De resto, oiço muita música, pois sou viciada em música.

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